Textos dos alunos do 6° ao 9° ano do Instituto Dominus de Educação Búzios-RJ. Porque alunos se ligam em ideias e palavras!
domingo, 14 de dezembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Narcisismo
Quem és?
Quem pensas que és?
Ergue a cabeça e inspira tal ar,
límpido.
Fênix, que ressurge do seu eu, imaculado.
Reflexo, que no conjunto que é o mundo,
encontra-se na cela da perfeição
tão deslumbrado.
Narcisista, vive de um deserto singular
onde os lábios a selar são seus próprios
equívocos superficiais.
(Nicole Ann, 7° ano)
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Entre todos, consigo ver as estrelas
(Noite estrelada sobre o Ródano, Van Gogh)
Olho para todos os lados, crio coragem
não consigo, margeando o rio,
trago lembranças que jamais deveria relembrar.
Consigo encarar as estrelas novamente,
uma luz incandescente que não cansa de brilhar.
Um sorriso desesperado
aquele momento que
não sabemos o que fazer.
Vejo o reflexo de tudo e de todos.
Vou lembrar sempre,
foi neste lugar que tomei essa
decisão.
(PEDRO, 8° ano)
não consigo, margeando o rio,
trago lembranças que jamais deveria relembrar.
Consigo encarar as estrelas novamente,
uma luz incandescente que não cansa de brilhar.
Um sorriso desesperado
aquele momento que
não sabemos o que fazer.
Vejo o reflexo de tudo e de todos.
Vou lembrar sempre,
foi neste lugar que tomei essa
decisão.
(PEDRO, 8° ano)
Poema sobre um quadro
(Noite estrelada sobre o Ródano, Van Gogh)
Na noite mais escura,
no dia mais ensolarado.
Nesse exato dia me apaixonei por você
ao som do luar
com as estrelas brilhando
e refletindo nas águas...
As árvores balançavam a nossa frente,
um frio gostoso
que nessa noite te esquentava.
Nunca imaginei que um dia eu teria alguém como você
e logo agora quando mais precisava
você está aqui.
Que dure o resto da vida,
ou pelo menos, parte dela
porque você
é muito importante para mim.
Eu te amo muito.
(SÉRGIO, 8° ANO)
Na noite mais escura,
no dia mais ensolarado.
Nesse exato dia me apaixonei por você
ao som do luar
com as estrelas brilhando
e refletindo nas águas...
As árvores balançavam a nossa frente,
um frio gostoso
que nessa noite te esquentava.
Nunca imaginei que um dia eu teria alguém como você
e logo agora quando mais precisava
você está aqui.
Que dure o resto da vida,
ou pelo menos, parte dela
porque você
é muito importante para mim.
Eu te amo muito.
(SÉRGIO, 8° ANO)
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
A Literatura Africana - José Craveirinha
José Craveirinha (1922-2003), poeta nascido em Moçambique, é considerado um dos principais representantes da Literatura Africana.
(Poema "Grito negro")
* Assunto da disciplina de Redação do 8° ano.
* Assunto da disciplina de Redação do 8° ano.
UMA SIMPLES FORMA DE AMAR
Sinto como se tudo que sonho,
Quando me deito na cama,
Fosse um dia acontecer,
Tantas cartas de amor escritas,
Que provavelmente nunca chegarão a você.
Se meu jeito de amar é diferente,
Nada posso fazer ,
Não é aquele amor doentio,
Não é aquele amor meloso,
Não é aquele amor passageiro.
É amor, amor sendo amor,
Com apenas a simples vontade de amar,
De estar perto um do outro,
O que a distância vem querendo atrapalhar.
Mas se nosso amor for um amor forte,
Tão forte quanto eu acho ser,
Vai passar por barreiras e dificuldades
facilmente,
Se você cair estarei ali para te segurar,
Se ocorrer um deslize, estarei ali para
ajudar.
Amor é uma troca,
Não só de alianças e sobrenomes,
Uma troca de carinho,
De amizade,
De Confiança,
E como óbvio isso deve ser,
Uma troca de Amor.
(Cristal Machado, 8° ano)
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Gaiola de Sentimentos
Você está preso numa gaiola.
Grades de aço, há como fugir?
Bate, grita, espera...
Lembra-se por que está ali.
Onde é “ali”?
Nada mais nada menos que seu coração
com toda e maior proteção.
Lembra-se de quem te escondes.
Lembra com carinho,
permite que vá te salvar.
Faz voarem teus sentimentos,
Sem esconder,
Olha pra cima e grita.
Você mesmo tem que saber.
Pula, grita, sorria!
Fala pra mãe, amigo, vizinho.
Dá ao seu coração um dono
E o tranque contigo.
E flores subirão pelas grades
Enfeitando o teu coração
Borboletas voarão sem rumo.
Escute apenas e permita.
Declare, insista.
Resista!
Assume, ame.
(DOMINIQUE, 8°)
sábado, 16 de agosto de 2014
Chapéuzinho não tão vermelha
Era uma vez uma menina que se chamava Chapéuzinho vermelho. Ela tinha longas tranças e morava com sua mãe em um castelo. Sua mãe a chamou e pediu que levasse bolinhos de chocolate a sua avó (uma das coisas que ela adorava em sua netinha).
Chapéuzinho foi pela floresta com suas longas e lindas tranças, quando de repente deparou-se com o lobo mau que estava raivoso por ter sido derrotado na história anterior. Ele a levou a força, levando-a ao topo mais alto do palácio de sua amiga bruxa, que jogou na menina um feitiço.
A menina ficou muito triste presa na torre. O feitiço só seria desfeito quando um príncipe a resgatasse e a beijasse. O tempo passou e nada do tal beijo do príncipe. Porém, como todo conto de fadas acaba bem; num certo dia um príncipe estava passando em frente à torre e avistou a pequena donzela de tranças; apaixonado, perguntou lá de baixo:
- Por que está aí solitária?
Ela respondeu:
- Fui enfeitiçada!
Logo o rapaz teve uma ideia e contou para a princesa. Chapéuzinho então fez o que ele havia dito. Jogou suas tranças, ele subiu e a beijou, rapidamente, o feitiço se desfez. Após sua libertação, ela pegou a cesta e levou o bolinho à casa da vovó. Mas recebeu péssima notícia dos policiais que sua avó havia falecido há cinco anos (o tempo em que ela ficou na torre).
A moça ficou descontrolada, muito triste, e só conseguiu voltar a sorrir com o pedido de casamento inesperado de seu príncipe. Seu casamento foi estupendo. Uma cerimônia simples realizada próxima as Bahamas. Convidados ilustres: Pequena Sereia, Cinderela, Branca de neve. Junto as suas outras amigas também presentes na festa, as sereias faziam uma pequena encenação na água enquanto as outras princesas dançavam na areia.
Logo no fim da tarde, quando todos foram embora, Chapéuzinho vermelho e o príncipe foram para viagem de lua de mel em Copacabana, Rio de Janeiro.
(Cristal, 8° ano)
Chapéuzinho foi pela floresta com suas longas e lindas tranças, quando de repente deparou-se com o lobo mau que estava raivoso por ter sido derrotado na história anterior. Ele a levou a força, levando-a ao topo mais alto do palácio de sua amiga bruxa, que jogou na menina um feitiço.
A menina ficou muito triste presa na torre. O feitiço só seria desfeito quando um príncipe a resgatasse e a beijasse. O tempo passou e nada do tal beijo do príncipe. Porém, como todo conto de fadas acaba bem; num certo dia um príncipe estava passando em frente à torre e avistou a pequena donzela de tranças; apaixonado, perguntou lá de baixo:
- Por que está aí solitária?
Ela respondeu:
- Fui enfeitiçada!
Logo o rapaz teve uma ideia e contou para a princesa. Chapéuzinho então fez o que ele havia dito. Jogou suas tranças, ele subiu e a beijou, rapidamente, o feitiço se desfez. Após sua libertação, ela pegou a cesta e levou o bolinho à casa da vovó. Mas recebeu péssima notícia dos policiais que sua avó havia falecido há cinco anos (o tempo em que ela ficou na torre).
A moça ficou descontrolada, muito triste, e só conseguiu voltar a sorrir com o pedido de casamento inesperado de seu príncipe. Seu casamento foi estupendo. Uma cerimônia simples realizada próxima as Bahamas. Convidados ilustres: Pequena Sereia, Cinderela, Branca de neve. Junto as suas outras amigas também presentes na festa, as sereias faziam uma pequena encenação na água enquanto as outras princesas dançavam na areia.
Logo no fim da tarde, quando todos foram embora, Chapéuzinho vermelho e o príncipe foram para viagem de lua de mel em Copacabana, Rio de Janeiro.
(Cristal, 8° ano)
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
O super qualquer coisa
Tema: Comédia de super-herói
Um belo dia um par de ladrões atiravam em reféns para demonstrar sua autoridade. O super Qualquer Coisa entra em ação e demonstra um qualquer poder, usando sua super audição, ouvindo os ruídos da metralhadora: Rá-ta-ta-ta-ta.
