sexta-feira, 22 de novembro de 2013

AMIGO OCULTO LITERÁRIO

Relação e perfil dos livros preferidos de cada integrante do amigo oculto que acontecerá dia 6 de dezembro (sexta-feira). Vale destacar que cada um colocou mais de uma opção de livro, sendo que o amigo secreto escolherá apenas um. Porque alunos se ligam em ideias e palavras!

PROFESSORA NAYANA =  Michael Jackson: a magia e a loucura (Biografia), Livro de contos de Nelson Rodrigues, Perto do coração selvagem (Clarice Lispector).

MARCUS VINÍCIUS = Livros sobre Rock, Skate, carro ou futebol.

URIEL = x men, os vingadores, Naruto edição 63.
Dica: Uma dica da professora é uma boa coleção de HQs.

BRAYAN= Assasin`s creed 3, Livro de club penguin.

MÁRIO=  Mundo estranho, Revista e livros sobre games.

PEDRO= Dever de capitão, Feliz Natal Alex Cross, Ameaça Mortal.

JÚLIA= Garotas Gallagher 2, Diário de um vampiro, livro de suspense.

SERENA= A culpa é das estrelas (John Green), Sonhos de papel.

ANNE CAROLYNE = Extraordinário (Rj Palácio), Depois dos quinze (Bruno Vieira), As vantagens de ser invisível (Stephen Chbosky ).

MARIA SOL = A mediadora, A culpa é das estrelas, Biografia One Direction, Jogos Vorazes, Diário de um banana, Diário de um vampiro.

CECÍLIA = Livros de suspense ou romance. 
 Dica: Quem tirou a Cecília poderá consultar os livros da autora Agatha Christie, a melhor no gênero suspense. 

ANA CECÍLIA = Quem é você, Alasca?, Diário de uma garota nada popular (História de uma patinadora nada graciosa). 

ASSUCENA= Jogos Vorazes: a esperança, Diário de um banana 4, Romeu e Julieta (Shakespeare)

Para maiores informações sobre os livros pretendidos por cada um, indico o site da livraria TRAVESSA. Aqui está o link: http://www.travessa.com.br

                                    E não esqueçam da dedicatória!







domingo, 27 de outubro de 2013

Texto argumentativo
Tema: Bullying

                                                       Bullying

           As pessoas, de modo geral, não fazem nada para agradar aos outros, pois falam mal delas; chamando-as de feias, gays, além de baterem e serem racistas. Desta forma, as pessoas que sofrem bullying não merecem esse tipo de comportamento, pois são normais como todos. Os deficientes e negros são os que sofrem mais. Nas escolas, os meninos não deixam as meninas jogarem futebol, falando que elas não sabem jogar.
          As pessoas acima do peso também sofrem com este tipo de comportamento agressivo, ouvindo apelidos como "baleia". Quase todas as pessoas já sofreram bullying. Todos são iguais e ninguém deveria sofrer com isso, pois a única coisa diferente é a aparência física, sendo assim, injustiçados.
                                                 
                                                     (Luíza)


                                                As pessoas e o bullying

          As pessoas praticam bullying como se fosse uma atitude normal, como se a pessoa que recebe não tivesse sentimentos. Bullying é crime e a maioria não está percebendo que pode ser presa por estes exageros. Não é considerado só bater, agressão física, mas também discriminar, excluir. Se a sociedade tomar providências e ter consciência do que está fazendo, isso poderá diminuir.

                                                      (Cecília)

                                                        Bullying

          Humilhar, constranger e insultar o outro, é denominado como bullying. Bater, empurrar e machucar o outro também fazem parte desse nome tão usado por escolas para mostrar que bullying não é algo positivo. Bullying é o contrário de respeito, amizade, solidariedade, paz, e também é sinônimo de terror, desigualdade, maldade, desrespeito.
         O bullying normalmente é encontrado nas escolas, brigas entre alunos e até professores, em alguns casos. Crianças se insultam por falta de beleza, de inteligência, causando irritação nos outros. Entre elas xingam-se, insultam-se e se desrespeitam, não levando a nada. Bullying não agrada ninguém, afasta, enraivece. Todos são seres humanos. O amor que ainda existe no planeta está acabando.

                                                   (Dominique)

       

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Texto argumentativo
TEMA: O que é o Brasil?

