Diego Carvalho- 9º ano
De onde ele veio? Por que havia nascido? Se perguntava o triste porco enquanto era levado ao abatedouro. Ninguém nunca havia dado importância pra ele, apenas o deixara com sua mãe para comer e transformar-se em comida futuramente.
Enquanto estava em uma gaiola imunda e em um caminhão velho, via apenas seus amigos reclamando, sem entender. Passada uma hora, o porco dormiu. Seu sonho era em um velho campo florido, com sua mãe e seus falecidos irmãos. Mas, tudo acabava com uma chuva vermelha de gosto amargo...Acordou assutado, pois estava em uma fila e todos estavam com medo. "Onde estou?", "O que é tudo isso?"
Acalmando um pouco, notou que havia chegado ao destino: o abatedouro, pensou. Um tempo depois ouviu um barulho horrível que doía seus tímpanos. Percebeu que o banho de sangue havia começado, não tinha como fugir. Estava preso ali e o abatedor chegou, quando o porco fechou seus olhos.
Não estava morto ainda, pois o abatedor fazia carinho, conversava com ele. Assim, relaxou. Mas logo se assustou ao ouvir mais um grunhido. "Será que está tentando me acalmar antes de me matar?" Logo se lembrou que era inútil perguntar. Então, sem pensar, fechou os olhos e, mais uma vez, sonhou com sua mãe, abrindo um sorriso. Sentiu algo frio tocando seu coração e antes de morrer, indagou-se: "Pra quê tudo isso? Morrer para dar felicidade com a minha carne? Os humanos realmente são selvagens."
Após pensar sobre isso, o porco caiu morto. Foi vendido por um preço barato e foi comido em um banquete!
Textos dos alunos do 6° ao 9° ano do Instituto Dominus de Educação Búzios-RJ. Porque alunos se ligam em ideias e palavras!
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Resenha Crítica- 9º ano
Resenha crítica, produzida pela aluna Ana Júlia (9º ano), sobre a obra de Clarice Lispector.
UMA ESPERANÇA, DE
CLARICE LISPECTOR
Ana Júlia
“O mal é que
minha esperança ou é
Inexistente ou
forte demais –
Esperança forte
demais é infantil. ”
(LISPECTOR, Clarice)
LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. Disponível em: http://claricelispector.blogspot.com.br/2008/07/uma-esperana.html
Uma Esperança é um conto de Clarice
Lispector, escritora nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira. É
reconhecida como uma das maiores escritoras do século XX. “A Hora da Estrela”
foi seu último livro publicado enquanto ainda era viva. Clarice destaca-se pelo
seu modo de escrever excêntrico e profundo.
O
conto revela uma simples situação do cotidiano encorpada de sensações e
pensamentos, o que é comum nas obras de Clarice. Na aparição de uma esperança,
emerge um mar de diferentes visões. Da criança, sempre curiosa, querendo
preservar e entender o pequeno inseto. Da mãe, surge uma indagação sobre as
diferentes esperanças e suas surpreendentes semelhanças.
Como
a esperança inseto, a outra esperança pousa e por ali fica. A autora cita a
todo tempo como essa esperança é secreta e silenciosa, muitas vezes ilusória. A
criança aponta as características da esperança relacionando-a indiretamente.
“-Ela é burrinha. Comentou o menino
-Sei disso, respondi um pouco trágica.
-Está agora procurando outro caminho, olhe,
coitada, como ela hesita.
-Sei, é assim mesmo.
-Parece que esperança não tem olhos, mamãe,
é guiada pelas antenas.
-Sei, continuei mais infeliz ainda”
(LISPECTOR, Clarice.)
A esperança, a outra, também não possui
olhos. É guiada por impulsos e sentimentos incontroláveis. É guiada pelo que
ouve. Às vezes, também não é muito inteligente. Mesmo após tentativas
fracassadas, ela continua ali, persistindo.
Também pode ser cega, surda e muda.
Insiste e continua mesmo quando ninguém mais acredita. É estranha e faz criar
sonhos. É mágica, quase não se repara a sua presença. Silenciosa e repentina.