O super magnânimo Qualquer Coisa tentou resolver o crime usando o raio-x, localizando todos os ladrões e usando seu qualquer voo planado. Usou seu super punho de aço batendo em todos os bandidos e acabando também com a Dilma.
Ele recebeu qualquer medalha e a cidade ficou limpa, não por muito tempo, pois a cidade voltou a ter bandidos. O super Qualquer Coisa entra em ação.
(RAFAEL, 7° ANO)
Um belo dia um par de ladrões atiravam em reféns para demonstrar sua autoridade. O super Qualquer Coisa entra em ação e demonstra um qualquer poder, usando sua super audição, ouvindo os ruídos da metralhadora: Rá-ta-ta-ta-ta.
O super magnânimo Qualquer Coisa tentou resolver o crime usando o raio-x, localizando todos os ladrões e usando seu qualquer voo planado. Usou seu super punho de aço batendo em todos os bandidos e acabando também com a Dilma.
Ele recebeu qualquer medalha e a cidade ficou limpa, não por muito tempo, pois a cidade voltou a ter bandidos. O super Qualquer Coisa entra em ação.
(RAFAEL, 7° ANO)
domingo, 20 de julho de 2014
Em busca da felicidade
Em um pequeno povoado, situado no sul da Inglaterra, há muitos e muitos anos atrás, havia um ganancioso homem, porém muito inteligente. Ele estava desenvolvendo uma pesquisa há anos, até que em um certo dia, descobriu a fórmula da felicidade. Desta forma, ele a usava para vender a um preço muito alto. Assim, só os ricos possuíam felicidade.
Muito tempo depois, em uma cidade próxima, morava a pequena Arya, que na época tinha 12 anos. Era uma doce menina, esperta e observadora. Na época, ela vivia com seus pais. Tudo mudou quando, aos 16 anos, sua mãe morreu de depressão profunda, o que era muito comum na cidade.
Arya e seu pai, Jon, ficaram arrasados. Eles pouco falavam e se alimentavam muito mal. Jon ficou tão triste e deprimido que Arya começou a preocupar-se com o pai. Pouco depois ele adoeceu e logo, a moça teve que arranjar um trabalho. Lá, ela escutou um boato de que em uma cidade próxima, havia um homem que vendia frascos de felicidade. Quando Arya quis saber mais sobre o assunto explicaram que só os ricos tinham acesso, mas se tivesse algo raro, poderia ser negociado.
Ela foi para casa em grande esperança. Contou para seu pai. Este disse que partiria de manhã. Chegando na cidade, eles hospedaram-se em um lugar bem simples e, Arya foi a procura de trabalho para ajudar o pai. Na volta para casa, ela esbarra em um rapaz muito bonito e bem vestido. Arya enrubesceu e ele ofereceu-se para levá-la até sua casa. Eles conversaram e ela explicou o que estava acontecendo com seu pai Jon. O rapaz foi muito compreensivo e disse que faria o possível para ajudar.
Meses depois começaram a namorar, mas Arya não havia esquecido seus problemas, ainda procurava o tal vendedor de felicidade. Em um dia, ela o encontra e leva seu pai até lá. Apesar de seus melhores dias terem sido com Gendry, ela tinha responsabilidades. Ao chegar na loja, tentou negociar com o vendedor, mas não teve jeito. Quando estava saindo triste e desamparada, o homem diz que há uma possibilidade, que era seu pai trocar Arya por três frascos de felicidade. Sem hesitar, Jon a trocou e ela sentiu um grande aperto no coração, chorando compulsivamente. Seu pai foi embora e a deixou ali.
Gendry chega e a vê chorando. Rapidamente ele conversa com o homem. O vendedor não aceita dinheiro algum para trocá-la. Então Gendry fala que comprará todos os potes de felicidade por Arya. O homem argumenta:
- Pra quê precisa tanto dela se comprará todos os potes de felicidade?
Ele responde:
- Porque toda felicidade que preciso está nela.
(ANA JÚLIA, 8° ano)
Muito tempo depois, em uma cidade próxima, morava a pequena Arya, que na época tinha 12 anos. Era uma doce menina, esperta e observadora. Na época, ela vivia com seus pais. Tudo mudou quando, aos 16 anos, sua mãe morreu de depressão profunda, o que era muito comum na cidade.
Arya e seu pai, Jon, ficaram arrasados. Eles pouco falavam e se alimentavam muito mal. Jon ficou tão triste e deprimido que Arya começou a preocupar-se com o pai. Pouco depois ele adoeceu e logo, a moça teve que arranjar um trabalho. Lá, ela escutou um boato de que em uma cidade próxima, havia um homem que vendia frascos de felicidade. Quando Arya quis saber mais sobre o assunto explicaram que só os ricos tinham acesso, mas se tivesse algo raro, poderia ser negociado.
Ela foi para casa em grande esperança. Contou para seu pai. Este disse que partiria de manhã. Chegando na cidade, eles hospedaram-se em um lugar bem simples e, Arya foi a procura de trabalho para ajudar o pai. Na volta para casa, ela esbarra em um rapaz muito bonito e bem vestido. Arya enrubesceu e ele ofereceu-se para levá-la até sua casa. Eles conversaram e ela explicou o que estava acontecendo com seu pai Jon. O rapaz foi muito compreensivo e disse que faria o possível para ajudar.
Meses depois começaram a namorar, mas Arya não havia esquecido seus problemas, ainda procurava o tal vendedor de felicidade. Em um dia, ela o encontra e leva seu pai até lá. Apesar de seus melhores dias terem sido com Gendry, ela tinha responsabilidades. Ao chegar na loja, tentou negociar com o vendedor, mas não teve jeito. Quando estava saindo triste e desamparada, o homem diz que há uma possibilidade, que era seu pai trocar Arya por três frascos de felicidade. Sem hesitar, Jon a trocou e ela sentiu um grande aperto no coração, chorando compulsivamente. Seu pai foi embora e a deixou ali.
Gendry chega e a vê chorando. Rapidamente ele conversa com o homem. O vendedor não aceita dinheiro algum para trocá-la. Então Gendry fala que comprará todos os potes de felicidade por Arya. O homem argumenta:
- Pra quê precisa tanto dela se comprará todos os potes de felicidade?
Ele responde:
- Porque toda felicidade que preciso está nela.
(ANA JÚLIA, 8° ano)
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Um grande motivo
Gênero: Texto teatral
Entra Roberto na cena pulando corda:
- Um, dois, três, quatro... quatro, três, dois, um...
Maria chega desesperada:
- Robertoooooooo! Você precisa me ajudar!
Roberto: - Meu Deus, que desespero criatura! O que foi?
Maria: - Você não vai acreditar! A Genoveva fugiu.
Roberto: - Como assim? O que é isso?
Maria: - Minha formiga, acredita? Ela veio correndo aqui para o jardim. Ela estava prestes a se casar com seu Dorival. Ela fugiu do casamento.
Roberto: - Não acredito nisso! Estava quase batendo meu recorde no pula- corda, mas se ela fugiu deve ter tido algum motivo, certo?
Maria: - Não sei, será que ela é contra o seu próprio casamento?
Roberto: - Quem tem que saber é você. Mas vou te ajudar a procurar para você parar de encher meu saco! Como é sua formiga?
Maria: - Não sei muito, ela era avermelhada, mas meu sonho desapareceu quando acordei.
Roberto (espantado): - Sonho?
Maria: - Pois é...
Roberto: - Não acredito que fiquei meia hora ouvindo isso e perdendo tempo!
Maria: - É por uma boa causa, pode acreditar!
Um grupo de pessoas entra em cena e grita:
Grupo: - Surpresa!!!
Roberto: - Não acredito (fala emocionado).
E todos continuam curtindo a festa surpresa.
(Ana Cecília, 8° ano)
Entra Roberto na cena pulando corda:
- Um, dois, três, quatro... quatro, três, dois, um...
Maria chega desesperada:
- Robertoooooooo! Você precisa me ajudar!
Roberto: - Meu Deus, que desespero criatura! O que foi?
Maria: - Você não vai acreditar! A Genoveva fugiu.
Roberto: - Como assim? O que é isso?
Maria: - Minha formiga, acredita? Ela veio correndo aqui para o jardim. Ela estava prestes a se casar com seu Dorival. Ela fugiu do casamento.
Roberto: - Não acredito nisso! Estava quase batendo meu recorde no pula- corda, mas se ela fugiu deve ter tido algum motivo, certo?
Maria: - Não sei, será que ela é contra o seu próprio casamento?
Roberto: - Quem tem que saber é você. Mas vou te ajudar a procurar para você parar de encher meu saco! Como é sua formiga?
Maria: - Não sei muito, ela era avermelhada, mas meu sonho desapareceu quando acordei.
Roberto (espantado): - Sonho?
Maria: - Pois é...
Roberto: - Não acredito que fiquei meia hora ouvindo isso e perdendo tempo!
Maria: - É por uma boa causa, pode acreditar!
Um grupo de pessoas entra em cena e grita:
Grupo: - Surpresa!!!