                                                             O Brasil é

       O Brasil é um país que tem muitos políticos ladrões dos quais todo ano roubam milhões dos cofres públicos, mas existem alguns honestos. Além disso, há problemas na educação, saúde, saneamento básico e uma má divisão de terras, onde o MST luta por melhores divisões.
       No Brasil, os pobres não possuem espaço na sociedade. Brasília foi uma cidade planejada para os políticos e pessoas ricas.  O país somente respeita as pessoas com boas condições financeiras.

                                                     (Marcus Vinícius)

     
                                                       Brasil, o que é isso?

        Brasil é um país belo, mas poucos brasileiros valorizam isso e deixam o país cada dia mais feio, não ligando para as florestas. As crianças aprendem cada dia mais besteira, os políticos só sabem roubar dinheiro público e transformaram nosso país em manifestações pelas quais as pessoas quebram lojas, carros. Os turistas adoram o país, principalmente o Rio de Janeiro, onde muitos imigram, como franceses, americanos, argentinos.  O Brasil não está pronto para recebê-los  na Copa do Mundo de 2014, pois as cidades não estão adequadas e muito menos a sociedade.

                                                              (Luíza)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Um gosto para a vida

E são essas pequenas sementes 
que fazem da minha vida 
uma recordação frutífera.

Por tudo o que passei
e consegui enfrentar
com leves obstáculos.
Já ri rios e já chorei mares.
Mas a vida continua
neste labirinto sem fim.

Por isso devemos aproveitar
cada momento como a última 
semente de uma melancia,
pois a vida é doce e nem sempre será.

Às vezes salgada ou quem sabe azeda.
Minha vida, algum gosto ela terá.

(Maria Sol)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Eu sem você

Quando te conheci
o dia foi mais florido
pois apareceu um Sol que 
irradiou meu coração.

Choramos  juntas pela mesma pessoa.
A dor veio e nos levou 
para à escuridão.
As raízes da amizade
nos juntou novamente.

Superamos a dor e seguimos em frente.
Fomos até o final 
procurando o amor.

Descobri que a nossa amizade foi como
rosas e margaridas,
passou por cima de
tudo e todos.

Descobri também que são estas
pequenas amizades 
que se formam em uma vida.

Você me ajudou
e me fez pensar que a vida 
é morango e chocolate.
A vida é muito mais que viver.

* Dedico este poema à minha grande amiga Maria Sol.

                                                                     (CECÍLIA)


"Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão." (Carlos Drummond de Andrade)

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."                             (Charles Chaplin)

A vida é uma peça de teatro; tem o mocinho, a mocinha, o mauricinho, a patricinha, mas nunca a pessoa perfeita.      (ANNE E JÚLIA)

* Homenagem a Charles Chaplin

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O que eu vivo


                                   Como sempre vou te amar.                                    
O meu coração já está cansado
de chorar por um amor que não
o compreendo.
Eu tenho outro e esse
me compreende muito bem.
Mas eu deixo ele morrer aos poucos
por me amar tanto assim.
Não saber por onde eu vim
e viver na escuridão.
Porém, tenho que lembrar- me
de onde meu ato saiu e assim,
chorarei quando te perder...

(Anne Carollyne)

domingo, 8 de setembro de 2013

Lembranças perdidas

"Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão". (Carlos Drummond de Andrade)

Eu lembro do meu tempo perdido.
Só instinto de brincar,
tempo perdido, preso à uma folha
de minha árvore da vida.
Soltou-se, perdeu-se no tempo
e só me resta lembranças da
minha infância.

O tempo da bolinha de gude,
ioiô, boneca de pano.
E assim, perdemos a chance
de continuar para filhos e netos.
E na noite, escuridão do passado
meu menino se encontra
a brincar, rir e pular.

(DOMINIQUE)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Carlos Drummond de Andrade

Assista abaixo os vídeos com poesias do mestre da Literatura nacional, Carlos Drummond de Andrade.

          "E agora, José?"

       "As sem razões do amor"





Eu e ele

"Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê." (Renato Russo)

Quando eu vejo o pôr do sol                                
visualizo um coração                                              
com o céu alaranjado
suavizando meu coração.

Já ele vê no pôr do sol
atrás das montanhas
o verde das gramas
e os pássaros voando.

Quando juntamos nossas visões
não dá muito certo.
Pois só consigo ver o alaranjado do céu
e ele o verde da grama.

    (Ana Cecília)

domingo, 25 de agosto de 2013

"Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê." (música "Quase sem querer", de Renato Russo)

Eu vi uma rosa
mas ninguém pode ver
a beleza e o esplendor que ela demonstrava
ao amanhecer.