Aparece do nada! Ora, toca e não se faz percebida. Quando nota-se sua
existência, nada se fez, nada se faz. Deixe a esperança ali, parada, coitada,
agindo de corpo e alma.
Durante a observação da curiosa
esperança, surge uma aranha motivada a acabar com ela. Rapidamente as crianças
surgem com vassoura para matá-la. Aranha que desce na sua teia invisível se
aproximando cada vez mais da esperança.
Teia
que vem se juntando há tempos, escondida, atrás do quadro esperando por sua
chance de capturar e destruir a esperança alheia. Porém morta a aranha, a esperança
pôde se instaurar e pousar na casa. “Não havia dúvida: a esperança pousara em
casa, alma e corpo. ” (LISPECTOR, Clarice.)
Clarice Lispector mostra no conto como uma
simples passagem de uma esperança pode fazer toda uma história filosófica se
desenrolar na cabeça da autora. Não obstante de outras obras suas, Clarice
enfoca a subjetividade humana. Desde pequena já tinha essa essência; quando
mandava, com sete anos, contos para o jornal que nunca foram publicados, por
não relatarem um acontecimento.
“Como podemos notar neste
depoimento,
Já desde tenra idade Clarice
revelava um
traço insistente que se tornaria
marca
Realmente, em
lugar de um texto
que narre fatos e
acontecimentos,
ela preferirá
sempre escutar
as ressonâncias
dos fatos
na consciência do indivíduo. ”
(Trecho retirado
do artigo “Considerações a respeito do
existencialismo na obra de Clarice Lispector.)
Em suma, as obras de Clarice
Lispector trazem ao leitor uma nova perspectiva de coisas aparentemente
insignificantes da vida. Desde um sagui, passando por um empréstimo de um
livro, até uma simples esperança. E é por essa identidade única, que Clarice
Lispector foi e continua sendo uma das maiores e mais importantes escritoras
que o mundo teve o prazer de conhecer.
Referências bibliográficas
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Artigo científico
Caros alunos, abaixo a formatação referente ao artigo científico:
Fiquem atentos ao prazo.
* 1) Programa necessário: Word;
* 2) Fonte: Times New Roman - 12;
* 3) Texto alinhado a esquerda e justificado;
* 4) Margem: esquerda (3 cm), direita (2 cm), Superior (2 cm) e Inferior (2 cm).
* 5) Papel branco, em formato A4, em disposição vertical;
* 6) Todas as folhas devem receber a numeração a partir da introdução, sendo que no inicio de cada capítulo, se oculta o número das páginas.
* 7) O texto deve ser digitado em espaço 1,5 – nas entrelinhas – utilizando apenas a frente da folha (anverso), jamais o seu verso;
8) Citação- fora do corpo do texto- tamanho 10. Alinhamento a direita.
9) Referências;
Ex: MORAES, Nayana. Nome do livro. Editora, cidade, ano (de impressão do livro).
De internet; MORAES, Nayana. Link
ABAIXO ALGUNS MODELOS DE TRABALHO PARA QUE OBSERVEM A FORMATAÇÃO:
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28452/000769926.pdf?sequence=1
http://www.historia.ufpr.br/monografias/2010/2_sem_2010/lara_taline_santos.pdf
Fiquem atentos ao prazo.
* 1) Programa necessário: Word;
* 2) Fonte: Times New Roman - 12;
* 3) Texto alinhado a esquerda e justificado;
* 4) Margem: esquerda (3 cm), direita (2 cm), Superior (2 cm) e Inferior (2 cm).
* 5) Papel branco, em formato A4, em disposição vertical;
* 6) Todas as folhas devem receber a numeração a partir da introdução, sendo que no inicio de cada capítulo, se oculta o número das páginas.
* 7) O texto deve ser digitado em espaço 1,5 – nas entrelinhas – utilizando apenas a frente da folha (anverso), jamais o seu verso;
8) Citação- fora do corpo do texto- tamanho 10. Alinhamento a direita.
9) Referências;
Ex: MORAES, Nayana. Nome do livro. Editora, cidade, ano (de impressão do livro).
