quarta-feira, 25 de novembro de 2015

O abatedouro

Diego Carvalho- 9º ano

         De onde ele veio? Por que havia nascido? Se perguntava o triste porco enquanto era levado ao abatedouro. Ninguém nunca havia dado importância pra ele, apenas o deixara com sua mãe para comer e transformar-se em comida futuramente. 
        Enquanto estava em uma gaiola imunda e em um caminhão velho, via apenas seus amigos reclamando, sem entender. Passada uma hora, o porco dormiu. Seu sonho era em um velho campo florido, com sua mãe e seus falecidos irmãos. Mas, tudo acabava com uma chuva vermelha de gosto amargo...Acordou assutado, pois estava em uma fila e todos estavam com medo. "Onde estou?", "O que é tudo isso?"
        Acalmando um pouco, notou que havia chegado ao destino: o abatedouro, pensou. Um tempo depois ouviu um barulho horrível que doía seus tímpanos. Percebeu que o banho de sangue havia começado, não tinha como fugir. Estava preso ali e o abatedor chegou, quando o porco fechou seus olhos. 
       Não estava morto ainda, pois o abatedor fazia carinho, conversava com ele. Assim, relaxou. Mas logo se assustou ao ouvir mais um grunhido. "Será que está tentando me acalmar antes de me matar?" Logo se lembrou que era inútil perguntar. Então, sem pensar, fechou os olhos e, mais uma vez, sonhou com sua mãe, abrindo um sorriso. Sentiu algo frio tocando seu coração e antes de morrer, indagou-se: "Pra quê tudo isso? Morrer para dar felicidade com a minha carne? Os humanos realmente são selvagens."
        Após pensar sobre isso, o porco caiu morto. Foi vendido por um preço barato e foi comido em um banquete!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Resenha Crítica- 9º ano

Resenha crítica, produzida pela aluna Ana Júlia (9º ano), sobre a obra de Clarice Lispector. 


UMA ESPERANÇA, DE
CLARICE LISPECTOR

Ana Júlia 

“O mal é que minha esperança ou é
Inexistente ou forte demais –
Esperança forte demais é infantil. ”
 (LISPECTOR, Clarice)

LISPECTOR, Clarice. Uma esperança.  Disponível em: http://claricelispector.blogspot.com.br/2008/07/uma-esperana.html   


                                              
    Uma Esperança é um conto de Clarice Lispector, escritora nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira. É reconhecida como uma das maiores escritoras do século XX. “A Hora da Estrela” foi seu último livro publicado enquanto ainda era viva. Clarice destaca-se pelo seu modo de escrever excêntrico e profundo.
         O conto revela uma simples situação do cotidiano encorpada de sensações e pensamentos, o que é comum nas obras de Clarice. Na aparição de uma esperança, emerge um mar de diferentes visões. Da criança, sempre curiosa, querendo preservar e entender o pequeno inseto. Da mãe, surge uma indagação sobre as diferentes esperanças e suas surpreendentes semelhanças.
       Como a esperança inseto, a outra esperança pousa e por ali fica. A autora cita a todo tempo como essa esperança é secreta e silenciosa, muitas vezes ilusória. A criança aponta as características da esperança relacionando-a indiretamente.

“-Ela é burrinha. Comentou o menino
-Sei disso, respondi um pouco trágica.
-Está agora procurando outro caminho, olhe,
coitada, como ela hesita.
-Sei, é assim mesmo.
-Parece que esperança não tem olhos, mamãe,
é guiada pelas antenas.
-Sei, continuei mais infeliz ainda”
(LISPECTOR, Clarice.)

       A esperança, a outra, também não possui olhos. É guiada por impulsos e sentimentos incontroláveis. É guiada pelo que ouve. Às vezes, também não é muito inteligente. Mesmo após tentativas fracassadas, ela continua ali, persistindo.
      Também pode ser cega, surda e muda. Insiste e continua mesmo quando ninguém mais acredita. É estranha e faz criar sonhos. É mágica, quase não se repara a sua presença. Silenciosa e repentina. Aparece do nada! Ora, toca e não se faz percebida. Quando nota-se sua existência, nada se fez, nada se faz. Deixe a esperança ali, parada, coitada, agindo de corpo e alma.
      Durante a observação da curiosa esperança, surge uma aranha motivada a acabar com ela. Rapidamente as crianças surgem com vassoura para matá-la. Aranha que desce na sua teia invisível se aproximando cada vez mais da esperança.
    Teia que vem se juntando há tempos, escondida, atrás do quadro esperando por sua chance de capturar e destruir a esperança alheia. Porém morta a aranha, a esperança pôde se instaurar e pousar na casa. “Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo. ” (LISPECTOR, Clarice.)
    Clarice Lispector mostra no conto como uma simples passagem de uma esperança pode fazer toda uma história filosófica se desenrolar na cabeça da autora. Não obstante de outras obras suas, Clarice enfoca a subjetividade humana. Desde pequena já tinha essa essência; quando mandava, com sete anos, contos para o jornal que nunca foram publicados, por não relatarem um acontecimento.
     “Como podemos notar neste depoimento,
Já desde tenra idade Clarice revelava um
traço insistente que se tornaria marca
essencial de sua produção literária.
Realmente, em lugar de um texto
que narre fatos e acontecimentos,
ela preferirá sempre escutar
as ressonâncias dos fatos
 na consciência do indivíduo. ”
(Trecho retirado do artigo “Considerações a respeito do existencialismo na obra de Clarice Lispector.)