Eu vi o amor no coração tão desalmado.
Um coração que buscava razão.
Mas o engraçado 
é que nem o próprio coração
viu seu amor, 
de tamanha imensidão.

(Assucena)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Eliminando fronteiras

"Aquele que obtém vitória sobre outros homens é forte. Mas aquele que obtém vitória sobre si próprio é poderoso."

           Um menino de 10 anos, chamado Hector, tinha um sonho de ser super skatista como os amigos. Sua mãe comprou um skate, deixando-o muito feliz. Hector foi para a pista com os amigos, que estava lotada. Eles eram muito craques no esporte.
          Quando Hector foi tentar a manobra não conseguiu e caiu, arrancando risos de todos que olhavam. Ele ficou com vergonha e foi correndo para casa, se trancando no quarto. Jogou até o skate no lixo e jurou que nunca mais iria andar, nem falar com os amigos.
          Os amigos ficaram comovidos e foram até a casa dele, fazendo- o trazer o skate e voltar para pista. Disseram que isso acontece e se jogaram na pista, quando todos riram. O amigo começou a ajudar Hector a andar e fazer as manobras. Ele ficou sem medo.
                                       
                                                    (MÁRIO)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Cadê você?

"Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê." (música "Quase sem querer", de Renato Russo)

Cadê você, meu bem?
Cadê você para clarear meu dias?

Meus olhos já se afundaram em lágrimas,      
lágrimas sem fim,
sem me deixar te ver.
Ver o nada, tudo embaçado.

Caminho em lugares escuros.
Lugares pelos quais está a solidão.
Cadê você, meu amor?

Ainda vou te esperar.

    (Maria Sol)

sábado, 3 de agosto de 2013

O vencedor

"Aquele que obtém vitórias sobre outros homens é forte. Mas aquele que obtém vitória sobre si próprio é poderoso."

          Era uma vez um menino que queria ser jogador de futebol, mas tinha medo de quebrar a perna. Ele foi crescendo no meio de pessoas grandes e foi jogar uma partida próximo ao CT do Flamengo. O olheiro do clube o chamou para jogar na categoria de base, com seus 14 anos. 
          O seu sonho estava virando realidade. Passou um mês treinando quando quebrou a perna e ficou 6 meses parado, só foi jogar novamente aos 16 anos. Aos 17 virou jogador profissional, conheceu vários jogadores do mundo e se tornou o melhor jogador do planeta.

                                                    (PEDRO)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Os três patetas

"Aquele que obtém vitórias sobre outros homens é forte. Mas aquele que obtém vitória sobre si próprio é poderoso".

          Era uma vez três patetas que viviam competindo. O mais competidor era o Louis, que adorava correr e jogar no seu tablet samsung o jogo "Subway surfers". Os outros dois eram mais tranquilos, porém competiam demais.
          Em uma tarde com chuva, eles não podiam sair para treinar a corrida dos bairros, então foram assistir televisão. Rolaram muitas brigas. Os três treinavam muito para esta competição, uns eram melhores que os outros e buscavam se superar. O Louis se achava melhor que todo mundo, sempre queria superar somente os outros competidores, não pensava que lá na frente teria pessoas com recordes superiores aos seus e que nunca teria que superar o seu próprio recorde.
          Quando foi para a corrida do bairro venceu todo mundo. Nessa pequena competição, foi uma emissora de TV que o convidou para correr fora do Brasil. Chegando neste novo desafio, Louis percebeu que havia recordes muito maiores que os seus e viu que apesar de sempre tentar ultrapassar os outros competidores era preciso superar suas próprias marcas. Esse entendimento facilitou sua corrida e o ajudou na vida ao redor do mundo daqui em diante.
               
                                                     (Ana Cecília)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

As vezes

"Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê". (música "Quase sem querer", de Renato Russo)

Às vezes há um mundo que ninguém vê.
Às vezes há um mundo que todos vêem.
Mas tem um mundo que só nós dois vemos,
um mundo onde só cabe nós dois.
Um mundo que terá o que imaginarmos
e que se você quiser posso apagar
e recomeçar.

                                             (Júlia Aquino)

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Um mundo diferente

"Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê". (Renato Russo; música "Quase sem querer")

Eu vejo as coisas, só que eu vejo diferente
de como os outros vêem.
Quando acham engraçado
eu não vejo graça.
Quando estão alegres
estou triste.

Quando querem brincar
quero ficar sozinha.
Isso tudo é muito esquisito.

