quarta-feira, 16 de abril de 2014

Manet

         
                                                      (O balcão, de Édouard Manet)

                                                     Eu, duas irmãs e uma flor

          Uma vez eu e minhas irmãs fomos à uma montanha para escalar, mas não sabíamos que lá havia a planta mais rara do mundo. Era uma orquídea de ouro vermelho que fabricava ouros raros. Minha irmã mais velha pegou a orquídea. Voltamos para casa e a plantamos.
          Para gerar ouro tinha que sair sangue nela. Minha irmã mais velha era louca pelo ouro raro, ficou se cortando a noite toda, até que amanheceu e nós dois vimos o corpo dela no chão cheio de sangue. Fomos correndo para o hospital. Depois de três anos minha irmã ficou boa e prometeu que não iria fazer mais isso. Fomos celebrar no melhor restaurante da cidade.
       
                                                      (Brayan, 8° ano)

                                                         
                                                           Família Espinosa

            No ano de 1950, as famílias eram muito certinhas, caseiras. Existia uma família chamada Espinosa, composta por um pai chamado Matteu Espinosa, uma madrasta chamada Julie, a filha Sky, o mordomo Taylor Jack e o pequeno cão chamado Nash.
            Todos achavam essa família muito normal, mas não era. O pai traía a esposa que estava grávida. Era envolvido com uma mulher do cabaret. A filha  Sky era proibida de ver o amor da sua vida, um rapaz chamado Cameron. O mordomo era um fugitivo da polícia e ninguém desconfiava, nem mesmo a própria família.
            Sky saía toda tarde para ver Cameron, dizendo para o pai que iria estudar. Até que um dia a madrasta descobriu e contou para o pai. Ele ficou uma fera, proibindo-a de sair para qualquer lugar desacompanhada.
            Sua madrasta descobriu que Matteu a traía. Eles quase se separaram, mas ele se desculpou. No final, ela se envolvia com o mordomo também e eles se separaram. Sky foi morar com a mãe e voltou a encontrar-se com Cameron.
                                               
                                                     (Rafaella, 8° ano)

                                                       O lindo balcão marrom

             Eu e minha família morávamos em uma cidadezinha, em uma casa muito antiga, de uma família rica no passado. A casa possuía um objeto muito valioso. 
             Uns dias depois, conhecemos a casa inteira e encontramos o objeto precioso: o balcão marrom. Pegamos o balcão e colocamos na varanda, mas todo mundo que passava olhava para ele. Foi quando tive a ideia de colocar minhas filhas sentadas quando alguém passava.
              Depois de muitos meses, nós tínhamos um empregado que parecia muito confiável, mas planejou roubar o balcão. No dia em que roubou, ele tropeçou e caiu juntamente com o objeto que caiu em cima dele. O empregado acabou morrendo. A família ficou com o balcão para sempre de geração à geração. 

                                                        (Airton, 8° ano)
             
   

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