Roberto: - Não acredito (fala emocionado).
E todos continuam curtindo a festa surpresa.
(Ana Cecília, 8° ano)
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Preconceito
Texto dissertativo-argumentativo
Tema: Preconceito
O preconceito existe há muito tempo. Na própria História houve muitos casos, como na Revolução Industrial em que as mulheres lutaram por melhores condições de trabalho e o direito ao voto, pois apenas os homens podiam votar.
No Holocausto, na segunda guerra mundial, onde o motivo de tanta matança foi o preconceito, Hitler e seus aliados foram responsáveis pela morte de 6 milhões de judeus, negros, homossexuais e de pessoas que iam contra o nazismo. Ainda existiu também o grupo Ku Klux Klan que perseguia negros o os espancava.
Na atualidade, existem também vários casos de preconceito. Um deles com imigrantes. Nos Estados Unidos, há muitos casos de preconceito com os mexicanos que lá moram e também, na maioria dos lugares, há desrespeito pelas diferenças sociais.
O preconceito não será erradicado pela sociedade. São pequenas coisas que fazemos, que aos poucos, torna-se muito bom. O princípio básico é não se irritar com ofensas. A sociedade também pode ajudar, como a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho e estimulá-las ao crescimento. Assim, pode-se viver melhor e libertar o mundo do preconceito.
(Ana Júlia, 8° ano)
Tema: Preconceito
O preconceito existe há muito tempo. Na própria História houve muitos casos, como na Revolução Industrial em que as mulheres lutaram por melhores condições de trabalho e o direito ao voto, pois apenas os homens podiam votar.
No Holocausto, na segunda guerra mundial, onde o motivo de tanta matança foi o preconceito, Hitler e seus aliados foram responsáveis pela morte de 6 milhões de judeus, negros, homossexuais e de pessoas que iam contra o nazismo. Ainda existiu também o grupo Ku Klux Klan que perseguia negros o os espancava.
Na atualidade, existem também vários casos de preconceito. Um deles com imigrantes. Nos Estados Unidos, há muitos casos de preconceito com os mexicanos que lá moram e também, na maioria dos lugares, há desrespeito pelas diferenças sociais.
O preconceito não será erradicado pela sociedade. São pequenas coisas que fazemos, que aos poucos, torna-se muito bom. O princípio básico é não se irritar com ofensas. A sociedade também pode ajudar, como a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho e estimulá-las ao crescimento. Assim, pode-se viver melhor e libertar o mundo do preconceito.
(Ana Júlia, 8° ano)
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Muitas perguntas, poucas respostas
"Quem já não se perguntou: sou um monstro ou isto é ser uma pessoa? Quero antes afiançar que essa moça não se conhece senão através de ir vivendo à toa. Se tivesse a tolice de se perguntar "quem sou eu?'' cairia estatelada e em cheio no chão. É que "quem sou eu?" provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto."
(Clarice Lispector, em: A hora da estrela)
Aline, uma jovem moça questionadora, é órfã de pai. Dia após dia se sente incompleta. Tem muitas perguntas e poucas respostas. Não entende nem o sentido da vida. Para que vivemos? Quem realmente somos? Não como nos mostramos para os outros ou como somos vistos.
Será que vivemos para tentar passar nossas melhores impressões e mostrar ao mundo o quanto somos felizes? Ou para tentar aproveitar da melhor forma possível nossa breve passagem, sem ter de nos importarmos com o que as pessoas pensam de nós? Estamos nesta luta para fazer a diferença ou apenas marcar a vida de alguém de forma inesquecível?
Por enquanto, para a jovem órfã, a vida continua sendo uma constante busca pelas respostas. Que talvez, um dia, sejam respondidas.
(Gabriella, 9° ano)
quinta-feira, 29 de maio de 2014
MÁRIO QUINTANA
Homenagem a Mário Quintana, o poeta das coisas simples.
Poema "Certezas".
Poema "O tempo".
Poema "Certezas".
Poema "O tempo".
As três Marias... ou duas?
(Manet, quadro "O balcão")
Eram três irmãs, as três Marias, que moravam em um castelo enorme, pois seus pais eram o rei e a rainha de Paris. As três eram muito unidas, tudo o que faziam eram juntas. O problema é que desde que elas tinham quatro anos de idade, os pais não as deixavam mais sair para brincar no "Parque Flor", pois o reino começou a ser invadido por uns "cavaleiros de preto".
Tudo começou a ficar perigoso e para que elas não se machucassem eles tiveram de proibi-las de sair do reino. Elas nunca mais saíram desde este dia... As três Marias já fizeram 17 anos e queriam sair para explorar e lembrar como era estar ao ar livre.
Tentaram sete vezes escapar pela cozinha e não conseguiram. Foram tentar pelo balcão de seu quarto; uma delas pulou e caiu no jardim, as outras duas não conseguiram pular a tempo, porque viram uns homens de capa preta atrás dela. As duas Marias ficaram desesperadas e de repente, o mordomo as agarra e pede para não pularem, pois estavam novamente invadindo o reino.
Nos 10 minutos seguintes, as duas, foram procurar a irmã. Mas onde? Ela não estava mais lá. A procuraram por meses e nenhum sinal. Passaram anos e o rei as vigiava o tempo todo. Ele queria o bem delas. Depois disso tudo, as irmãs não ficaram tão unidas.
Percebam na pintura de Édouard Manet, lá atrás, o mordomo. A rainha sempre suspeitou, sempre achou que este fosse parte do grupo "os cavaleiros de preto". Ele sempre veste roupas pretas e se esconde de fotografias de família. Bom, deixo isso com vocês, leitores!
(Sol Alonso, 8° ano)
quinta-feira, 1 de maio de 2014
A beleza
Os pássaros cantavam. As flores desabrochavam. A manhã estava toda perfumada. Um pescador voltava para casa descalço, com a rede cheia de peixes brilhantes.
A beleza
Um dia Lola, uma empresária bem sucedida, decidiu fazer uma viagem de férias e partiu rumo a um lugar calmo e lindo. Ao chegar, resmungou dizendo o quão sem graça era o lugar. Entrando no hotel pensou em checar suas redes sociais, quando deparou-se com a seguinte frase: *"Se não houver frutos valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente".
Surgiu-na a ideia de fazer um perfume exótico, com flores nunca usadas. Lola preferiu adiantar sua volta para a cidade e começou a por em prática sua pesquisa, descobrindo que a flor principal só seria encontrada na cidade pela qual havia se hospedado a pouco tempo atrás.
Anos se passaram e Lola, que um dia era jovem, tornou-se mais experiente. Seu perfume não saiu como esperado pela ausência da mais bela e perfumada flor. Ao murmurar dizendo o quão sem graça era o lugar, não percebeu que na pequena praia ao lado existia um homem feliz, farto, com a rede cheia de peixes. Não notou que na árvore mais próxima, os pássaros, num ninho, assobiavam de alegria, pois saía de um ovo um passarinho cheio de vida.
Na internet, uma nova frase a fez pensar: "Que saibamos aproveitar as coisas como elas são, pois muitas vezes, elas passam despercebidas". Após este dia, ela pôde pensar em si mesma e não em agradar aos outros. Passou a olhar as coisas sob um novo ângulo e percebeu o quanto tinha vida em coisas tão simples. Como o olhar daquele pequeno cachorrinho que passeava de alegria com o dono por perto.
São essas pequenas coisas que realmente importam, afinal; "Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente".
(NICOLE, 7° ano)
Texto produzido no bloco de atividades.
* Frase do escritor Henfil.
A beleza
Um dia Lola, uma empresária bem sucedida, decidiu fazer uma viagem de férias e partiu rumo a um lugar calmo e lindo. Ao chegar, resmungou dizendo o quão sem graça era o lugar. Entrando no hotel pensou em checar suas redes sociais, quando deparou-se com a seguinte frase: *"Se não houver frutos valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente".
Surgiu-na a ideia de fazer um perfume exótico, com flores nunca usadas. Lola preferiu adiantar sua volta para a cidade e começou a por em prática sua pesquisa, descobrindo que a flor principal só seria encontrada na cidade pela qual havia se hospedado a pouco tempo atrás.
Anos se passaram e Lola, que um dia era jovem, tornou-se mais experiente. Seu perfume não saiu como esperado pela ausência da mais bela e perfumada flor. Ao murmurar dizendo o quão sem graça era o lugar, não percebeu que na pequena praia ao lado existia um homem feliz, farto, com a rede cheia de peixes. Não notou que na árvore mais próxima, os pássaros, num ninho, assobiavam de alegria, pois saía de um ovo um passarinho cheio de vida.
Na internet, uma nova frase a fez pensar: "Que saibamos aproveitar as coisas como elas são, pois muitas vezes, elas passam despercebidas". Após este dia, ela pôde pensar em si mesma e não em agradar aos outros. Passou a olhar as coisas sob um novo ângulo e percebeu o quanto tinha vida em coisas tão simples. Como o olhar daquele pequeno cachorrinho que passeava de alegria com o dono por perto.
