"Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei a escrever." (Clarice Lispector)
Mais um ano e o tempo cicatriza os dedos, num ciclo perpétuo. As palavras continuam indomáveis ao movimento arbitrário da vida. Escrever encara os medos, afugenta-os. É intimista, revelador, secreto. Neste jogo metalinguístico e paradoxal, produzir um texto é liberar a alma para a vida; é reflexão, indagação, sofrimento. Sobrepujar as cicatrizes, ser humano. Escrever a vida!
(Nayana Moraes, professora de Produção textual)
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