Um amor maléfico
Um dia a deusa da natureza, chamada Clara, estava em seu palácio com seus funcionários e o apaixonante rei. Clara era apaixonada por José, o rei, que também era apaixonado por ela.
Depois de se casarem a deusa descobre que está grávida. José promete tudo à ela: suas riquezas, seu amor. Meses depois ela tem seu filho, chamado de Felipinho. Só que Clara não estava feliz nem com o filho e nem com o casamento. Mesmo sendo apaixonada pelo rei, ela era má.
Quando ela teve seu filho José ficou muito feliz. Um dia Clara jogou um feitiço sobre Felipinho, dizendo que este jamais se apaixonaria e que nunca seria feliz. Mas seu marido desejava toda felicidade do mundo para ele, incluindo sua mulher, pois dizia que era o homem mais feliz da Terra por estar ao lado de Clara, que era linda. Ela falava o mesmo para ele, entretanto era tudo mentira.
Quando o filho cresceu virou um belo rapaz, mas não era feliz e não conseguia se apaixonar por ninguém. Um dia sua mãe estava muito irritada, brigou com José e disse ao filho que iria matá-lo. Felipinho ficou muito assustado. Passaram-se muitos dias e nada aconteceu. O rapaz já tinha esquecido das palavras ditas, mas a mãe não, pois ela tinha esta intenção.
O casal estava passando por momentos difíceis, brigando muito. Em uma madrugada quando todos estavam dormindo, Clara matou o marido. Ao amanhecer ela fingiu desespero, mas seu filho estava desconfiado que havia sido a mãe. Clara mais uma vez ameaça o filho, dizendo que faria o mesmo com ele. Este, por sua vez, não acreditava, não sabia se teria coragem.
E Clara realmente faz o mesmo com seu filho. Por fim ficou sozinha, sem filho e sem marido. Dizia que seria mais feliz sozinha, o que não aconteceu. Ela teve tudo, toda riqueza, mas não teve a felicidade. Quando não se tem felicidade não tem porque estar vivo. Ela não tinha amigos e vivia no palácio em completo vazio.
Assim ela viveu por muitos anos. Um dia ela tomou uma decisão em que resolveu se matar. E assim o fez. Todos no palácio ficaram desesperados. Alguns ficaram tristes, outros felizes, pois ficariam com joias e muito dinheiro. E assim teve fim a família do palácio.
(Lara, 8° ANO)
Quase impossível
Em um dia de muita chuva, Alice, a deusa das flores, estava correndo em busca de um telhado, pois estava chovendo muito e ela havia passado o dia todo no "Jardim flor", sua segunda casa. Lá cuidava das suas flores que localizava-se próximo ao "Tormentis", onde Paulo treinava seus relâmpagos e raios. Alice era apaixonada por ele desde que começou a plantar suas flores e Paulo também era apaixonado por ela, mas ambos não sabiam.
A mãe de Alice, Clarabel, deusa dos feitiços, não queria que ela amasse ninguém, pois ela matou o próprio marido com seus feitiços. Clarabel achava que Juseus, pai de Alice, tinha a traído e assim o matou.
Alice ficou debaixo de um telhado esperando a chuva passar, quando de repente a porta se abre. De repente aparece um garoto alto, bonito, forte. Quando Alice olha direito percebe que é Paulo. Como assim Paulo? Essa era a casa do pai que estava de viagem, no entanto, o filho ficou cuidando da casa.
Paulo observa e vê Alice toda molhada, tremendo e a chamou para entrar até a chuva acalmar. Insistiu até que ela dissesse sim. Eles entraram e fizeram um lanche. Alice viu algumas pulseiras com flores lindas e perguntou porque ele tinha tantas. Paulo disse que era da sua mãe, ex- deusa da fofura. Ele deu uma pulseira para ela e disse que era especial para ele. Alice ficou muito sem graça e agradeceu por tudo mas tinha que voltar para casa. Combinaram de se ver novamente.
No dia seguinte a mãe dela perguntou quem havia dado a pulseira para ela. A filha disse que foi Paulo e confessou que estava apaixonada. Clarabel estava surpresa, mas teve de aceitar, afinal não queria proibi-la. Mas disse para Paulo que se ele machucasse a filha iria pagar por isso. E por experiência própria...
Durante a semana eles se viram e almoçaram juntos. E foi em um destes dias que Paulo beijou Alice. Depois ele a pediu em namoro e ela aceitou. Clarabel gostou muito de Paulo e o mesmo com seu pai. E assim continuaram.
(Sol, 8° ANO)
* Produção textual de 26/02
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