São essas pequenas coisas que realmente importam, afinal; "Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente".
(NICOLE, 7° ano)
Texto produzido no bloco de atividades.
* Frase do escritor Henfil.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Manet
Eu, duas irmãs e uma flor
Uma vez eu e minhas irmãs fomos à uma montanha para escalar, mas não sabíamos que lá havia a planta mais rara do mundo. Era uma orquídea de ouro vermelho que fabricava ouros raros. Minha irmã mais velha pegou a orquídea. Voltamos para casa e a plantamos.
Para gerar ouro tinha que sair sangue nela. Minha irmã mais velha era louca pelo ouro raro, ficou se cortando a noite toda, até que amanheceu e nós dois vimos o corpo dela no chão cheio de sangue. Fomos correndo para o hospital. Depois de três anos minha irmã ficou boa e prometeu que não iria fazer mais isso. Fomos celebrar no melhor restaurante da cidade.
(Brayan, 8° ano)
Família Espinosa
No ano de 1950, as famílias eram muito certinhas, caseiras. Existia uma família chamada Espinosa, composta por um pai chamado Matteu Espinosa, uma madrasta chamada Julie, a filha Sky, o mordomo Taylor Jack e o pequeno cão chamado Nash.
Todos achavam essa família muito normal, mas não era. O pai traía a esposa que estava grávida. Era envolvido com uma mulher do cabaret. A filha Sky era proibida de ver o amor da sua vida, um rapaz chamado Cameron. O mordomo era um fugitivo da polícia e ninguém desconfiava, nem mesmo a própria família.
Sky saía toda tarde para ver Cameron, dizendo para o pai que iria estudar. Até que um dia a madrasta descobriu e contou para o pai. Ele ficou uma fera, proibindo-a de sair para qualquer lugar desacompanhada.
Sua madrasta descobriu que Matteu a traía. Eles quase se separaram, mas ele se desculpou. No final, ela se envolvia com o mordomo também e eles se separaram. Sky foi morar com a mãe e voltou a encontrar-se com Cameron.
(Rafaella, 8° ano)
O lindo balcão marrom
Eu e minha família morávamos em uma cidadezinha, em uma casa muito antiga, de uma família rica no passado. A casa possuía um objeto muito valioso.
Uns dias depois, conhecemos a casa inteira e encontramos o objeto precioso: o balcão marrom. Pegamos o balcão e colocamos na varanda, mas todo mundo que passava olhava para ele. Foi quando tive a ideia de colocar minhas filhas sentadas quando alguém passava.
Depois de muitos meses, nós tínhamos um empregado que parecia muito confiável, mas planejou roubar o balcão. No dia em que roubou, ele tropeçou e caiu juntamente com o objeto que caiu em cima dele. O empregado acabou morrendo. A família ficou com o balcão para sempre de geração à geração.
(Airton, 8° ano)
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Inspirado no poema "E agora, José?", de Carlos Drummond de Andrade.
Leia em: http://drummond.memoriaviva.com.br/alguma-poesia/jose/
É José
E agora, José? O que será de você? Já perdeu tudo e todos, perdeu a vida e o porquê de viver, perdeu o consolo e você. Depois de tantos anos dentro de um mundo só seu; um que só existia bebida e jogo.
Distanciou-se dos amigos, da mulher, dos filhos e só percebeu depois que todos haviam partido e já não lembravam mais de você. E agora, José? Será que é tarde demais? Tarde demais para ir atrás de sua vida? A vida que tinha antes de criar seu mundo e se isolar nele?
Sua mulher ou melhor, ex-mulher, e seus filhos já não eram mais como se lembrava. Eles haviam crescido, casado e com seus próprios filhos. E você? Continuou na mesmice de sempre, se escondendo e culpando a bebida e outras pessoas.
É José, está na hora de acordar e voltar a ser o que nunca deveria ter deixado de ser. Nunca deveria ter deixado de ser José.
(Amanda, 7° ano)
José?
José, um menino nascido de família pobre, pouca comida , vestes de segunda mão. Mas nada o impedia de sonhar pelo que não é concreto. Sonhar não é certo, tem que imaginar. José queria ser poeta. Sempre repetia para a mãe, mas ela, mulher de pouco conhecimento, achava que só rico podia ser poeta. Achava isso besteira.
Todo dia ele acordava, tirava leite da vaca, arrumava a mesa, acordava seus seis irmãos, despedia-se de sua mãe e ia para a escola. Na volta passava na fazenda do vizinho para trabalhar, ajudando assim, a família financeiramente.
Anos se passaram e já tinha deixado seu sonho. Sua mãe faleceu e ele, como irmão mais velho teve que sustentar a família. Quando finalmente, todos os seus irmãos saíram de casa para construírem sua própria vida, José já estava cansado da vida, desgastado. Afundado na amargura, gastava seus centavos em bebida.
Já tinha virado um mendigo, quando um dia sua ex- professora de Português passou, parou, olhou e disse:
- José? É você?
- Sim. Quem é você?
- Sou sua antiga professora!- depois completou:
- José, o que houve? Onde está o menino cheio de sonhos?
- Não dá mais tempo professora! Já sou um homem velho, sem emoção para escrever. - disse ele frustrado.
- Não José!
Depois daquele dia ele percebeu que ainda era possível. Recomeçou a escrever e tornou-se um grande poeta.
(Christal, 7° ano)
Leia em: http://drummond.memoriaviva.com.br/alguma-poesia/jose/
É José
E agora, José? O que será de você? Já perdeu tudo e todos, perdeu a vida e o porquê de viver, perdeu o consolo e você. Depois de tantos anos dentro de um mundo só seu; um que só existia bebida e jogo.
Distanciou-se dos amigos, da mulher, dos filhos e só percebeu depois que todos haviam partido e já não lembravam mais de você. E agora, José? Será que é tarde demais? Tarde demais para ir atrás de sua vida? A vida que tinha antes de criar seu mundo e se isolar nele?
Sua mulher ou melhor, ex-mulher, e seus filhos já não eram mais como se lembrava. Eles haviam crescido, casado e com seus próprios filhos. E você? Continuou na mesmice de sempre, se escondendo e culpando a bebida e outras pessoas.
É José, está na hora de acordar e voltar a ser o que nunca deveria ter deixado de ser. Nunca deveria ter deixado de ser José.
(Amanda, 7° ano)
José?
José, um menino nascido de família pobre, pouca comida , vestes de segunda mão. Mas nada o impedia de sonhar pelo que não é concreto. Sonhar não é certo, tem que imaginar. José queria ser poeta. Sempre repetia para a mãe, mas ela, mulher de pouco conhecimento, achava que só rico podia ser poeta. Achava isso besteira.
Todo dia ele acordava, tirava leite da vaca, arrumava a mesa, acordava seus seis irmãos, despedia-se de sua mãe e ia para a escola. Na volta passava na fazenda do vizinho para trabalhar, ajudando assim, a família financeiramente.
Anos se passaram e já tinha deixado seu sonho. Sua mãe faleceu e ele, como irmão mais velho teve que sustentar a família. Quando finalmente, todos os seus irmãos saíram de casa para construírem sua própria vida, José já estava cansado da vida, desgastado. Afundado na amargura, gastava seus centavos em bebida.
Já tinha virado um mendigo, quando um dia sua ex- professora de Português passou, parou, olhou e disse:
- José? É você?
- Sim. Quem é você?
- Sou sua antiga professora!- depois completou:
- José, o que houve? Onde está o menino cheio de sonhos?
- Não dá mais tempo professora! Já sou um homem velho, sem emoção para escrever. - disse ele frustrado.
- Não José!
Depois daquele dia ele percebeu que ainda era possível. Recomeçou a escrever e tornou-se um grande poeta.
(Christal, 7° ano)
terça-feira, 1 de abril de 2014
A lenda de Mirthes (1947)
Mirthes era um garoto charmoso. Tinha cabelos negros e olhos verdes como os de Jade. Ele tinha uma beleza curiosa. Num certo dia de outono, uma mulher chamada Shireen, o oferece dinheiro e em troca ele se casaria com ela.
Surpreso e confuso, ele recusa, e imediatamente, o ódio fica evidente nos olhos dela. E de repente um sorriso apareceu em seus lábios. Shireen assentiu e ofereceu a Mirthes um colar de Jade.
- Para combinar com seus olhos - ela disse.
Mirthes pegou o colar e colocou em volta do pescoço. "O que poderia acontecer?", pensava. Um mês depois ele percebeu que seus olhos pareciam ainda mais verdes. A pele onde o colar tocava estava com uma mancha preta. Imediatamente ele retira o colar e o joga na pia. Seu corpo todo doía.
Ele sentiu- se tonto e acabou desmaiando. Quando acordou estava no chão de alguma floresta com cachoeira por perto. Havia um corpo no chão mais à frente. Era sua irmã mais nova que estava morta. Mirthes ficou apavorado, sua mão estava suja de sangue. Ele saiu do choque, quando ouviu passos. Era Shireen.
