Gioconda Monalisa
Paris, dia 22 de agosto de 1500. Este foi o dia em que tudo aconteceu. Gioconda estava em um passeio de barco com Pablo Picasso que adorava o seu jeito tímido, porque ao mesmo tempo, era sedutor e atraente. Pablo decidiu fazer um quadro do rosto de Gioconda Monalisa, porém não deu certo.
Após Pablo tentar fazer a pintura, ele buscou Monalisa, pois queria vê-la novamente. Ao encontrá-la mostrou a beleza de Paris, o que a atraiu muito. Só que alguns anos depois Paris estava em guerra, fazendo Pablo ir para um país mais calmo. Ele escreveu uma carta dizendo:
"Nunca mais verei você Gioconda por causa desta guerra estúpida que separa muitos amores. Tente me enviar uma carta dizendo coisas bobas e tímidas para acalmar-me, pois gosto do seu jeito sedutor. Assinado: Pablo Picasso"
Quando Monalisa leu a carta, sua timidez desapareceu e foi atrás de Pablo. Fugiu de seu lugar seguro e foi para uma verdadeira guerra. Uma guerra contra a solidão e os sonhos. Mas não conseguiu. Seus pais nunca deixaram- na partir. Só que persistente, Gioconda conseguiu chegar até Pablo. Só que quando finalmente estava cara a cara com ele, uma menina de cabelos ruivos gritou:
- Gioconda!
Uma bomba explodiu, deixando mortos e feridos, inclusive Gioconda. Por sorte Pablo não morreu. Alguns anos depois, Picasso conheceu Leonardo da Vinci que pintou exatamente o rosto da amada Monalisa.
(PIETRA, 7° ANO)
La Gioconda
La Gioconda ou Monalisa nunca existiu. Ou será que sim? Porém o quadro não a retrata totalmente, pois Leonardo da Vinci, "criou" Monalisa para significar o universo, os dois lados, observando o mundo, observando a vida, a morte, o ruim, o bom, a felicidade e a tristeza, o homem e a mulher.
Da Vinci depois de passar anos buscando inspiração, sentou- se à beira de sua janela e observou até onde seus olhos alcançavam. Ao sair de lá começou a idealizar tudo o que há de bom, mas também o que há de ruim. Começou a pintar. De um lado idealizou a beleza de uma linda mulher e a pintou. Porém, colocou um aspecto ruim: as sombras, as trevas. Além disso, pintou a vida, as árvores. Assim atingiria o contraste de tristeza e felicidade. Do outro lado a morte reinou sobre ela. Na mulher há aspectos masculinos, tendo a outra metade como homem e nele está um leve e acentuado sorriso. Além de o lado masculino ter uma pequena elevação.
Ao finalizar, Leonardo deixou todas as emoções fluírem livremente. Agora estava entendendo sobre tudo, estava claro! O segredo de ter o extremo; felicidade, vida... É saber manuseá-las, saber deixar as emoções na pura metade, assim como existe o ying e yang, bom e ruim, vida e morte, tem de haver o ruim vivendo ao lado do bem para manter o equilíbrio. E assim, foi criado um grande enigma, a base do equilíbrio.
(JOÃO PEDRO DE M. ZUZZI, 7° ANO)
* Produção textual de 17/02
* Produção textual de 17/02
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