De internet; MORAES, Nayana. Link
ABAIXO ALGUNS MODELOS DE TRABALHO PARA QUE OBSERVEM A FORMATAÇÃO:
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28452/000769926.pdf?sequence=1
http://www.historia.ufpr.br/monografias/2010/2_sem_2010/lara_taline_santos.pdf
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Poemas- 6º ano
(Quadro do artista Van Gogh)
A fazenda da vida
A fazenda da minha vida
que produz toneladas de trigo
que tem solo fértil como nunca
que num pôr do sol sabe aproveitar.
O homem solitário ali caminha
até encontrar o coração
e se encravar lá.
A plantação está produzindo
o rio está fluindo
as flores estão nascendo
até o sol se pôr
e o homem se recolher.
Até a fazenda morrer na escuridão.
(Ângelo)
AS FLORES
Será que as pessoas são como as flores?
Repleta de alegria e com cores...
As vezes murchas, tristes e com um
grande aperto no coração.
O aperto no coração vem
quando me lembro de você.
Você é a flor que perfuma
o meu jardim.
Sou como as flores são com a água:
não consigo viver sem você.
(Carolina Tardeli)
A fazenda da vida
A fazenda da minha vida
que produz toneladas de trigo
que tem solo fértil como nunca
que num pôr do sol sabe aproveitar.
O homem solitário ali caminha
até encontrar o coração
e se encravar lá.
A plantação está produzindo
o rio está fluindo
as flores estão nascendo
até o sol se pôr
e o homem se recolher.
Até a fazenda morrer na escuridão.
(Ângelo)
AS FLORES
Será que as pessoas são como as flores?
Repleta de alegria e com cores...
As vezes murchas, tristes e com um
grande aperto no coração.
O aperto no coração vem
quando me lembro de você.
Você é a flor que perfuma
o meu jardim.
Sou como as flores são com a água:
não consigo viver sem você.
(Carolina Tardeli)
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Resenha final- 9º ano
Retomando os estudos sobre Clarice Lispector, a resenha crítica do 4º bimestre será desenvolvida a partir de um dos cinco contos da autora listados abaixo:
- Felicidade Clandestina
- Uma galinha
- O primeiro beijo
- Uma tarde plena
- Uma esperança
Para tal, o aluno deverá escolher apenas UM destes contos para elaborar a resenha. A data limite para envio por e-mail é 26/10 (segunda-feira). A formatação segue a mesma dos bimestres anteriores:
Digitado em Word.
Fonte Times New Roman ou Arial. Tamanho 12.
Espaçamento 1,5 entre linhas.
Margem 2,5 (Todos os lados). Justificado
Citação até 3 linhas, entre aspas, no corpo do texto. Mais do que isso, letra tamanho 10, alinhamento à direita.
Referências bibliográficas (e de internet)
Estas se referem a todo material de pesquisa para construção intelectual de sua resenha.
Exemplo: MORAES, Nayana. Nome do livro. Editora, Cidade, ano.
O uso desta formatação é muito importante para a avaliação do seu trabalho que tem valor total de Dois pontos.
OBS: Lembrando que sua resenha deverá conter mínimo de duas páginas.
Fonte Times New Roman ou Arial. Tamanho 12.
Espaçamento 1,5 entre linhas.
Margem 2,5 (Todos os lados). Justificado
Citação até 3 linhas, entre aspas, no corpo do texto. Mais do que isso, letra tamanho 10, alinhamento à direita.
Referências bibliográficas (e de internet)
Estas se referem a todo material de pesquisa para construção intelectual de sua resenha.
Exemplo: MORAES, Nayana. Nome do livro. Editora, Cidade, ano.
O uso desta formatação é muito importante para a avaliação do seu trabalho que tem valor total de Dois pontos.
OBS: Lembrando que sua resenha deverá conter mínimo de duas páginas.