Quando as pessoas pensam uma coisa 
eu acho o contrário.
E esse é o meu mundo,
onde só eu sinto coisas diferentes. 

          (Luíza)

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O sol e o mar


Enquanto o sol brilha lá fora
o mar escorre 
como o vento.

Com o vento as flores voam
e com o calor 
as árvores brilham.

Sou pescador e tenho orgulho
dessa paisagem maravilhosa.

Meu amor é como o sol:
nasce, renasce
e como o mar
escorre ao vento.

(CECÍLIA)

terça-feira, 18 de junho de 2013

Pensando em você


                                                   (O semeador, de Van Gogh)

Olho para o sol,
sinto o seu amor
tão ardente como o calor
que o sol joga sobre mim.

Quando meus olhos ardem
olho para as montanhas
e percebo que elas são verdes
como a cor dos seus olhos.

Nesse pôr do sol
me escondo debaixo dessa árvore.
Penso cada minuto em você.

Quando a lua cai
não lembro mais de nada,
pois foi neste momento do dia
que te perdi para sempre.

 (ANA CECÍLIA)

domingo, 9 de junho de 2013

Homem do rio


                                                     Em um mundo de amor a alegria vivia.
                                                     Na frente do mar o sol nascia.
                                                     Debaixo da árvore,
                                                     na sombra da vida,
                                                     existia um homem que sentava e olhava.

                                                     Nas margens do rio
                                                     fazendo formas de pintura
                                                     um desenho se formava,
                                                     no oeste e depois no leste.

                                                     Foi para casa e de lá
                                                     observava as estrelas no céu.
                                                     Não dorme, 
                                                     mas faz poesias.

                                                         (BRAYAN)


terça-feira, 4 de junho de 2013


                                                     (DOMINIQUE E LUÍZA)

* Produção do dia 3/06

domingo, 2 de junho de 2013

O AMOROSO


Na escuridão
pensando no amor.
O que é?
Para que serve?
Se ele realmente existe.

Porque eu não tenho um amor.

Mesmo o nascer do sol
é sua luz,
clarear a praça 
é esquentar o meu corpo.

Ainda não fico feliz
porque não tenho
um amor.

(URIEL)

terça-feira, 21 de maio de 2013

O semeador

                                                     (Semeador, de Van Gogh)
 
                                                O semeador que vê o sol se pôr
                                                planta, colhe e ara todo o amor.
                                                Na beira do rio se sentará.
                                                E todo amor
                                                em forma de poesia
                                                o escreverá. 
                                                                 
                                               (ASSUCENA)

* Produção textual do dia 17/05
   

sexta-feira, 17 de maio de 2013

O sonhador

                                                      (O semeador de Van Gogh)


Caminho pela escuridão
por este caminho sem fim.
Apesar da luz do sol
eu consigo ainda ver quem sou,
quem fui, mas não quem serei.

Vejo minha sombra
como raio de sol.
É diferente de outros, bem diferente.
Vejo minha boca, pois acho
que devo sorrir.

Começo a sorrir
e sai um brilho forte
como se meu sorriso fosse importante.
Lembro que tinham dito:
"Seu sorriso é especial."
Agora sei quem realmente sou,
um poeta, um sonhador.

(MARIA SOL)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

As três Marias e o destino

                                                 (Três Marias, de Cândido Portinari)

            Em uma vila moravam três meninas de 15 anos chamadas Maria Nayana, Maria Mariana e Maria Joana. Pela manhã gostavam de soltar belas pipas luminosas e de noite deitavam na grama e viam belas estrelas no céu. 
            Maria Nayana era uma menina muito alegre e tinha  um sonho de ser uma grande astrônoma. Maria Mariana não tinha sonhos, pois achava sua vida bela o suficiente. Maria Joana tinha um sonho de achar o grande amor da sua vida. 
            Depois de três anos as Marias foram a uma loja de luminárias e observaram um anúncio que falava de um astrônomo que pretendia dar curso sobre o tema e formar-se. A Nayana ficou doida, pedindo para que o destino desse a ela esse presente. As outras ficaram felizes por ela, mas Joana pediu para que o destino também realizasse seu desejo. E uma semana depois, o destino realizou todos estes desejos e elas agradeceram às estrelas.

