Cada ano é uma indagação e provavelmente as respostas nunca apareçam. Pensar é transgredir, já diria um belo texto de Lya Luft. Desta forma, escrever é transgredir a si mesmo. Suas falhas, seus segredos, suas tristezas e alegrias. É revelar-se, mantendo nas palavras o enigma.
Por que escrever? É sempre a pergunta feita cada vez que surge uma atividade proposta. É sempre o "por quê"; e isto já é a chama necessária do pensar. É abandonar a preguiça da acomodação rotineira e "espiar" para dentro, para o mundo. Os desafios da vida e suas fases de crescimento sempre transbordam no papel, por mais difícil que seja fazê-lo.
Mais um ano e as palavras não morrem jamais.
(Nayana Moraes, professora de Redação)
Nenhum comentário:
Postar um comentário