sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Dualidades

Texto narrativo
Tema: As dualidades do ser humano
Leia o poema "Traduzir-se", de Ferreira Gullar. 
Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/repofegu.htm#tradu

                                                          Mudou minha vida

          Numa casa escura e vazia, vivia um garoto de 9 anos que se chamava Diego. Ele ficava o dia inteiro trancado no quarto pensando e estudando, enquanto seu pai vivia trabalhando e trabalhando, sem tempo para o filho. 
          Um dia Diego acordou e foi para a escola, enquanto seu pai já estava no trabalho. Na escola, Diego era um menino estudioso, mas que se isolava, não fazia trabalhos em grupo, não se manifestava na sala e não tinha amigos. Já aos 18 anos, Diego entrou para a faculdade de direito. Ainda sim, continuava o mesmo garoto quieto, isolado e estudioso.
          Quando chegava em casa não via o pai, pois já havia saído. Não costumava ver muito a família, que no caso era praticamente seu pai. Não saía na rua, mas quando saía era maltratado pelos outros e no fundo sentia uma pequena dor por ser sempre excluído e solitário.
          Anos passaram-se e Diego tornou-se um belo advogado, mas continuava sem amigos, mesmo na fase adulta, formado e independente. Nunca teve um grande amor. Seu pai já havia falecido, o que não foi muito difícil, pois nunca lhe deu muita atenção. 
          Sua rotina era trabalho, casa, trabalho, casa. Depois de anos no isolamento, decidiu finalmente fazer um curso de inglês. Nesse curso ele conheceu uma mulher chamada Vanessa, que era uma ótima amiga e conseguiu fazer de Diego uma pessoa mais sociável. 
          Depois de anos de amizade, Diego casou-se com Vanessa, que foi a grande mudança da sua vida. 

                                                 (CECÍLIA, 8° ANO)


                                              Rafael, um menino maluco
      
           Rafael é um menino muito estranho, eu o conheci na escola, ele era aluno novo. No primeiro dia era muito quieto, não falava nada, não tentava se aproximar de ninguém. No segundo dia, chegou na sala como se conhecesse todo mundo, puxou conversa, como se estudasse por lá há anos.
           Um dia eu e meus amigos fomos até a casa dele, pois nos havia convidado para ir à praia. Quando chegamos lá, Rafael se trancou no quarto com medo, pensando que éramos ladrões. 
           No dia seguinte, na escola, chegou falando conosco como se nada tivesse acontecido no dia anterior. A situação repetiu- se durante semanas. Até que um dia eu e meus amigos fomos investigar o caso com os pais de Rafael.
           Eles nos contaram que ele sofria de uma falha na memória causada por um acidente de carro quando tinha 6 anos. A partir desse dia nós percebemos que devíamos nos apresentar e ajudá- lo em tudo. Nos tornamos grandes amigos a partir disso.

                                                 (THIAGO, 8° ANO)


                                                     

2 comentários:

  1. Ceci amei "saudades eternas" assu!

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  2. nay, pow, morro de saudades de voce!!!!!, queria voce de vouuuuuuuta!!!
    bj assu

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