Ela trazia um sorriso arrepiante. Shireen explica que o colar estava envenenado e ataca direto no coração. Mirthes agora era amaldiçoado e ele mesmo mataria todos que amasse. Dizem que Shireen era uma bruxa e sentia prazer em fazer isso.
(Giulia, 9° ano)
Surpreso e confuso, ele recusa, e imediatamente, o ódio fica evidente nos olhos dela. E de repente um sorriso apareceu em seus lábios. Shireen assentiu e ofereceu a Mirthes um colar de Jade.
- Para combinar com seus olhos - ela disse.
Mirthes pegou o colar e colocou em volta do pescoço. "O que poderia acontecer?", pensava. Um mês depois ele percebeu que seus olhos pareciam ainda mais verdes. A pele onde o colar tocava estava com uma mancha preta. Imediatamente ele retira o colar e o joga na pia. Seu corpo todo doía.
Ele sentiu- se tonto e acabou desmaiando. Quando acordou estava no chão de alguma floresta com cachoeira por perto. Havia um corpo no chão mais à frente. Era sua irmã mais nova que estava morta. Mirthes ficou apavorado, sua mão estava suja de sangue. Ele saiu do choque, quando ouviu passos. Era Shireen.
Ela trazia um sorriso arrepiante. Shireen explica que o colar estava envenenado e ataca direto no coração. Mirthes agora era amaldiçoado e ele mesmo mataria todos que amasse. Dizem que Shireen era uma bruxa e sentia prazer em fazer isso.
(Giulia, 9° ano)
quinta-feira, 27 de março de 2014
E agora, José?
Inspirado no poema "E agora, José?", de Carlos Drummond de Andrade.
E agora?
Eu sou José, um homem que um dia deixou acontecer, sem perceber, que o tempo passa. Que um dia teve palavras e não soube aproveitá-las. Um homem que só falava, mas não cumpria o que dizia. Eu dizia que amava o sol, mas quando ele raiava, procurava a sombra das árvores e telhas para me esconder.
Dizia que amava a chuva, mas ao ver uma gota originada das nuvens era o primeiro a me esconder. Dizia que amava os animais, mas ao me deparar com uma inocente formiga fazendo apenas seu trabalho, eu a matava.
Hoje me arrependo de ter usado tantas palavras desnecessárias, que seja um simples murmuro. Nesta carta venho apresentar a mim, as palavras que não sei mais falar.
(NICOLE, 7° ano)
José: sua carreira
Quem foi José? José foi um cara que veio de uma família muito pobre, que passou necessidade até os 13 anos de idade, que começou a trabalhar para ajudar em casa. Era de um bairro ruim.
Ele estudava em uma escola pública da cidade. As aulas de Português eram as favoritas de José. A professora Bianca foi quem descobriu seu talento, pois quando havia aulas de redação, José era o melhor sempre.
Porém, com poucas expectativas e um trabalho ilegal, José perdeu as esperanças. Até que um dia conheceu Flora; a filha do prefeito da cidade. No começo eram apenas amigos, mas hoje completam-se meses. Foi Flora quem deu esperanças renovadas. Ela além de amiga e namorada, era sua empresária. E foi assim que José conseguiu crescer profissionalmente. Com a ajuda de sua mulher Flora Drummond.
(DUDA, 7° ano)
E agora?
Eu sou José, um homem que um dia deixou acontecer, sem perceber, que o tempo passa. Que um dia teve palavras e não soube aproveitá-las. Um homem que só falava, mas não cumpria o que dizia. Eu dizia que amava o sol, mas quando ele raiava, procurava a sombra das árvores e telhas para me esconder.
Dizia que amava a chuva, mas ao ver uma gota originada das nuvens era o primeiro a me esconder. Dizia que amava os animais, mas ao me deparar com uma inocente formiga fazendo apenas seu trabalho, eu a matava.
Hoje me arrependo de ter usado tantas palavras desnecessárias, que seja um simples murmuro. Nesta carta venho apresentar a mim, as palavras que não sei mais falar.
(NICOLE, 7° ano)
José: sua carreira
Quem foi José? José foi um cara que veio de uma família muito pobre, que passou necessidade até os 13 anos de idade, que começou a trabalhar para ajudar em casa. Era de um bairro ruim.
Ele estudava em uma escola pública da cidade. As aulas de Português eram as favoritas de José. A professora Bianca foi quem descobriu seu talento, pois quando havia aulas de redação, José era o melhor sempre.
Porém, com poucas expectativas e um trabalho ilegal, José perdeu as esperanças. Até que um dia conheceu Flora; a filha do prefeito da cidade. No começo eram apenas amigos, mas hoje completam-se meses. Foi Flora quem deu esperanças renovadas. Ela além de amiga e namorada, era sua empresária. E foi assim que José conseguiu crescer profissionalmente. Com a ajuda de sua mulher Flora Drummond.
(DUDA, 7° ano)
domingo, 23 de março de 2014
"A dor é inevitável, o sofrimento é opcional." (Carlos Drummond de Andrade)
O padeiro
Meu nome é João, tenho 11 anos, sou filho de padeiro. Meu dia começa bem cedo pois tenho que ajudar meus pais a fazer pão, para podermos ganhar dinheiro para sobreviver. O sonho do meu pai é um dia ter uma casa na cidade grande, mas falta bastante.
Um dia quando estava cozinhando com meu pai, minha mãe apareceu gritando:
- Venham rápido!
Quando fui ver, meu irmão havia adoecido. Meses depois ele morreu e levou meus pais junto, pois não conseguiram superar. Fui o único que sobreviveu. Tive que continuar a minha vida.
Anos depois eu continuei com o trabalho da família, sempre trabalhando muito, mas o dinheiro nunca sobrava. Continuo trabalhando para um dia realizar o sonho do meu pai.
(Raphael, 6° ano)
A garota e a música
(Luciana, 6° ano)
O padeiro
Meu nome é João, tenho 11 anos, sou filho de padeiro. Meu dia começa bem cedo pois tenho que ajudar meus pais a fazer pão, para podermos ganhar dinheiro para sobreviver. O sonho do meu pai é um dia ter uma casa na cidade grande, mas falta bastante.
Um dia quando estava cozinhando com meu pai, minha mãe apareceu gritando:
- Venham rápido!
Quando fui ver, meu irmão havia adoecido. Meses depois ele morreu e levou meus pais junto, pois não conseguiram superar. Fui o único que sobreviveu. Tive que continuar a minha vida.
Anos depois eu continuei com o trabalho da família, sempre trabalhando muito, mas o dinheiro nunca sobrava. Continuo trabalhando para um dia realizar o sonho do meu pai.
(Raphael, 6° ano)
A garota e a música
Um belo dia eu nasci, uma criança linda com olhos brilhando de esperança. Eu recebi o nome de Luana.
Passaram-se muitos anos e cresci sendo uma menina maravilhosa, tinha uma imensa bondade no coração, assim como meu pai. Tive uma infância maravilhosa ao lado dele, brincando e me divertindo. Meu pai teve um sério problema de saúde que ao consultar o médico descobriu uma doença sem cura. Comecei a chorar e a cantar para distrair minha solidão. Resolvi passar estes últimos dias ao lado do meu pai da melhor forma possível.
Foi quando meu pai faleceu. Chorei bastante e gritei, não conseguia me conformar. Fiquei completamente solitária, pois minha mãe já havia morrido. Eu voltei a cantar e a escrever toda minha dor.
Eu cantava e escrevia porque a música me trazia ótimas lembranças que me consolava para entender o que aconteceu com meu pai era normal. Eu escrevia letras de música que costumávamos cantar juntos. Uma das frases era: "Que seja eterno enquanto dure" e "A dor é inevitável, o sofrimento é opcional".
(Luciana, 6° ano)
sábado, 15 de março de 2014
Um amor maléfico
Um dia a deusa da natureza, chamada Clara, estava em seu palácio com seus funcionários e o apaixonante rei. Clara era apaixonada por José, o rei, que também era apaixonado por ela.
Depois de se casarem a deusa descobre que está grávida. José promete tudo à ela: suas riquezas, seu amor. Meses depois ela tem seu filho, chamado de Felipinho. Só que Clara não estava feliz nem com o filho e nem com o casamento. Mesmo sendo apaixonada pelo rei, ela era má.
Quando ela teve seu filho José ficou muito feliz. Um dia Clara jogou um feitiço sobre Felipinho, dizendo que este jamais se apaixonaria e que nunca seria feliz. Mas seu marido desejava toda felicidade do mundo para ele, incluindo sua mulher, pois dizia que era o homem mais feliz da Terra por estar ao lado de Clara, que era linda. Ela falava o mesmo para ele, entretanto era tudo mentira.
Quando o filho cresceu virou um belo rapaz, mas não era feliz e não conseguia se apaixonar por ninguém. Um dia sua mãe estava muito irritada, brigou com José e disse ao filho que iria matá-lo. Felipinho ficou muito assustado. Passaram-se muitos dias e nada aconteceu. O rapaz já tinha esquecido das palavras ditas, mas a mãe não, pois ela tinha esta intenção.
