Eu, duas irmãs e uma flor
Uma vez eu e minhas irmãs fomos à uma montanha para escalar, mas não sabíamos que lá havia a planta mais rara do mundo. Era uma orquídea de ouro vermelho que fabricava ouros raros. Minha irmã mais velha pegou a orquídea. Voltamos para casa e a plantamos.
Para gerar ouro tinha que sair sangue nela. Minha irmã mais velha era louca pelo ouro raro, ficou se cortando a noite toda, até que amanheceu e nós dois vimos o corpo dela no chão cheio de sangue. Fomos correndo para o hospital. Depois de três anos minha irmã ficou boa e prometeu que não iria fazer mais isso. Fomos celebrar no melhor restaurante da cidade.
(Brayan, 8° ano)
Família Espinosa
No ano de 1950, as famílias eram muito certinhas, caseiras. Existia uma família chamada Espinosa, composta por um pai chamado Matteu Espinosa, uma madrasta chamada Julie, a filha Sky, o mordomo Taylor Jack e o pequeno cão chamado Nash.
Todos achavam essa família muito normal, mas não era. O pai traía a esposa que estava grávida. Era envolvido com uma mulher do cabaret. A filha Sky era proibida de ver o amor da sua vida, um rapaz chamado Cameron. O mordomo era um fugitivo da polícia e ninguém desconfiava, nem mesmo a própria família.
Sky saía toda tarde para ver Cameron, dizendo para o pai que iria estudar. Até que um dia a madrasta descobriu e contou para o pai. Ele ficou uma fera, proibindo-a de sair para qualquer lugar desacompanhada.
Sua madrasta descobriu que Matteu a traía. Eles quase se separaram, mas ele se desculpou. No final, ela se envolvia com o mordomo também e eles se separaram. Sky foi morar com a mãe e voltou a encontrar-se com Cameron.
(Rafaella, 8° ano)
O lindo balcão marrom
Eu e minha família morávamos em uma cidadezinha, em uma casa muito antiga, de uma família rica no passado. A casa possuía um objeto muito valioso.
Uns dias depois, conhecemos a casa inteira e encontramos o objeto precioso: o balcão marrom. Pegamos o balcão e colocamos na varanda, mas todo mundo que passava olhava para ele. Foi quando tive a ideia de colocar minhas filhas sentadas quando alguém passava.
Depois de muitos meses, nós tínhamos um empregado que parecia muito confiável, mas planejou roubar o balcão. No dia em que roubou, ele tropeçou e caiu juntamente com o objeto que caiu em cima dele. O empregado acabou morrendo. A família ficou com o balcão para sempre de geração à geração.
(Airton, 8° ano)