                                              (Cecília Braconi)

domingo, 28 de abril de 2013

Um pouco mais de Vinícius de Moraes

                                 Declamação de "Soneto da fidelidade". Por Vinícius de Moraes

                                    "Garota de Ipanema", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Três Marias

                                                (Três Marias, de Cândido Portinari)                          

         Em um dia de muito calor, no antigo deserto, as três irmãs Marias estavam morrendo sem nenhuma gota de água. Fazia exatamente um mês e três dias que não chovia. Elas imaginavam uma piscina, bebedouro, pia, mar, chuveiro, chuva, enfim... com água. Sozinhas no antigo deserto, sem nada para fazer, olhando o céu, quando de repente:
        - Olhem! Uma coisa vermelha. Que estranho!
        - Puxa vida! É verdade. Olhem!
        - Que será isso? Vamos lá ver.
        A coisa vermelha caiu no chão e as três Marias com sua saias brancas, seus cabelinhos enroladinhos, seus sapatinhos azuis, corriam para ver o que era aquilo.
         - Uau! É uma pipa?
         - Acho que sim, o que vocês acham?
         - Pode ser, ou então balões.
         - Balões?
         - É, lá no céu. Olha!
         - Que lindos balões brancos.
         As irmãs pegaram as pipas e foram correndo pegar os balões. O céu começou a ficar cinza pouco a pouco. 
         - Meninas, venham ver!
         - O quê?
         - Olhem para cima.
         - É chuva! Chuva!- exclamou alegremente uma das meninas.
         Elas passaram duas semanas sob chuva. Gostaram muito, pois era isso que elas queriam.

                                                  (Maria Sol)

O sapo e o rei


          Um dia um sapo estava saindo de sua toca, pois vivia num mundo muito difícil e nesta época os animais tinham o tamanho de pessoas. Os sapos eram caçados pelo rei flamingo porque existia uma lenda que dizia que o sapo iria salvar todos os seres vivos da Terra das mãos do rei.
          Após sair de sua toca, o sapo foi emboscado pelas irmãs Marias, um trio de mercenárias mandadas pelo vilão. Após pensar que não teria escapatória, um bando de cegonhas vieram  passando e o sapo pulou agarrando as patas das aves e logo depois pousaram num templo mandarim. Ele treinou com elas, que acreditavam na lenda sobre o sapo. Durante três dias e três noites eles se prepararam, quando no quarto dia eles atacaram o castelo e exército do rei flamingo. Depois da batalha final, depois de muitos socos e chutes, o rei foi derrotado e a paz reinou na Terra. 

                                                              (Uriel)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A pintura

                                               (Três Marias, de Cândido Portinari)

         Os maias moravam numa aldeia de paz e harmonia, quando o pintor falou:
         - Vamos fazer uma pintura no deserto.
         - Para que no deserto? E qual vai ser o nome? 
         Portinari, o pintor, respondeu:
         - Porque lá tem montanhas secas e com uma paisagem bem bonita.
         Os mais aceitaram e viajaram por uma semana e quando chegaram viram que dava para empinar pipa.  Ele falou para as três Marias ficarem juntas. Foi quando o Portinari começou a pintar: primeiro as pipas, que lembravam estrelas, depois a rocha. E terminou quando já estava escurecendo. 
          Com a obra terminada, ficou um dia em uma vila e lá eles comeram, beberam e dormiram, quando já amanhecia, eles voltaram para sua aldeia. Ao chegar Portinari queria saber como era ele mesmo, então tiraram foto e tinha cabelo preto, era branco, de altura razoável. E assim viveu até os 60 anos. Mas o povo da aldeia continuou viva, os maias. 

                                         (Brayan) 

* Produção de texto do dia 1/04

sexta-feira, 29 de março de 2013

Sobre a autora

(Programa produzido pela equipe de jornalismo da PUC-PR em 2008)

Um pouco sobre Lygia Fagundes Telles, uma das principais escritoras nacionais e autora do livro "O segredo e outras histórias de descoberta", que está ao alcance dos alunos. Assista ao vídeo e acesse o site http://leituraecompanhia.com.br/Projeto com a senha fornecida para responder o quizz das páginas destacadas.
Porque alunos se ligam em ideias e palavras!

