Eu lembro do meu tempo perdido.
Só instinto de brincar,
tempo perdido, preso à uma folha
de minha árvore da vida.
Soltou-se, perdeu-se no tempo
e só me resta lembranças da
minha infância.
O tempo da bolinha de gude,
ioiô, boneca de pano.
E assim, perdemos a chance
de continuar para filhos e netos.
E na noite, escuridão do passado
meu menino se encontra
a brincar, rir e pular.
(DOMINIQUE)
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