O casal estava passando por momentos difíceis, brigando muito. Em uma madrugada quando todos estavam dormindo, Clara matou o marido. Ao amanhecer ela fingiu desespero, mas seu filho estava desconfiado que havia sido a mãe. Clara mais uma vez ameaça o filho, dizendo que faria o mesmo com ele. Este, por sua vez, não acreditava, não sabia se teria coragem.
E Clara realmente faz o mesmo com seu filho. Por fim ficou sozinha, sem filho e sem marido. Dizia que seria mais feliz sozinha, o que não aconteceu. Ela teve tudo, toda riqueza, mas não teve a felicidade. Quando não se tem felicidade não tem porque estar vivo. Ela não tinha amigos e vivia no palácio em completo vazio.
Assim ela viveu por muitos anos. Um dia ela tomou uma decisão em que resolveu se matar. E assim o fez. Todos no palácio ficaram desesperados. Alguns ficaram tristes, outros felizes, pois ficariam com joias e muito dinheiro. E assim teve fim a família do palácio.
(Lara, 8° ANO)
Quase impossível
Em um dia de muita chuva, Alice, a deusa das flores, estava correndo em busca de um telhado, pois estava chovendo muito e ela havia passado o dia todo no "Jardim flor", sua segunda casa. Lá cuidava das suas flores que localizava-se próximo ao "Tormentis", onde Paulo treinava seus relâmpagos e raios. Alice era apaixonada por ele desde que começou a plantar suas flores e Paulo também era apaixonado por ela, mas ambos não sabiam.
A mãe de Alice, Clarabel, deusa dos feitiços, não queria que ela amasse ninguém, pois ela matou o próprio marido com seus feitiços. Clarabel achava que Juseus, pai de Alice, tinha a traído e assim o matou.
Alice ficou debaixo de um telhado esperando a chuva passar, quando de repente a porta se abre. De repente aparece um garoto alto, bonito, forte. Quando Alice olha direito percebe que é Paulo. Como assim Paulo? Essa era a casa do pai que estava de viagem, no entanto, o filho ficou cuidando da casa.
Paulo observa e vê Alice toda molhada, tremendo e a chamou para entrar até a chuva acalmar. Insistiu até que ela dissesse sim. Eles entraram e fizeram um lanche. Alice viu algumas pulseiras com flores lindas e perguntou porque ele tinha tantas. Paulo disse que era da sua mãe, ex- deusa da fofura. Ele deu uma pulseira para ela e disse que era especial para ele. Alice ficou muito sem graça e agradeceu por tudo mas tinha que voltar para casa. Combinaram de se ver novamente.
No dia seguinte a mãe dela perguntou quem havia dado a pulseira para ela. A filha disse que foi Paulo e confessou que estava apaixonada. Clarabel estava surpresa, mas teve de aceitar, afinal não queria proibi-la. Mas disse para Paulo que se ele machucasse a filha iria pagar por isso. E por experiência própria...
Durante a semana eles se viram e almoçaram juntos. E foi em um destes dias que Paulo beijou Alice. Depois ele a pediu em namoro e ela aceitou. Clarabel gostou muito de Paulo e o mesmo com seu pai. E assim continuaram.
(Sol, 8° ANO)
* Produção textual de 26/02
Um dia a deusa da natureza, chamada Clara, estava em seu palácio com seus funcionários e o apaixonante rei. Clara era apaixonada por José, o rei, que também era apaixonado por ela.
Depois de se casarem a deusa descobre que está grávida. José promete tudo à ela: suas riquezas, seu amor. Meses depois ela tem seu filho, chamado de Felipinho. Só que Clara não estava feliz nem com o filho e nem com o casamento. Mesmo sendo apaixonada pelo rei, ela era má.
Quando ela teve seu filho José ficou muito feliz. Um dia Clara jogou um feitiço sobre Felipinho, dizendo que este jamais se apaixonaria e que nunca seria feliz. Mas seu marido desejava toda felicidade do mundo para ele, incluindo sua mulher, pois dizia que era o homem mais feliz da Terra por estar ao lado de Clara, que era linda. Ela falava o mesmo para ele, entretanto era tudo mentira.
Quando o filho cresceu virou um belo rapaz, mas não era feliz e não conseguia se apaixonar por ninguém. Um dia sua mãe estava muito irritada, brigou com José e disse ao filho que iria matá-lo. Felipinho ficou muito assustado. Passaram-se muitos dias e nada aconteceu. O rapaz já tinha esquecido das palavras ditas, mas a mãe não, pois ela tinha esta intenção.
O casal estava passando por momentos difíceis, brigando muito. Em uma madrugada quando todos estavam dormindo, Clara matou o marido. Ao amanhecer ela fingiu desespero, mas seu filho estava desconfiado que havia sido a mãe. Clara mais uma vez ameaça o filho, dizendo que faria o mesmo com ele. Este, por sua vez, não acreditava, não sabia se teria coragem.
E Clara realmente faz o mesmo com seu filho. Por fim ficou sozinha, sem filho e sem marido. Dizia que seria mais feliz sozinha, o que não aconteceu. Ela teve tudo, toda riqueza, mas não teve a felicidade. Quando não se tem felicidade não tem porque estar vivo. Ela não tinha amigos e vivia no palácio em completo vazio.
Assim ela viveu por muitos anos. Um dia ela tomou uma decisão em que resolveu se matar. E assim o fez. Todos no palácio ficaram desesperados. Alguns ficaram tristes, outros felizes, pois ficariam com joias e muito dinheiro. E assim teve fim a família do palácio.
(Lara, 8° ANO)
Quase impossível
Em um dia de muita chuva, Alice, a deusa das flores, estava correndo em busca de um telhado, pois estava chovendo muito e ela havia passado o dia todo no "Jardim flor", sua segunda casa. Lá cuidava das suas flores que localizava-se próximo ao "Tormentis", onde Paulo treinava seus relâmpagos e raios. Alice era apaixonada por ele desde que começou a plantar suas flores e Paulo também era apaixonado por ela, mas ambos não sabiam.
A mãe de Alice, Clarabel, deusa dos feitiços, não queria que ela amasse ninguém, pois ela matou o próprio marido com seus feitiços. Clarabel achava que Juseus, pai de Alice, tinha a traído e assim o matou.
Alice ficou debaixo de um telhado esperando a chuva passar, quando de repente a porta se abre. De repente aparece um garoto alto, bonito, forte. Quando Alice olha direito percebe que é Paulo. Como assim Paulo? Essa era a casa do pai que estava de viagem, no entanto, o filho ficou cuidando da casa.
Paulo observa e vê Alice toda molhada, tremendo e a chamou para entrar até a chuva acalmar. Insistiu até que ela dissesse sim. Eles entraram e fizeram um lanche. Alice viu algumas pulseiras com flores lindas e perguntou porque ele tinha tantas. Paulo disse que era da sua mãe, ex- deusa da fofura. Ele deu uma pulseira para ela e disse que era especial para ele. Alice ficou muito sem graça e agradeceu por tudo mas tinha que voltar para casa. Combinaram de se ver novamente.
No dia seguinte a mãe dela perguntou quem havia dado a pulseira para ela. A filha disse que foi Paulo e confessou que estava apaixonada. Clarabel estava surpresa, mas teve de aceitar, afinal não queria proibi-la. Mas disse para Paulo que se ele machucasse a filha iria pagar por isso. E por experiência própria...
Durante a semana eles se viram e almoçaram juntos. E foi em um destes dias que Paulo beijou Alice. Depois ele a pediu em namoro e ela aceitou. Clarabel gostou muito de Paulo e o mesmo com seu pai. E assim continuaram.
(Sol, 8° ANO)
* Produção textual de 26/02
terça-feira, 11 de março de 2014
A garota e o casamento
(Monalisa, de Leonardo da Vinci)
Há muitos anos atrás nasceu uma menina com um sorriso discreto, tímida, repleta de tristeza e felicidade. Seus pais chamaram-na Monalisa. Lisa era herdada da família de sua mãe, Lorena Lisa, e seu pai, um famoso comandante de guerra.
Em sua época, as mulheres não podiam ter opinião própria no que se refere ao casamento. Os pais escolhiam seus maridos e muitas vezes não eram de seu gosto, mas mesmo assim, eram obrigadas a se casarem.
Mona cresceu e adquiriu sentimentos próprios, vontades. E determinou-se a casar com quem quisesse. Mas no dia em que completou 20 anos, seu pai a apresentou a Leonardo da Vinci, do reino ao lado. Como já tinha dito aos pais; casaria com o homem de sua escolha. Mas como eles não a ouviram, marcaram o casamento para dois meses depois. E lá estava ela no altar.
Antes do sim, lembrou de quando tinha 15 anos. Quando teve seu primeiro namorado, escondido de sua família, pois Migué da Vinci era filho de empregados. Eles se apaixonaram, pois tinham um sonho em comum: pintar.
