Gênero: Texto teatral
Entra Roberto na cena pulando corda:
- Um, dois, três, quatro... quatro, três, dois, um...
Maria chega desesperada:
- Robertoooooooo! Você precisa me ajudar!
Roberto: - Meu Deus, que desespero criatura! O que foi?
Maria: - Você não vai acreditar! A Genoveva fugiu.
Roberto: - Como assim? O que é isso?
Maria: - Minha formiga, acredita? Ela veio correndo aqui para o jardim. Ela estava prestes a se casar com seu Dorival. Ela fugiu do casamento.
Roberto: - Não acredito nisso! Estava quase batendo meu recorde no pula- corda, mas se ela fugiu deve ter tido algum motivo, certo?
Maria: - Não sei, será que ela é contra o seu próprio casamento?
Roberto: - Quem tem que saber é você. Mas vou te ajudar a procurar para você parar de encher meu saco! Como é sua formiga?
Maria: - Não sei muito, ela era avermelhada, mas meu sonho desapareceu quando acordei.
Roberto (espantado): - Sonho?
Maria: - Pois é...
Roberto: - Não acredito que fiquei meia hora ouvindo isso e perdendo tempo!
Maria: - É por uma boa causa, pode acreditar!
Um grupo de pessoas entra em cena e grita:
Grupo: - Surpresa!!!
Roberto: - Não acredito (fala emocionado).
E todos continuam curtindo a festa surpresa.
(Ana Cecília, 8° ano)
Textos dos alunos do 6° ao 9° ano do Instituto Dominus de Educação Búzios-RJ. Porque alunos se ligam em ideias e palavras!
segunda-feira, 30 de junho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Preconceito
Texto dissertativo-argumentativo
Tema: Preconceito
O preconceito existe há muito tempo. Na própria História houve muitos casos, como na Revolução Industrial em que as mulheres lutaram por melhores condições de trabalho e o direito ao voto, pois apenas os homens podiam votar.
No Holocausto, na segunda guerra mundial, onde o motivo de tanta matança foi o preconceito, Hitler e seus aliados foram responsáveis pela morte de 6 milhões de judeus, negros, homossexuais e de pessoas que iam contra o nazismo. Ainda existiu também o grupo Ku Klux Klan que perseguia negros o os espancava.
Na atualidade, existem também vários casos de preconceito. Um deles com imigrantes. Nos Estados Unidos, há muitos casos de preconceito com os mexicanos que lá moram e também, na maioria dos lugares, há desrespeito pelas diferenças sociais.
O preconceito não será erradicado pela sociedade. São pequenas coisas que fazemos, que aos poucos, torna-se muito bom. O princípio básico é não se irritar com ofensas. A sociedade também pode ajudar, como a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho e estimulá-las ao crescimento. Assim, pode-se viver melhor e libertar o mundo do preconceito.
(Ana Júlia, 8° ano)
Tema: Preconceito
O preconceito existe há muito tempo. Na própria História houve muitos casos, como na Revolução Industrial em que as mulheres lutaram por melhores condições de trabalho e o direito ao voto, pois apenas os homens podiam votar.
No Holocausto, na segunda guerra mundial, onde o motivo de tanta matança foi o preconceito, Hitler e seus aliados foram responsáveis pela morte de 6 milhões de judeus, negros, homossexuais e de pessoas que iam contra o nazismo. Ainda existiu também o grupo Ku Klux Klan que perseguia negros o os espancava.
Na atualidade, existem também vários casos de preconceito. Um deles com imigrantes. Nos Estados Unidos, há muitos casos de preconceito com os mexicanos que lá moram e também, na maioria dos lugares, há desrespeito pelas diferenças sociais.
O preconceito não será erradicado pela sociedade. São pequenas coisas que fazemos, que aos poucos, torna-se muito bom. O princípio básico é não se irritar com ofensas. A sociedade também pode ajudar, como a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho e estimulá-las ao crescimento. Assim, pode-se viver melhor e libertar o mundo do preconceito.
(Ana Júlia, 8° ano)
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Muitas perguntas, poucas respostas
"Quem já não se perguntou: sou um monstro ou isto é ser uma pessoa? Quero antes afiançar que essa moça não se conhece senão através de ir vivendo à toa. Se tivesse a tolice de se perguntar "quem sou eu?'' cairia estatelada e em cheio no chão. É que "quem sou eu?" provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto."
(Clarice Lispector, em: A hora da estrela)
Aline, uma jovem moça questionadora, é órfã de pai. Dia após dia se sente incompleta. Tem muitas perguntas e poucas respostas. Não entende nem o sentido da vida. Para que vivemos? Quem realmente somos? Não como nos mostramos para os outros ou como somos vistos.
Será que vivemos para tentar passar nossas melhores impressões e mostrar ao mundo o quanto somos felizes? Ou para tentar aproveitar da melhor forma possível nossa breve passagem, sem ter de nos importarmos com o que as pessoas pensam de nós? Estamos nesta luta para fazer a diferença ou apenas marcar a vida de alguém de forma inesquecível?
Por enquanto, para a jovem órfã, a vida continua sendo uma constante busca pelas respostas. Que talvez, um dia, sejam respondidas.
(Gabriella, 9° ano)
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