Continuação de "A espada", de Luís Fernando Veríssimo.
- Amor, nosso filho virou Thunder Boy.
Risadas da mulher:
-Tá né?!
- É sério, eu não estou brincando!
- Esse super herói não existe, que dirá nosso filho.
O marido insiste:
- Então vá no quarto!
Ao chegar no quarto, depara-se com o menino.
- Amor, você está louco! Ele está vendo TV.
- Mas eu tenho certeza que ele atravessou a janela.
A esposa diz:
- Você tem que ir ao psicólogo imediatamente.
A mãe chama o filho:
- Filhooooooooo!
O menino responde:
- O que foi, mãe?
- Você é o Thunder Boy?
- Não, mãe.
O filho chama o pai em particular:
- Pai, eu sou Thunder boy.
O pai grita:
- Amor! Ele é o Thunder boy!
Pela segunda vez a mãe pergunta:
- Você é esse super herói?
- Não, mamãe.
O pai fica irritado.
- Ninguém acredita em mim.
De repente, teve um apagão e o menino sumiu. Nunca mais o viram. E o chamaram de defensor da galáxia.
(Victória, Hyllary e Mariana, 6° ano)
Textos dos alunos do 6° ao 9° ano do Instituto Dominus de Educação Búzios-RJ. Porque alunos se ligam em ideias e palavras!
sábado, 28 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
A história de Thunder Boy
Continuação de "A espada", de Luís Fernando Veríssimo. Texto disponível em: https://portallos.wordpress.com/2008/03/29/cronicas-verissimo-a-espada/
- Então, nosso filho desapareceu.
- O que? Me explica isso direito.
- Sabe esse trovão que você viu? Não foi coisa do tempo, foi nosso filho.
- Hahaha! Até parece que ele controla o tempo.
- No começo eu também achava mentira, mas ele pegou a espada, subiu na janela e gritou "RAMIL". Do nada desapareceu.
O agora Thunder Boy foi para uma Terra distante em que havia muitas pessoas iguais a ele, ou seja, meninos e meninas escolhidos para serem heróis. Lá ele encontrou a garota Trovão e ela era linda. A Thunder girl tinha os cabelos cacheados, loiros e pele branquinha como a neve. Eles se apaixonaram.
Os dois viveram salvando o mundo juntos. E assim, acabou a história, com o amor e alegria de Thunder Boy e Thunder Girl.
(Carolina, Giulia e Jennifer, 6° ano)
- Então, nosso filho desapareceu.
- O que? Me explica isso direito.
- Sabe esse trovão que você viu? Não foi coisa do tempo, foi nosso filho.
- Hahaha! Até parece que ele controla o tempo.
- No começo eu também achava mentira, mas ele pegou a espada, subiu na janela e gritou "RAMIL". Do nada desapareceu.
O agora Thunder Boy foi para uma Terra distante em que havia muitas pessoas iguais a ele, ou seja, meninos e meninas escolhidos para serem heróis. Lá ele encontrou a garota Trovão e ela era linda. A Thunder girl tinha os cabelos cacheados, loiros e pele branquinha como a neve. Eles se apaixonaram.
Os dois viveram salvando o mundo juntos. E assim, acabou a história, com o amor e alegria de Thunder Boy e Thunder Girl.
(Carolina, Giulia e Jennifer, 6° ano)
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Mais um ano
Cada ano é uma indagação e provavelmente as respostas nunca apareçam. Pensar é transgredir, já diria um belo texto de Lya Luft. Desta forma, escrever é transgredir a si mesmo. Suas falhas, seus segredos, suas tristezas e alegrias. É revelar-se, mantendo nas palavras o enigma.
Por que escrever? É sempre a pergunta feita cada vez que surge uma atividade proposta. É sempre o "por quê"; e isto já é a chama necessária do pensar. É abandonar a preguiça da acomodação rotineira e "espiar" para dentro, para o mundo. Os desafios da vida e suas fases de crescimento sempre transbordam no papel, por mais difícil que seja fazê-lo.
Mais um ano e as palavras não morrem jamais.
(Nayana Moraes, professora de Redação)
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