           Em suma, as obras de Clarice Lispector trazem ao leitor uma nova perspectiva de coisas aparentemente insignificantes da vida. Desde um sagui, passando por um empréstimo de um livro, até uma simples esperança. E é por essa identidade única, que Clarice Lispector foi e continua sendo uma das maiores e mais importantes escritoras que o mundo teve o prazer de conhecer.

Referências bibliográficas

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Artigo científico

Caros alunos, abaixo a formatação referente ao artigo científico:
Fiquem atentos ao prazo. 

* 1) Programa necessário: Word;
* 2) Fonte: Times New Roman - 12;
* 3) Texto alinhado a esquerda e justificado;
* 4) Margem: esquerda (3 cm),  direita (2 cm), Superior  (2 cm) e Inferior (2 cm).
* 5) Papel branco, em formato A4, em disposição vertical;
* 6) Todas as folhas devem receber a numeração a partir da introdução, sendo que no inicio de cada capítulo, se oculta o número das páginas.
* 7) O texto deve ser digitado em espaço 1,5 – nas entrelinhas – utilizando apenas a frente da folha (anverso), jamais o seu verso;

8) Citação- fora do corpo do texto- tamanho 10. Alinhamento a direita.
9) Referências; 
Ex: MORAES, Nayana. Nome do livro. Editora, cidade, ano (de impressão do livro).
      De internet; MORAES, Nayana.   Link


ABAIXO ALGUNS MODELOS DE TRABALHO PARA QUE OBSERVEM A FORMATAÇÃO:

http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28452/000769926.pdf?sequence=1
http://www.historia.ufpr.br/monografias/2010/2_sem_2010/lara_taline_santos.pdf


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Poemas- 6º ano

                                                    (Quadro do artista Van Gogh)

A fazenda da vida

A fazenda da minha vida
que produz toneladas de trigo
que tem solo fértil como nunca
que num pôr do sol sabe aproveitar.

O homem  solitário ali caminha
até encontrar o coração
e se encravar lá.

A plantação está produzindo
o rio está fluindo
as flores estão nascendo
até o sol se pôr
e o homem se recolher.
Até a fazenda morrer na escuridão.

(Ângelo)


AS FLORES

Será que as pessoas são como as flores?
Repleta de alegria e com cores...
As vezes murchas, tristes e com um
grande aperto no coração.

O aperto no coração vem
quando me lembro de você.
Você é a flor que perfuma
o meu jardim.

Sou como as flores são com a água:
não consigo viver sem você. 

(Carolina Tardeli)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Resenha final- 9º ano

      Retomando os estudos sobre Clarice Lispector, a resenha crítica do 4º bimestre será desenvolvida a partir de um dos cinco contos da autora listados abaixo:

  1. Felicidade Clandestina
  2. Uma galinha
  3. O primeiro beijo
  4. Uma tarde plena
  5. Uma esperança
       Para tal, o aluno deverá escolher apenas UM destes contos para elaborar a resenha. A data limite para envio por e-mail é 26/10 (segunda-feira). A formatação segue a mesma dos bimestres anteriores:

Digitado em Word.
Fonte Times New Roman ou Arial. Tamanho 12.
Espaçamento 1,5 entre linhas.
Margem 2,5 (Todos os lados). Justificado
Citação até 3 linhas, entre aspas, no corpo do texto. Mais do que isso, letra tamanho 10, alinhamento à direita.

Referências bibliográficas (e de internet)
Estas se referem a todo material de pesquisa para construção intelectual de sua resenha.
Exemplo: MORAES, Nayana. Nome do livro. Editora, Cidade, ano.

O uso desta formatação é muito importante para a avaliação do seu trabalho que tem valor total de Dois pontos.

OBS: Lembrando que sua resenha deverá conter mínimo de duas páginas.
________________________________________________________________

ABAIXO ESTÃO OS CINCO CONTOS DISPONÍVEIS PARA LEITURA:








sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Projeto sobre Direitos Humanos- 8º ano

       Caros alunos do 8º ano, abaixo alguns modelos de projeto de fomento aos Direitos Humanos.  É importane observar estes projetos para um melhor desenvolvimento do seu trabalho. Lembrando que a proposta deve ser algo viável, do ponto de vista financeiro e prático para as políticas públicas. 
Campanha  de conscientização é a palavra chave para desenvolvê-lo.