Anima zoo, uma viagem animada

       No dia 8 de março, o Instituto Dominus de Educação levou os alunos do ensino fundamental 2 para um passeio ao zoológico e ao museu nacional, ambos no Rio de Janeiro. O nome do projeto é "Visitar e aprender", no qual os alunos têm como dever de casa, fazer um trabalho de metodologia científica. O tema do trabalho chama- se "Zoando na responsa".  O ônibus partiu rumo ao Rio de Janeiro e a bagunça durante a viagem foi enorme. Maquiaram o professor de história, mas Dominique teve sua vingança...
      Brincavam alegremente quando receberam a notícia: haviam chegado. Desceram do transporte e os alunos do ensino médio já os aguardavam (eles foram de vã). Depois de ouvirem as orientações de Aline, a coordenadora, foram divididos em grupos que se espalharam pelo imenso lugar. Viram diversos animais: muitas aves, ursos, felinos. Quando chegaram viram de cara as araras e tucanos. Havia também muitos macacos. Por conta do enorme calor que fazia, a maioria dos animais estava dormindo. O ursos pardo, por exemplo, nadava  na água que o cercava, ficava em pé e chegou até a olhar Dominique, a aluna do 7° ano. Também o jacaré que rastejou cinco centímetros ( no máximo), esticou as patas e voltou a aproveitar o sol. 
       Viram cobras, tartarugas, iguanas, uma delas tentava escalar a parede. Os pinguins estavam escondidos no "freezer, digamos. Havia dentro do zoo uma barraquinha que vendia bichos de brinquedo e comida para os animais da fazenda. Por R$ 3,00 Dominique comprou comida apara o cavalo e a vendedora disse para jogar para ele. Os cavalos vinham pegar a ração. A mesma aluna anotou o nome de cinquenta e cinco espécies, que ficavam não só na jaula, mas também no berçário. Funcionários tratavam um tamanduá- bandeira, enrolado numa rede. Ela entrevistou o funcionário Fábio. 
        Depois disso, almoçaram no restaurante que pertence ao museu de História Natural e em seguida partiram para lá. Os mesmos grupos foram explorar o museu. Viram fósseis de dinossauros e de outros animais, múmias, esqueletos humanos, o Egito antigo, a pré-historia, casacos e etc. Entraram no ônibus rumo   ao shopping São Gonçalo para lanchar. Por lá, viram a "playtoy", um lugar cheio de jogos adolescentes e se divertiram. Na volta, a bagunça no veículo continuou. 

                                                 (Dominique)

domingo, 24 de março de 2013

Do pote ao osso

    No museu de história Natural do Rio de Janeiro, os alunos da escola "Dominus de Educação" encontraram vários artefatos históricos. Como eles estavam fazendo uma pesquisa sobre, foram para lá. Alguns escolheram as múmias, fósseis e dinossauros. Como cada um fez sua pesquisa, segue as observações abaixo:

"Os meteoros foram achados em matas, desertos, etc. Foram postos no museu, expostos para que eles sejam vistos por outros olhos. Havia alguns que poderiam ser tocados. Foi ótimo, aprendi muito." (Júlia Peres)
"Nós vimos no museu, fósseis de folhas e de alguns peixes. Também encontramos animais empalhados como: tucanos, coruja, urubu, flamingo e etc." (Júlia de Aquino)
"No museu de história natural tinha em exposição um dinossauro muito grande. Ele era chamado de "Onigram", ele tinha 80000 ossos e viveu na época de A.c. E foi um dos mais ferozes daquele período." (Anne Carolyne)



             (Anne Carolyne, Júlia Peres e Júlia de Aquino)

quinta-feira, 21 de março de 2013

O zoológico ajuda na vida dos animais?

   Quando fomos ao zoológico do Rio de Janeiro, o Riozoo, vimos vários animais e analisamos se ele ajuda ou não as espécies, no que se refere as suas necessidades essenciais. Muitas pessoas acreditam que o instinto natural do animal é caçar e lá eles recebem comida na boca, os felinos por exemplo, aprendem tudo com os seres humanos, que é brincando. A professora Nayana acha que: "Bom por um lado porque ajuda a preservar as espécies em extinção e há uma equipe que cuida dos animais quando estão doentes. Entretanto, percebo que eles ficam muito isolados da sua própria espécie, solitários,  perdem seu instinto de sobrevivência e vivem num ambiente artificial.", questionou. Já a aluna Maria Sol pensa que sim: "Eles são alimentados, cuidados muito bem dentro do zoológico". Muitas pessoas acham que é positivo e outras, negativo.