Depois voltou a realidade, pois o padre já havia perguntado pelo "sim" pela quarta vez. Antes que Monalisa pudesse dizer qualquer coisa, Migué da Vinci entrou com seu cavalo e disse:
- Pare este casamento!
Mona saiu correndo do altar, montou no seu cavalo e fugiu com o seu amor para Londres. O pai espalhou guardas pelo mundo para encontrá-la, porém como já tinha 20 anos, mandava em si mesma.
Juntos, Monalisa e Migué, viraram grandes artistas. Gostavam de pintar pessoas e retratar nelas seus sentimentos. Um dia decidiram pintar um ao outro. Migué pintou Mona e esta pintou Migué. Após alguns anos, Migué descobriu que tinha uma doença séria e os médicos disseram que era incurável. Uma semana e ele se foi, tão novo e cheio de esperança. Monalisa pegou a pintura que tinha feito dele e colocou em cima de seu caixão, como homenagem a ele.
O tempo passou e ela se sentia cada vez mais sozinha. A tristeza e o medo tomaram seu coração. Até pensou em voltar para casa, mas lembrou que seria obrigada a se casar. Então se matou, restando apenas um quadro mostrando sua tristeza e sua felicidade.
Depois de anos, seu quadro foi exposto em um museu famoso. Seus olhos te olham para qualquer lugar, pois Monalisa tenta encontrar a verdadeira felicidade em alguém.
(Christal, 7° ano)
quarta-feira, 5 de março de 2014
Monalisa
(Monalisa, de Leonardo da Vinci)
Gioconda Monalisa
Paris, dia 22 de agosto de 1500. Este foi o dia em que tudo aconteceu. Gioconda estava em um passeio de barco com Pablo Picasso que adorava o seu jeito tímido, porque ao mesmo tempo, era sedutor e atraente. Pablo decidiu fazer um quadro do rosto de Gioconda Monalisa, porém não deu certo.
Após Pablo tentar fazer a pintura, ele buscou Monalisa, pois queria vê-la novamente. Ao encontrá-la mostrou a beleza de Paris, o que a atraiu muito. Só que alguns anos depois Paris estava em guerra, fazendo Pablo ir para um país mais calmo. Ele escreveu uma carta dizendo:
"Nunca mais verei você Gioconda por causa desta guerra estúpida que separa muitos amores. Tente me enviar uma carta dizendo coisas bobas e tímidas para acalmar-me, pois gosto do seu jeito sedutor. Assinado: Pablo Picasso"
Quando Monalisa leu a carta, sua timidez desapareceu e foi atrás de Pablo. Fugiu de seu lugar seguro e foi para uma verdadeira guerra. Uma guerra contra a solidão e os sonhos. Mas não conseguiu. Seus pais nunca deixaram- na partir. Só que persistente, Gioconda conseguiu chegar até Pablo. Só que quando finalmente estava cara a cara com ele, uma menina de cabelos ruivos gritou:
- Gioconda!
Uma bomba explodiu, deixando mortos e feridos, inclusive Gioconda. Por sorte Pablo não morreu. Alguns anos depois, Picasso conheceu Leonardo da Vinci que pintou exatamente o rosto da amada Monalisa.
(PIETRA, 7° ANO)
La Gioconda
La Gioconda ou Monalisa nunca existiu. Ou será que sim? Porém o quadro não a retrata totalmente, pois Leonardo da Vinci, "criou" Monalisa para significar o universo, os dois lados, observando o mundo, observando a vida, a morte, o ruim, o bom, a felicidade e a tristeza, o homem e a mulher.
Da Vinci depois de passar anos buscando inspiração, sentou- se à beira de sua janela e observou até onde seus olhos alcançavam. Ao sair de lá começou a idealizar tudo o que há de bom, mas também o que há de ruim. Começou a pintar. De um lado idealizou a beleza de uma linda mulher e a pintou. Porém, colocou um aspecto ruim: as sombras, as trevas. Além disso, pintou a vida, as árvores. Assim atingiria o contraste de tristeza e felicidade. Do outro lado a morte reinou sobre ela. Na mulher há aspectos masculinos, tendo a outra metade como homem e nele está um leve e acentuado sorriso. Além de o lado masculino ter uma pequena elevação.
Ao finalizar, Leonardo deixou todas as emoções fluírem livremente. Agora estava entendendo sobre tudo, estava claro! O segredo de ter o extremo; felicidade, vida... É saber manuseá-las, saber deixar as emoções na pura metade, assim como existe o ying e yang, bom e ruim, vida e morte, tem de haver o ruim vivendo ao lado do bem para manter o equilíbrio. E assim, foi criado um grande enigma, a base do equilíbrio.
(JOÃO PEDRO DE M. ZUZZI, 7° ANO)
* Produção textual de 17/02
* Produção textual de 17/02
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Texto narrativo. Tema: As dualidades do ser humano
Leia o poema "Traduzir-se", de Ferreira Gullar.
Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/repofegu.htm#tradu
Um fato que faz todos os meus erros
Acordo pensando se de fato estou fazendo a coisa certa, sabendo que sempre acabo cometendo "besteiras". Minha autoestima sempre está baixa, pelo menos nesses últimos dias. Eu sei que uma parte de mim acredita que tudo vai passar e que nada me atingirá mais.
Sei que a outra parte de mim pesa, porque sabe e intui que a outra nunca vai acontecer. E sei que no fundo dos meus pensamentos há algo me dizendo para seguir minha vida e não pensar nisso.
As pessoas me perguntam porquê sou fraca com essas coisas e me "zoam" por vários motivos. Agora eu me pergunto: Por que sou assim? Por que sou tão fraca com essas coisas? Por que não consigo levar minha vida à frente, enquanto ando de lado?
(JULIANA, 9° ANO)
Segredos
Ela acordou no meio da madrugada, lembrando- se de tudo o que aconteceu na noite anterior. O ar da noite estava frio e arrepiante. Tessa caminhou descalça até o espelho que ficava na cômoda de seu quarto. Seu cabelo estava solto em seus ombros , seus olhos grandes e amendoados carregavam tristeza e mágoa.
Tessa perguntava se tudo o que Arya tinha lhe dito era verdade. Elas sempre foram melhores amigas, havia de confiar nela. Mas a cada vez que pensava nisso, ela ficava ainda mais confusa. Arya tinha pedido à Tessa para encontrá- la na ponte, onde sempre iam juntas.
Quando chegou sentiu a amiga hesitar. Tessa ficou assustada, não era comum ver Arya assim como se estivesse escondendo algo. Arya disse que não pretendia mais vê- la. Disse que estava correndo perigo, mas não poderia explicar, pois seria melhor que Tessa se afastasse.
Tessa voltou a realidade e estava em frente ao espelho novamente. Ela sentiu raiva pela amiga não confiar o bastante nela, mas também sentia- se culpada por talvez estar sendo injusta com Arya. Ela caminhou de volta para a cama e caiu no sono.
(GIULIA, 9° ANO)
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Dualidades
Texto narrativo
Tema: As dualidades do ser humano
Leia o poema "Traduzir-se", de Ferreira Gullar.
Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/repofegu.htm#tradu
Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/repofegu.htm#tradu
Mudou minha vida
Numa casa escura e vazia, vivia um garoto de 9 anos que se chamava Diego. Ele ficava o dia inteiro trancado no quarto pensando e estudando, enquanto seu pai vivia trabalhando e trabalhando, sem tempo para o filho.
Um dia Diego acordou e foi para a escola, enquanto seu pai já estava no trabalho. Na escola, Diego era um menino estudioso, mas que se isolava, não fazia trabalhos em grupo, não se manifestava na sala e não tinha amigos. Já aos 18 anos, Diego entrou para a faculdade de direito. Ainda sim, continuava o mesmo garoto quieto, isolado e estudioso.
Quando chegava em casa não via o pai, pois já havia saído. Não costumava ver muito a família, que no caso era praticamente seu pai. Não saía na rua, mas quando saía era maltratado pelos outros e no fundo sentia uma pequena dor por ser sempre excluído e solitário.
Anos passaram-se e Diego tornou-se um belo advogado, mas continuava sem amigos, mesmo na fase adulta, formado e independente. Nunca teve um grande amor. Seu pai já havia falecido, o que não foi muito difícil, pois nunca lhe deu muita atenção.
Sua rotina era trabalho, casa, trabalho, casa. Depois de anos no isolamento, decidiu finalmente fazer um curso de inglês. Nesse curso ele conheceu uma mulher chamada Vanessa, que era uma ótima amiga e conseguiu fazer de Diego uma pessoa mais sociável.
Depois de anos de amizade, Diego casou-se com Vanessa, que foi a grande mudança da sua vida.
(CECÍLIA, 8° ANO)
Rafael, um menino maluco
Rafael é um menino muito estranho, eu o conheci na escola, ele era aluno novo. No primeiro dia era muito quieto, não falava nada, não tentava se aproximar de ninguém. No segundo dia, chegou na sala como se conhecesse todo mundo, puxou conversa, como se estudasse por lá há anos.