ABAIXO:

http://www.vale.com/PT/aboutvale/sustainability/Documents/guia-direitos-humanos-03-12-2013.pdf

http://www.mp.ro.gov.br/documents/29249/159186/Projetos+CAO-INF+Conscientizar+e+Proteger.pdf/13baf9d6-9e17-4086-b372-7a5001044663

http://www.fundodireitoshumanos.org.br/v2/pt/projects/view/associacao-das-comunidades-indigenas-de-putyra-kapuamo-acipk-amazonas

http://www.simposioestadopoliticas.ufu.br/imagens/anais/pdf/BC13.pdf



segunda-feira, 4 de maio de 2015

DOM QUIXOTE

Abaixo alguns elementos que contribuem para discussão de sua resenha crítica:

                                          (Análise sobre o contexto de Dom Quixote)


Artigo sobre Dom Quixote, de Miguel de Cervantes. Esse artigo pode ser usado como citação, mas jamais como cópia.

http://www.periodicos.usp.br/eav/article/view/10091/11663

OBS: Lembrando que a data limite para envio por email é 12 de junho. Mínimo de duas páginas.

domingo, 12 de abril de 2015

As crônicas de Spider-man e Super-man

             O Shaolin e o Hulk estavam passeando com seu caminhão da Volvo pelas ruas de Búzios. De repente, o Mickey aparece na frente do caminhão. 
             - Socorro! Socorro!- disse o Mickey apavorado.
             O Hulk, sem experiência no volante, passou por cima das perninhas do Mickey. Em seguida, param o automóvel em frente a Cinderela e o homem verde diz:
             - Ei, gatinha, me ajuda a levar o ratinho ao hospital? - disse em tom sedutor.
             - Não dá! O Wolverine está com Ebola no hospital e não pode entrar nem sair ninguém.
            Desesperado, Hulk deixa o caminhão estacionado e pega seu mini-jato e leva Mickey, que estava desacordado, até  um lugar bem distante, conhecido como José Gonçalves. Chegando lá, o ratinho acorda e fala:
            - O que aconteceu?
            - Ahhhhhh!
            Após algumas horas enterrando o Mickey, o protagonista volta para o estacionamento. Pega o caminhão e parte para Tão Tão distante com Cinderela. Shaolin estava dormindo no banco de trás. Quando acorda, pergunta com voz de sono:
           - O que houve? Perdi alguma coisa?
           Hulk responde tranquilamente:
           - Não, Shaolin! Você não perdeu nada, só o último episódio de Funboy e Chunchun.

(Airton e Lucas, 9° ano)
         
           

Atrasado

              Certa quarta-feira, Joseval acordou atrasado para a ir à escola. Levantou correndo da cama e foi se vestir.
            -Essa não! Tenho 20 minutos para chegar à escola!
            Joseval morava mais longe, por isso, o ônibus passava cedo. Ele decidiu ir com a sua bicicleta. Estava pedalando a cinco minutos quando passou por cima de um vidro quebrado e o pneu da bicicleta furou. 
            - Ei, moço!- disse para o homem mais próximo dele.
            - Você sabe onde fica o conserto mais próximo?
            - Ih rapaz, fica uns dez minutos de carro. Mas se quiser eu te dou uma carona.
            Passaram-se 10 minutos e chegaram ao conserto. A aula de Joseval já havia começado. Subiu em sua bicicleta e foi rumo à escola. Chegando ao portão, percebeu que o colégio estava fechado. Tocou o interfone para ver se descobria o que estava acontecendo. 
            - Alô?- um funcionário atendeu.
            - Oi, eu sou aluno do 2° ano e me atrasei. Será que posso entrar?
            - Não tem aula hoje!
            - Como assim?
            - É feriado, meu filho!

(Roberta, 9° ano)
         

quinta-feira, 26 de março de 2015

Vítor e Gabriela

Sinopse: Vítor era um garoto muito malvado e que gostava de magoar as garotas. Mas com o tempo, percebeu que estava errado.      