                  (Maria Sol, Luíza, Ana Cecília e Mário)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Ensinando pessoas a sua volta a sonhar

"Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada." (Mário Quintana)

      Era uma vez dois amigos que sempre andavam juntos: Maya, a aventureira, tinha 13 anos, e Diego, o sonhador, tinha 14. Sempre  Diego sonhava com a Maya. Entretanto, ela dizia que "nunca seriam mais que amigos". Então o mundo dele acabava, mas sempre sonhava e era interrompido. 
    Diego perguntou a Maya:
    _ Um dia, você é capaz de casar com seu melhor amigo?
    _ Claro que não! Por que Diego?- questionava a garota.
   Sem jeito ele respondia:
   _ É porque eu sonho com um amor não correspondido...
   _ Está bom Diego, vamos parar com isso! Pare de sonhar! Vamos nos aventurar enquanto somos jovens. - interrompeu a amiga. 
   _ Nunca!  Eu amo essa pessoa, só que ela não sente a mesma coisa. - dizia com tristeza.
  _ Para de sonhar! - repetia Maya.
  Da forma que ela vivia a vida, não tinha sonhos como o amigo.
  _ Diego, vou perder meu tempo sonhando, podendo me aventurar?! Me poupe né?!
  Os dois então se despediram e no dia seguinte tinham viajado para lugares do mundo bem diferentes.
  Depois do último encontro passam- se 11 anos.
  Por acaso, Maya encontrou Diego em Miami e perguntou:
  _ Oi, eu tinha um amigo com esse mesmo sorriso quando era adolescente.
  _ Que legal, qual seu nome? - perguntou o rapaz.
  _ Meu nome é Maya D' ville.
  _ Nossa, a minha amiga tinha esse mesmo nome.
  _ Onde ela morava?
  _ Em Paris, no condomínio Messi Taviny.
  _ Eu acho que essa sua amiga sou eu.
  _ O que? Você? Minha amiga sempre foi muito aventureira. - duvidou Diego.
  Maya argumentou  em seguida:
  _ Eu aprendi a sonhar com meu amigo Diego Lambertini. Desde quando ele me disse assim: "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada". 
  _ Realmente, minha amiga é você!
  Começaram então a reaproximarem-se um do outro. Ele tinha 25 anos e ela 24. Relembraram os momentos de adolescência:
  _ Você lembra quando havia dito que amava uma pessoa e ela não correspondia? - lembrou Diego da antiga conversa.
  _ Sim. Até hoje tenho curiosidade pra saber quem é.
  _ Essa menina era você.
  _ Por que "era eu"? Ainda estou aqui.
  Numa demonstração de ainda amá-la ele perguntou:
  _  Você aceita se casar comigo?
  _ Posso te dizer a verdade? - perguntou Maya enquanto Diego aguardava silenciosamente a resposta. E continuou:
  _ Eu sempre te amei. Só que te achava muito sonhador, porém com você aprendi a sonhar. 
  _ Você está disposta a sonhar comigo, Maya?
  _ Claro, só se for agora!
 E assim acaba. O que basta viver a vida, se você não sonhar? Aprenda a sonhar... se arrisque!

                                       (Anne Carolyne)

Uma vida e o sonho

 "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada." (Mário Quintana)

      Era uma vez uma menina que adorava sonhar muito, seu nome era Doralice. Ela sonhava em ir para o Big  Brother Brasil e namorar o Nasser e Eliéser, mas coitada dessa garota, porque todo mundo falava que era impossível. Porém, insistentemente continuava a sonhar e falava para si mesma: "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada."
     Doralice não estava vivendo direito, estava ficando de recuperação na escola, etc. Sua mãe então deu um conselho para filha:
     _ Quanto mais alto você sonhar, mais forte será a queda.
    A garota começou a parar de sonhar de repente e seguir sua vida sem graça. Mas Doralice não aguentou muito tempo e voltou a sonhar novamente. E namorou o Nasser e Eliéser, o que deixou as pessoas de boca aberta, mas os sonhos podem se realizar.
   Ela, por fim, conseguiu ser estudiosa e sonhadora, entrou no BBB e sempre repetia a frase: "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada."

                                              (Ana Cecília)





domingo, 10 de março de 2013

Apenas um sonho

"Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada" (Mário Quintana)