________________________________________________________________
ABAIXO ESTÃO OS CINCO CONTOS DISPONÍVEIS PARA LEITURA:
1. Felicidade Clandestina- http://pagina-de-vida.blogspot.com.br/2007/05/felicidade-clandestina-clarice.html
2. Uma galinha- http://demiracatu.xpg.uol.com.br/Noticias/UMA%20GALINHA.pdf
3. O primeiro beijo- http://contobrasileiro.com.br/?p=2628
4. Uma tarde plena- http://claricelispector.blogspot.com.br/2008/09/uma-tarde-plena.html
5. Uma esperança- http://claricelispector.blogspot.com.br/2008/07/uma-esperana.html
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Projeto sobre Direitos Humanos- 8º ano
Caros alunos do 8º ano, abaixo alguns modelos de projeto de fomento aos Direitos Humanos. É importane observar estes projetos para um melhor desenvolvimento do seu trabalho. Lembrando que a proposta deve ser algo viável, do ponto de vista financeiro e prático para as políticas públicas.
Campanha de conscientização é a palavra chave para desenvolvê-lo.
ABAIXO:
http://www.mp.ro.gov.br/documents/29249/159186/Projetos+CAO-INF+Conscientizar+e+Proteger.pdf/13baf9d6-9e17-4086-b372-7a5001044663
http://www.fundodireitoshumanos.org.br/v2/pt/projects/view/associacao-das-comunidades-indigenas-de-putyra-kapuamo-acipk-amazonas
http://www.simposioestadopoliticas.ufu.br/imagens/anais/pdf/BC13.pdf
segunda-feira, 4 de maio de 2015
DOM QUIXOTE
Abaixo alguns elementos que contribuem para discussão de sua resenha crítica:
(Análise sobre o contexto de Dom Quixote)
Artigo sobre Dom Quixote, de Miguel de Cervantes. Esse artigo pode ser usado como citação, mas jamais como cópia.
http://www.periodicos.usp.br/eav/article/view/10091/11663
OBS: Lembrando que a data limite para envio por email é 12 de junho. Mínimo de duas páginas.
Artigo sobre Dom Quixote, de Miguel de Cervantes. Esse artigo pode ser usado como citação, mas jamais como cópia.
http://www.periodicos.usp.br/eav/article/view/10091/11663
OBS: Lembrando que a data limite para envio por email é 12 de junho. Mínimo de duas páginas.
domingo, 12 de abril de 2015
As crônicas de Spider-man e Super-man
O Shaolin e o Hulk estavam passeando com seu caminhão da Volvo pelas ruas de Búzios. De repente, o Mickey aparece na frente do caminhão.
- Socorro! Socorro!- disse o Mickey apavorado.
O Hulk, sem experiência no volante, passou por cima das perninhas do Mickey. Em seguida, param o automóvel em frente a Cinderela e o homem verde diz:
- Ei, gatinha, me ajuda a levar o ratinho ao hospital? - disse em tom sedutor.
- Não dá! O Wolverine está com Ebola no hospital e não pode entrar nem sair ninguém.
Desesperado, Hulk deixa o caminhão estacionado e pega seu mini-jato e leva Mickey, que estava desacordado, até um lugar bem distante, conhecido como José Gonçalves. Chegando lá, o ratinho acorda e fala:
- O que aconteceu?
- Ahhhhhh!
Após algumas horas enterrando o Mickey, o protagonista volta para o estacionamento. Pega o caminhão e parte para Tão Tão distante com Cinderela. Shaolin estava dormindo no banco de trás. Quando acorda, pergunta com voz de sono:
- O que houve? Perdi alguma coisa?
Hulk responde tranquilamente:
- Não, Shaolin! Você não perdeu nada, só o último episódio de Funboy e Chunchun.
- Socorro! Socorro!- disse o Mickey apavorado.
O Hulk, sem experiência no volante, passou por cima das perninhas do Mickey. Em seguida, param o automóvel em frente a Cinderela e o homem verde diz:
- Ei, gatinha, me ajuda a levar o ratinho ao hospital? - disse em tom sedutor.
- Não dá! O Wolverine está com Ebola no hospital e não pode entrar nem sair ninguém.