Um dia eu e meus amigos fomos até a casa dele, pois nos havia convidado para ir à praia. Quando chegamos lá, Rafael se trancou no quarto com medo, pensando que éramos ladrões.
No dia seguinte, na escola, chegou falando conosco como se nada tivesse acontecido no dia anterior. A situação repetiu- se durante semanas. Até que um dia eu e meus amigos fomos investigar o caso com os pais de Rafael.
Eles nos contaram que ele sofria de uma falha na memória causada por um acidente de carro quando tinha 6 anos. A partir desse dia nós percebemos que devíamos nos apresentar e ajudá- lo em tudo. Nos tornamos grandes amigos a partir disso.
(THIAGO, 8° ANO)
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Texto narrativo
Tema: As dualidades do ser humano
Amanhã é meu casamento, não sei o que esperar do Nash. Ontem eu estava "pensando na vida" e acabei criando um música sobre ele. Quando eu o conheci ele era engraçado. Mas atualmente ele é a pessoa mais bipolar que já conheci!
Ele pode mudar seu humor em um minuto. Ele muda de opinião mais vezes que eu troco de roupa. Será que isso pode afetá-lo na hora do sim ou não? Sou uma das poucas pessoas que o Nash mostra suas "dualidades", o conheço melhor que a mim, sei o que ele sente.
Tem dias que ele acorda super feliz, faz meu café e tudo! Tem outros dias que eu saio até de casa e só volto para dormir, pra não ficarmos brigando. Eu espero que amanhã ele esteja de bom humor. Mas não posso reclamar, todos temos nossas dualidades. Algumas mais fortes, outras nem tanto. E mesmo que não seja sempre bom, temos que conviver com isso.
Acho que ele não seria burro a ponto de dizer não... Vai dar tudo certo, eu espero!
(MARIA CLARA, 9° ANO)
A questão do amor
Um garoto simples, na dele, porém com muitas perguntas não respondidas, com muitas dúvidas sobre as emoções das pessoas. Ele não compreendia porque as pessoas mudavam as decisões de um dia para o outro, porque mudavam seu comportamento, seu estado moral, sentimental. Ele não acreditava no amor ou em qualquer outro tipo de sentimento, por isso, não entendia as dualidades das pessoas. Ele questionava com seu amigo, que dizia que não o compreendia pelo fato de nunca ter vivido um grande amor.
Dias se passaram, até que o rapaz estava conversando com o amigo na sala de aula, quando viu e sentiu que a garota nova entrou na sala. Ele ficou mais feliz, não conseguia parar de pensar nela, mas se perguntava:
- Como assim? O que está acontecendo comigo?
Seu amigo respondeu:
- Está vendo? Te falei que isso era falta de amor.
O garoto foi para casa pensativo, questionando seu sentimento, mas não parava de pensar na garota.
O dia se passou, ele ainda questionava- se, porém estava, de certa forma, mais feliz. Na escola, mais calmo, olhou para a garota. Seus sentimentos ficaram mais fortes, o brilho do seus olhos foram realçados. E com todas essas emoções, finalmente entendeu a resposta das questões sentimentais.
Depois ele conheceu a garota melhor, todos os dias saía com ela. Após se conhecerem melhor formaram um belo casal. Um certo dia estavam sentados juntos, quando o garoto falou:
- Eu não acreditava no amor ou felicidade, mas quando te conheci, vi que tudo isto existe: o amor, alegria. Só precisei de alguém para mostrar e foi o que você fez comigo.
(ANDERSON, 9° ANO)
*Produção textual do dia 12/02
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Tema: Continuação criativa do texto "A ESPADA", de Luís Fernando Veríssimo.
Texto disponível em: http://dc363.4shared.com/doc/El4JYgeL/preview.html
Thunder Boy e suas aventuras
O marido começou a falar com a esposa que seu filho tinha sido levado pelo raio. A mulher ficou muito assustada e perguntou:
- Como isso aconteceu?
- Eu estava com ele na sala, estava bem triste na cadeira, então fui falar com ele, quando me disse que era o escolhido.
- Mas como? Pra quê?
- Disse que era o Thunder Boy. Para quê, também não sei.
A mãe do menino cai no chão e chora até não conseguir mais.
Anos depois do desaparecimento do filho, eles estavam assistindo uma matéria na TV, dizendo que o Thunder Boy voltou para combater o mal.
O menino apareceu e conversou com seus pais que ficaram muito felizes e o Cavaleiro Trovão ficou com sua família combatendo o mal, vivendo felizes para sempre.
(GABRIEL E RAPHAEL, 6° ANO)
A espada de Thunder Boy
O pai todo preocupado, foi com toda calma contar para sua esposa Rosie sobre o que tinha acabado de acontecer com seu filho, que foi levado pelo raio.
- Rosie, tenho que lhe contar uma coisa, mas preciso que sente primeiro.
- O que foi, querido?
- Nosso filho foi levado pelo raio!
- Ah? Como?
O marido de Rosie ficou muito tenso, não sabia o que falar... Foi quando veio um raio muito forte. Eles foram correndo para o quarto do menino e de repente ele apareceu. Seu pai perguntou assustado:
- O que aconteceu filho?
- Mãe, vem cá, tenho que te contar...
- Sim filho!
- Eu sou o Thunder Boy!
- Como? Pare de inventar!
- É verdade! O pai também não acreditou quando contei, mas pergunte a ele!
- Marido, você não me contou nada!
- Eu ia te contar!
Todos em seguida disseram "boa noite". O menino foi dormir e teve um sonho maluco de que estava combatendo o mal. Meses depois ele arrumou uma Thunder Girl que formou uma dupla com ele. Viajaram pelo mundo combatendo o mal. Estavam muito contentes com sua vida nova. Mas ao passar do tempo o garoto já estava com saudades dos pais e decidiram visitá- los.
O menino tocou a campainha:
- Oi pai!
- Filho, quanto tempo!
- Estava com saudades. Cadê a mãe?
- Está na cozinha.
O menino correu e abraçou a mãe. Ele contou tudo, principalmente sobre a menina. Sua mãe estava super feliz. Então fizeram uma festa e convidaram os seus amigos. O Thunder Boy pediu à Thunder Girl em casamento e tempos depois se casaram. Ficaram felizes e depois tiraram férias.
(GISELLA E MARIA CLARA, 6° ANO)
* Produção textual do dia 10/02
Texto disponível em: http://dc363.4shared.com/doc/El4JYgeL/preview.html
Thunder Boy e suas aventuras
O marido começou a falar com a esposa que seu filho tinha sido levado pelo raio. A mulher ficou muito assustada e perguntou:
- Como isso aconteceu?
- Eu estava com ele na sala, estava bem triste na cadeira, então fui falar com ele, quando me disse que era o escolhido.
- Mas como? Pra quê?
- Disse que era o Thunder Boy. Para quê, também não sei.
A mãe do menino cai no chão e chora até não conseguir mais.
Anos depois do desaparecimento do filho, eles estavam assistindo uma matéria na TV, dizendo que o Thunder Boy voltou para combater o mal.
O menino apareceu e conversou com seus pais que ficaram muito felizes e o Cavaleiro Trovão ficou com sua família combatendo o mal, vivendo felizes para sempre.
(GABRIEL E RAPHAEL, 6° ANO)
A espada de Thunder Boy
O pai todo preocupado, foi com toda calma contar para sua esposa Rosie sobre o que tinha acabado de acontecer com seu filho, que foi levado pelo raio.
- Rosie, tenho que lhe contar uma coisa, mas preciso que sente primeiro.
- O que foi, querido?
- Nosso filho foi levado pelo raio!
- Ah? Como?
O marido de Rosie ficou muito tenso, não sabia o que falar... Foi quando veio um raio muito forte. Eles foram correndo para o quarto do menino e de repente ele apareceu. Seu pai perguntou assustado:
- O que aconteceu filho?
- Mãe, vem cá, tenho que te contar...
- Sim filho!
- Eu sou o Thunder Boy!
- Como? Pare de inventar!
- É verdade! O pai também não acreditou quando contei, mas pergunte a ele!
- Marido, você não me contou nada!
- Eu ia te contar!
Todos em seguida disseram "boa noite". O menino foi dormir e teve um sonho maluco de que estava combatendo o mal. Meses depois ele arrumou uma Thunder Girl que formou uma dupla com ele. Viajaram pelo mundo combatendo o mal. Estavam muito contentes com sua vida nova. Mas ao passar do tempo o garoto já estava com saudades dos pais e decidiram visitá- los.
O menino tocou a campainha:
- Oi pai!
- Filho, quanto tempo!
- Estava com saudades. Cadê a mãe?
- Está na cozinha.
O menino correu e abraçou a mãe. Ele contou tudo, principalmente sobre a menina. Sua mãe estava super feliz. Então fizeram uma festa e convidaram os seus amigos. O Thunder Boy pediu à Thunder Girl em casamento e tempos depois se casaram. Ficaram felizes e depois tiraram férias.
(GISELLA E MARIA CLARA, 6° ANO)
* Produção textual do dia 10/02
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