         
           Numa pequena vila havia um povoado chamado Tink Winkle, onde moravam dois irmãos: Tito e Tita, que tinham o sonho de construir uma fábrica de chocolate. 
          Desde pequenos brincavam de construir sua fábrica. Nos fundos de sua casa tinha um enorme quintal que continha caixas de papelão e qualquer outro material que pudesse ser utilizado. Lentamente construíam as instalações da fábrica. O chocolate era produzido com bolinhos de terra misturado com água e amassados cuidadosamente até que tivessem a forma adequada: corações, bonecos, estrela e tudo o mais que pudessem inventar. O zelo era tanto que depois de pronto eram decoradas com pequenas flores, folhas e pedrinhas que pudessem ser encontradas no jardim. 
          Acabada a produção, faziam lindos convites para a inauguração de sua fábrica. Vizinhos e parentes encantados com o trabalho das crianças sempre compareciam e compravam as maravilhas  do "chocolate". Elas eram conhecidas na vila pelo capricho e dedicação. 
          Um dia chegou no lugar um tio muito rico, que maravilhado resolveu fazer uma sociedade com os sobrinhos, para que a fábrica de faz de conta se transformasse em realidade. Todos ficaram muito felizes, o tio ficou ainda mais rico, as crianças realizaram seu sonho e a vila ficou famosa por ter os melhores chocolates do mundo.

                                            (Júlia de Aquino)

* Produção de texto do dia 4/03

          

segunda-feira, 4 de março de 2013

A história de Monalisa

                                                  (Monalisa, de Leonardo da Vinci)

          Era uma vez uma linda moça chamada Monalisa que morava na Itália e sempre ia para a casa de seus amigos. Certa vez, ela conheceu Leonardo da Vinci:
          _ Olá, você é o...?
          _ Leonardo e você?
          _ Meu nome é Monalisa!
          _ Monalisa, vamos tomar um chá?
          E assim os dois foram tomar um chá na padaria de Mário Alencar. Ao chegar lá, Mário fazia um pão francês em que sentia-se o cheiro a quilômetros dali.
          _ Esse cheiro é delicioso. - disse Monalisa.
          _ Sinceramente, vamos trocar o chá com biscoito pelo café com misto quente. - argumentou Leonardo.
         _ Tudo bem, já volto. - saiu Mário anotando os pedidos.
         Sentados na mesa, Leonardo e Monalisa começaram a falar sobre eles mesmos:
         _ Então Leonardo, o que você gosta de fazer?
         _ Eu gosto de pintar e desenhar, mas ultimamente não tenho pintado por causa das guerras.
         Sem comer nada ainda Monalisa perguntou:
         _ Você quer me pintar?
        _ Sim. - exclamou Leonardo.
        E então os dois foram para a ponte e Leonardo a pintou. Cinco dias depois Monalisa morreu.
                                                
                                  (Assucena)
          

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A empregada Gioconda

                                                (Monalisa, do pintor Leonardo da Vinci)

                Era uma vez um reino com três filhos chamados Juan Pablo, Leon e Frantesca Stone. Viviam meio felizes, não tanto como necessário. Eles moravam em Veneza, num reino muito lindo, toda empregada gostaria de trabalhar lá, pois os donos eram adoráveis. A Frantesca começou então a fazer entrevistas, das quais eram 10 entrevistadas.
                A décima era uma mulher chamada Gioconda Tavás e Frantesca gostou muito de sua recomendação e currículo, porque ela já tinha trabalhado para o presidente da Itália. Assim, Gioconda foi contratada e começou a trabalhar, dormia na casa e fazia tudo certinho. Até que  um certo dia a Frantesca entrou no quarto da empregada, pois estava percebendo que esta era muito misteriosa. Assim que entrou no local, viu Gioconda em frente ao espelho fazendo a barba. Frantesca olhou muito assustada e bateu a porta, saindo correndo.  E ficou pensando: "será que ela não é ela?"
               Gioconda bateu na porta do quarto de Frantesca e disse: "senhora, não é nada disso que você está pensando." No dia seguinte a patroa fingiu que nada havia acontecido, porém Leon, seu irmão, já estava desconfiado que algo estranho ocorreu. Quando já estava mais calma, ao passar da noite, foi ao quarto de Gioconda esclarecer a situação:
              _ Você é homem?
              Nisto a empregada respondeu:
              _ Sim. Eu tive que fazer isso para conseguir emprego e uma casa pra morar!
              Frantesca então ficou comovida e tentou ajudar:
              _ Você tem família?
              _ Não, morreram todos num acidente de trem. Perdi toda a herança e tive que fingir ser mulher para sobreviver, ter uma casa.
             Frantesca indagou ainda mais:
             _ Qual seu nome verdadeiro?
             _ Ah, meu nome é Leonardo Da Vinci. - respondeu o então homem.
             _ Que nome lindo!
             Dali nasceu uma bela história de amor entre os dois, que se casaram e foram felizes.

                                    (Anne Carolyne, 7° ano)

* Produção de texto do dia 22/02