Desesperado, Hulk deixa o caminhão estacionado e pega seu mini-jato e leva Mickey, que estava desacordado, até um lugar bem distante, conhecido como José Gonçalves. Chegando lá, o ratinho acorda e fala:
- O que aconteceu?
- Ahhhhhh!
Após algumas horas enterrando o Mickey, o protagonista volta para o estacionamento. Pega o caminhão e parte para Tão Tão distante com Cinderela. Shaolin estava dormindo no banco de trás. Quando acorda, pergunta com voz de sono:
- O que houve? Perdi alguma coisa?
Hulk responde tranquilamente:
- Não, Shaolin! Você não perdeu nada, só o último episódio de Funboy e Chunchun.
(Airton e Lucas, 9° ano)
Atrasado
Certa quarta-feira, Joseval acordou atrasado para a ir à escola. Levantou correndo da cama e foi se vestir.
-Essa não! Tenho 20 minutos para chegar à escola!
Joseval morava mais longe, por isso, o ônibus passava cedo. Ele decidiu ir com a sua bicicleta. Estava pedalando a cinco minutos quando passou por cima de um vidro quebrado e o pneu da bicicleta furou.
- Ei, moço!- disse para o homem mais próximo dele.
- Você sabe onde fica o conserto mais próximo?
- Ih rapaz, fica uns dez minutos de carro. Mas se quiser eu te dou uma carona.
Passaram-se 10 minutos e chegaram ao conserto. A aula de Joseval já havia começado. Subiu em sua bicicleta e foi rumo à escola. Chegando ao portão, percebeu que o colégio estava fechado. Tocou o interfone para ver se descobria o que estava acontecendo.
- Alô?- um funcionário atendeu.
- Oi, eu sou aluno do 2° ano e me atrasei. Será que posso entrar?
- Não tem aula hoje!
- Como assim?
- É feriado, meu filho!
-Essa não! Tenho 20 minutos para chegar à escola!
Joseval morava mais longe, por isso, o ônibus passava cedo. Ele decidiu ir com a sua bicicleta. Estava pedalando a cinco minutos quando passou por cima de um vidro quebrado e o pneu da bicicleta furou.
- Ei, moço!- disse para o homem mais próximo dele.
- Você sabe onde fica o conserto mais próximo?
- Ih rapaz, fica uns dez minutos de carro. Mas se quiser eu te dou uma carona.
Passaram-se 10 minutos e chegaram ao conserto. A aula de Joseval já havia começado. Subiu em sua bicicleta e foi rumo à escola. Chegando ao portão, percebeu que o colégio estava fechado. Tocou o interfone para ver se descobria o que estava acontecendo.
- Alô?- um funcionário atendeu.
- Oi, eu sou aluno do 2° ano e me atrasei. Será que posso entrar?
- Não tem aula hoje!
- Como assim?
- É feriado, meu filho!
(Roberta, 9° ano)
quinta-feira, 26 de março de 2015
Vítor e Gabriela
Sinopse: Vítor era um garoto muito malvado e que gostava de magoar as garotas. Mas com o tempo, percebeu que estava errado.
Em uma cidade muito violenta, havia muitos vilões. O mais perigoso de todos se chamava Vítor Vale. Era muito bonito e muito popular na escola, as garotas gostavam muito dele. Mas tinha uma menina que se chamava Gabriela, que quando viu Vítor pela primeira vez, se apaixonou.
Gabi não sabia que Vítor era um garoto mal, que magoava as pessoas, era frio e grosso. Até que ela decidiu contar para sua amiga que estava gostando dele. Durante a conversa, sua amiga contou as coisas horríveis que Vítor fazia. Gabriela ficou assustada e resolveu ir falar com o menino, disse que estava apaixonada. Ele contou sua história, disse que as garotas nunca tinham dado valor a ele e decidiu agir da mesma forma com os outros. Ela disse:
- Mas você já parou pra pensar que existem garotas diferentes?
Vítor ficou pensativo e foi embora.
No outro dia, Vítor olhou nos olhos de Gabi e percebeu que estava apaixonado. Foi então que decidiu contar pra ela.