              Em uma cidade muito violenta, havia muitos vilões. O mais perigoso de todos se chamava Vítor Vale. Era muito bonito e muito popular na escola, as garotas gostavam muito dele. Mas tinha uma menina que se chamava Gabriela, que quando viu Vítor pela primeira vez, se apaixonou.
               Gabi não sabia que Vítor era um garoto mal, que magoava as pessoas, era frio e grosso. Até que ela decidiu contar para sua amiga que estava gostando dele. Durante a conversa, sua amiga contou as coisas horríveis que Vítor fazia. Gabriela ficou assustada e resolveu ir falar com o menino, disse que estava apaixonada. Ele contou sua história, disse que as garotas nunca tinham dado valor a ele e decidiu agir da mesma forma com os outros. Ela disse:
               - Mas você já parou pra pensar que existem garotas diferentes?
              Vítor ficou pensativo e foi embora.
              No outro dia, Vítor olhou nos olhos de Gabi e percebeu  que estava apaixonado. Foi então que decidiu contar pra ela.
               - Gabriela, eu parei para pensar e percebi que você não é igual as outras garotas. Estou muito apaixonado por você. 
              Gabriela fica sem jeito, mas diz:
              - Eu também gosto muito de você!
              Eles se abraçam e Vítor finalmente descobre que se apaixonou por alguém de verdade, pela garota certa.
                        
                                                      (Géssica e Catarina, 7° ano)

quinta-feira, 12 de março de 2015

Monalisa

                                                   (Monalisa, de Leonardo da Vinci)

           Monalisa era princesa de Milão, morava em um castelo, mas o pai não a deixava sair de casa. Um dia ela fugiu, na noite, sem nenhum guarda ver. Na manhã seguinte, o pai pensou que a sequestraram. Todos os guardas procuraram em toda Milão, mas não a encontraram.
        Monalisa encontrou uma casa para se esconder. Nesse lugar, ela conheceu um homem que deu comida para ela. Depois de cinco dias, voltou ao castelo com aquele homem e se casaram. Depois pediu a um pintor famoso para fazer o quadro dela que se chamou Monalisa.

                                           (LUCAS, 6° ano)

sábado, 28 de fevereiro de 2015

O raio

Continuação de "A espada", de Luís Fernando Veríssimo.

- Amor, nosso filho virou Thunder Boy.
Risadas da mulher:
-Tá né?!
- É sério, eu não estou brincando!
- Esse super herói não existe, que dirá nosso filho.
O marido insiste:
- Então vá no quarto!
Ao chegar no quarto, depara-se com o menino.
- Amor, você está louco! Ele está vendo TV.
- Mas eu tenho certeza que ele atravessou a janela.
A esposa diz:
- Você tem que ir ao psicólogo imediatamente.
A mãe chama o filho:
- Filhooooooooo!
O menino responde:
- O que foi, mãe?
- Você é o Thunder Boy?
- Não, mãe.
O filho chama o pai em particular:
- Pai, eu sou Thunder boy.
O pai grita:
- Amor! Ele é o Thunder boy!
Pela segunda vez a mãe pergunta:
- Você é esse super herói?
- Não, mamãe.
O pai fica irritado.
- Ninguém acredita em mim.
De repente, teve um apagão e o menino sumiu. Nunca mais o viram. E o chamaram de defensor da galáxia.

                                         (Victória, Hyllary e Mariana, 6° ano)



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A história de Thunder Boy

Continuação de "A espada", de Luís Fernando Veríssimo. Texto disponível em: https://portallos.wordpress.com/2008/03/29/cronicas-verissimo-a-espada/


- Então, nosso filho desapareceu.
- O que? Me explica isso direito.
- Sabe esse trovão que você viu? Não foi coisa do tempo, foi nosso filho.
- Hahaha! Até parece que ele controla o tempo.
- No começo eu também achava mentira, mas ele pegou a espada, subiu na janela e gritou "RAMIL". Do nada desapareceu.
O agora Thunder Boy foi para uma Terra distante em que havia muitas pessoas iguais a ele, ou seja, meninos e meninas escolhidos para serem heróis. Lá ele encontrou a garota Trovão e ela era linda. A Thunder girl tinha os cabelos cacheados, loiros e pele branquinha como a neve. Eles se apaixonaram.
Os dois viveram salvando o mundo juntos. E assim, acabou a história, com o amor e alegria de Thunder Boy e Thunder Girl.

                                      (Carolina, Giulia e Jennifer, 6° ano)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mais um ano


         Cada ano é uma indagação e provavelmente as respostas nunca apareçam. Pensar é transgredir, já diria um belo texto de Lya Luft. Desta forma, escrever é transgredir a si mesmo. Suas falhas, seus segredos, suas tristezas e alegrias. É revelar-se, mantendo nas palavras o enigma.
      Por que escrever? É sempre a pergunta feita cada vez que surge uma atividade proposta. É sempre o "por quê"; e isto já é a chama necessária do pensar. É abandonar a preguiça da acomodação rotineira e "espiar" para dentro, para o mundo. Os desafios da vida e suas fases de crescimento sempre transbordam no papel, por mais difícil que seja fazê-lo. 
      Mais um ano e as palavras não morrem jamais.


                      (Nayana Moraes, professora de Redação)