- Gabriela, eu parei para pensar e percebi que você não é igual as outras garotas. Estou muito apaixonado por você.
Gabriela fica sem jeito, mas diz:
- Eu também gosto muito de você!
Eles se abraçam e Vítor finalmente descobre que se apaixonou por alguém de verdade, pela garota certa.
(Géssica e Catarina, 7° ano)
Em uma cidade muito violenta, havia muitos vilões. O mais perigoso de todos se chamava Vítor Vale. Era muito bonito e muito popular na escola, as garotas gostavam muito dele. Mas tinha uma menina que se chamava Gabriela, que quando viu Vítor pela primeira vez, se apaixonou.
Gabi não sabia que Vítor era um garoto mal, que magoava as pessoas, era frio e grosso. Até que ela decidiu contar para sua amiga que estava gostando dele. Durante a conversa, sua amiga contou as coisas horríveis que Vítor fazia. Gabriela ficou assustada e resolveu ir falar com o menino, disse que estava apaixonada. Ele contou sua história, disse que as garotas nunca tinham dado valor a ele e decidiu agir da mesma forma com os outros. Ela disse:
- Mas você já parou pra pensar que existem garotas diferentes?
Vítor ficou pensativo e foi embora.
No outro dia, Vítor olhou nos olhos de Gabi e percebeu que estava apaixonado. Foi então que decidiu contar pra ela.
- Gabriela, eu parei para pensar e percebi que você não é igual as outras garotas. Estou muito apaixonado por você.
Gabriela fica sem jeito, mas diz:
- Eu também gosto muito de você!
Eles se abraçam e Vítor finalmente descobre que se apaixonou por alguém de verdade, pela garota certa.
(Géssica e Catarina, 7° ano)
quinta-feira, 12 de março de 2015
Monalisa
(Monalisa, de Leonardo da Vinci)
Monalisa era princesa de Milão, morava em um castelo, mas o pai não a deixava sair de casa. Um dia ela fugiu, na noite, sem nenhum guarda ver. Na manhã seguinte, o pai pensou que a sequestraram. Todos os guardas procuraram em toda Milão, mas não a encontraram.
Monalisa encontrou uma casa para se esconder. Nesse lugar, ela conheceu um homem que deu comida para ela. Depois de cinco dias, voltou ao castelo com aquele homem e se casaram. Depois pediu a um pintor famoso para fazer o quadro dela que se chamou Monalisa.
(LUCAS, 6° ano)
Monalisa era princesa de Milão, morava em um castelo, mas o pai não a deixava sair de casa. Um dia ela fugiu, na noite, sem nenhum guarda ver. Na manhã seguinte, o pai pensou que a sequestraram. Todos os guardas procuraram em toda Milão, mas não a encontraram.
Monalisa encontrou uma casa para se esconder. Nesse lugar, ela conheceu um homem que deu comida para ela. Depois de cinco dias, voltou ao castelo com aquele homem e se casaram. Depois pediu a um pintor famoso para fazer o quadro dela que se chamou Monalisa.
(LUCAS, 6° ano)
sábado, 28 de fevereiro de 2015
O raio
Continuação de "A espada", de Luís Fernando Veríssimo.
- Amor, nosso filho virou Thunder Boy.
Risadas da mulher:
-Tá né?!
- É sério, eu não estou brincando!
- Esse super herói não existe, que dirá nosso filho.
O marido insiste:
- Então vá no quarto!
Ao chegar no quarto, depara-se com o menino.
- Amor, você está louco! Ele está vendo TV.
- Mas eu tenho certeza que ele atravessou a janela.
A esposa diz:
- Você tem que ir ao psicólogo imediatamente.
A mãe chama o filho:
- Filhooooooooo!
O menino responde:
- O que foi, mãe?
- Você é o Thunder Boy?
- Não, mãe.
O filho chama o pai em particular:
- Pai, eu sou Thunder boy.
O pai grita:
- Amor! Ele é o Thunder boy!
Pela segunda vez a mãe pergunta:
- Você é esse super herói?
- Não, mamãe.
O pai fica irritado.
- Ninguém acredita em mim.
De repente, teve um apagão e o menino sumiu. Nunca mais o viram. E o chamaram de defensor da galáxia.
(Victória, Hyllary e Mariana, 6° ano)
- Amor, nosso filho virou Thunder Boy.
Risadas da mulher:
-Tá né?!
- É sério, eu não estou brincando!
- Esse super herói não existe, que dirá nosso filho.
O marido insiste:
- Então vá no quarto!
Ao chegar no quarto, depara-se com o menino.
- Amor, você está louco! Ele está vendo TV.
- Mas eu tenho certeza que ele atravessou a janela.
A esposa diz:
- Você tem que ir ao psicólogo imediatamente.
A mãe chama o filho:
- Filhooooooooo!
O menino responde:
- O que foi, mãe?
- Você é o Thunder Boy?
- Não, mãe.
O filho chama o pai em particular:
- Pai, eu sou Thunder boy.
O pai grita:
- Amor! Ele é o Thunder boy!
Pela segunda vez a mãe pergunta:
- Você é esse super herói?
- Não, mamãe.
O pai fica irritado.
- Ninguém acredita em mim.
De repente, teve um apagão e o menino sumiu. Nunca mais o viram. E o chamaram de defensor da galáxia.
(Victória, Hyllary e Mariana, 6° ano)
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
A história de Thunder Boy
Continuação de "A espada", de Luís Fernando Veríssimo. Texto disponível em: https://portallos.wordpress.com/2008/03/29/cronicas-verissimo-a-espada/
- Então, nosso filho desapareceu.
- O que? Me explica isso direito.
- Sabe esse trovão que você viu? Não foi coisa do tempo, foi nosso filho.
- Hahaha! Até parece que ele controla o tempo.
- No começo eu também achava mentira, mas ele pegou a espada, subiu na janela e gritou "RAMIL". Do nada desapareceu.
O agora Thunder Boy foi para uma Terra distante em que havia muitas pessoas iguais a ele, ou seja, meninos e meninas escolhidos para serem heróis. Lá ele encontrou a garota Trovão e ela era linda. A Thunder girl tinha os cabelos cacheados, loiros e pele branquinha como a neve. Eles se apaixonaram.
Os dois viveram salvando o mundo juntos. E assim, acabou a história, com o amor e alegria de Thunder Boy e Thunder Girl.
(Carolina, Giulia e Jennifer, 6° ano)
- Então, nosso filho desapareceu.
- O que? Me explica isso direito.
- Sabe esse trovão que você viu? Não foi coisa do tempo, foi nosso filho.
- Hahaha! Até parece que ele controla o tempo.
- No começo eu também achava mentira, mas ele pegou a espada, subiu na janela e gritou "RAMIL". Do nada desapareceu.
O agora Thunder Boy foi para uma Terra distante em que havia muitas pessoas iguais a ele, ou seja, meninos e meninas escolhidos para serem heróis. Lá ele encontrou a garota Trovão e ela era linda. A Thunder girl tinha os cabelos cacheados, loiros e pele branquinha como a neve. Eles se apaixonaram.
Os dois viveram salvando o mundo juntos. E assim, acabou a história, com o amor e alegria de Thunder Boy e Thunder Girl.
(Carolina, Giulia e Jennifer, 6° ano)
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Mais um ano
Cada ano é uma indagação e provavelmente as respostas nunca apareçam. Pensar é transgredir, já diria um belo texto de Lya Luft. Desta forma, escrever é transgredir a si mesmo. Suas falhas, seus segredos, suas tristezas e alegrias. É revelar-se, mantendo nas palavras o enigma.
Por que escrever? É sempre a pergunta feita cada vez que surge uma atividade proposta. É sempre o "por quê"; e isto já é a chama necessária do pensar. É abandonar a preguiça da acomodação rotineira e "espiar" para dentro, para o mundo. Os desafios da vida e suas fases de crescimento sempre transbordam no papel, por mais difícil que seja fazê-lo.
Mais um ano e as palavras não morrem jamais.
(Nayana Moraes, professora de Redação)
Assinar:
Comentários (Atom)