sexta-feira, 29 de março de 2013

Sobre a autora

(Programa produzido pela equipe de jornalismo da PUC-PR em 2008)

Um pouco sobre Lygia Fagundes Telles, uma das principais escritoras nacionais e autora do livro "O segredo e outras histórias de descoberta", que está ao alcance dos alunos. Assista ao vídeo e acesse o site http://leituraecompanhia.com.br/Projeto com a senha fornecida para responder o quizz das páginas destacadas.
Porque alunos se ligam em ideias e palavras!

Anima zoo, uma viagem animada

       No dia 8 de março, o Instituto Dominus de Educação levou os alunos do ensino fundamental 2 para um passeio ao zoológico e ao museu nacional, ambos no Rio de Janeiro. O nome do projeto é "Visitar e aprender", no qual os alunos têm como dever de casa, fazer um trabalho de metodologia científica. O tema do trabalho chama- se "Zoando na responsa".  O ônibus partiu rumo ao Rio de Janeiro e a bagunça durante a viagem foi enorme. Maquiaram o professor de história, mas Dominique teve sua vingança...
      Brincavam alegremente quando receberam a notícia: haviam chegado. Desceram do transporte e os alunos do ensino médio já os aguardavam (eles foram de vã). Depois de ouvirem as orientações de Aline, a coordenadora, foram divididos em grupos que se espalharam pelo imenso lugar. Viram diversos animais: muitas aves, ursos, felinos. Quando chegaram viram de cara as araras e tucanos. Havia também muitos macacos. Por conta do enorme calor que fazia, a maioria dos animais estava dormindo. O ursos pardo, por exemplo, nadava  na água que o cercava, ficava em pé e chegou até a olhar Dominique, a aluna do 7° ano. Também o jacaré que rastejou cinco centímetros ( no máximo), esticou as patas e voltou a aproveitar o sol. 
       Viram cobras, tartarugas, iguanas, uma delas tentava escalar a parede. Os pinguins estavam escondidos no "freezer, digamos. Havia dentro do zoo uma barraquinha que vendia bichos de brinquedo e comida para os animais da fazenda. Por R$ 3,00 Dominique comprou comida apara o cavalo e a vendedora disse para jogar para ele. Os cavalos vinham pegar a ração. A mesma aluna anotou o nome de cinquenta e cinco espécies, que ficavam não só na jaula, mas também no berçário. Funcionários tratavam um tamanduá- bandeira, enrolado numa rede. Ela entrevistou o funcionário Fábio. 
        Depois disso, almoçaram no restaurante que pertence ao museu de História Natural e em seguida partiram para lá. Os mesmos grupos foram explorar o museu. Viram fósseis de dinossauros e de outros animais, múmias, esqueletos humanos, o Egito antigo, a pré-historia, casacos e etc. Entraram no ônibus rumo   ao shopping São Gonçalo para lanchar. Por lá, viram a "playtoy", um lugar cheio de jogos adolescentes e se divertiram. Na volta, a bagunça no veículo continuou. 

                                                 (Dominique)

domingo, 24 de março de 2013

Do pote ao osso

    No museu de história Natural do Rio de Janeiro, os alunos da escola "Dominus de Educação" encontraram vários artefatos históricos. Como eles estavam fazendo uma pesquisa sobre, foram para lá. Alguns escolheram as múmias, fósseis e dinossauros. Como cada um fez sua pesquisa, segue as observações abaixo:

"Os meteoros foram achados em matas, desertos, etc. Foram postos no museu, expostos para que eles sejam vistos por outros olhos. Havia alguns que poderiam ser tocados. Foi ótimo, aprendi muito." (Júlia Peres)
"Nós vimos no museu, fósseis de folhas e de alguns peixes. Também encontramos animais empalhados como: tucanos, coruja, urubu, flamingo e etc." (Júlia de Aquino)
"No museu de história natural tinha em exposição um dinossauro muito grande. Ele era chamado de "Onigram", ele tinha 80000 ossos e viveu na época de A.c. E foi um dos mais ferozes daquele período." (Anne Carolyne)



             (Anne Carolyne, Júlia Peres e Júlia de Aquino)

quinta-feira, 21 de março de 2013

O zoológico ajuda na vida dos animais?

   Quando fomos ao zoológico do Rio de Janeiro, o Riozoo, vimos vários animais e analisamos se ele ajuda ou não as espécies, no que se refere as suas necessidades essenciais. Muitas pessoas acreditam que o instinto natural do animal é caçar e lá eles recebem comida na boca, os felinos por exemplo, aprendem tudo com os seres humanos, que é brincando. A professora Nayana acha que: "Bom por um lado porque ajuda a preservar as espécies em extinção e há uma equipe que cuida dos animais quando estão doentes. Entretanto, percebo que eles ficam muito isolados da sua própria espécie, solitários,  perdem seu instinto de sobrevivência e vivem num ambiente artificial.", questionou. Já a aluna Maria Sol pensa que sim: "Eles são alimentados, cuidados muito bem dentro do zoológico". Muitas pessoas acham que é positivo e outras, negativo.

                  (Maria Sol, Luíza, Ana Cecília e Mário)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Ensinando pessoas a sua volta a sonhar

"Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada." (Mário Quintana)

      Era uma vez dois amigos que sempre andavam juntos: Maya, a aventureira, tinha 13 anos, e Diego, o sonhador, tinha 14. Sempre  Diego sonhava com a Maya. Entretanto, ela dizia que "nunca seriam mais que amigos". Então o mundo dele acabava, mas sempre sonhava e era interrompido. 
    Diego perguntou a Maya:
    _ Um dia, você é capaz de casar com seu melhor amigo?
    _ Claro que não! Por que Diego?- questionava a garota.
   Sem jeito ele respondia:
   _ É porque eu sonho com um amor não correspondido...
   _ Está bom Diego, vamos parar com isso! Pare de sonhar! Vamos nos aventurar enquanto somos jovens. - interrompeu a amiga. 
   _ Nunca!  Eu amo essa pessoa, só que ela não sente a mesma coisa. - dizia com tristeza.
  _ Para de sonhar! - repetia Maya.
  Da forma que ela vivia a vida, não tinha sonhos como o amigo.
  _ Diego, vou perder meu tempo sonhando, podendo me aventurar?! Me poupe né?!
  Os dois então se despediram e no dia seguinte tinham viajado para lugares do mundo bem diferentes.
  Depois do último encontro passam- se 11 anos.
  Por acaso, Maya encontrou Diego em Miami e perguntou:
  _ Oi, eu tinha um amigo com esse mesmo sorriso quando era adolescente.
  _ Que legal, qual seu nome? - perguntou o rapaz.
  _ Meu nome é Maya D' ville.
  _ Nossa, a minha amiga tinha esse mesmo nome.
  _ Onde ela morava?
  _ Em Paris, no condomínio Messi Taviny.
  _ Eu acho que essa sua amiga sou eu.
  _ O que? Você? Minha amiga sempre foi muito aventureira. - duvidou Diego.
  Maya argumentou  em seguida:
  _ Eu aprendi a sonhar com meu amigo Diego Lambertini. Desde quando ele me disse assim: "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada". 
  _ Realmente, minha amiga é você!
  Começaram então a reaproximarem-se um do outro. Ele tinha 25 anos e ela 24. Relembraram os momentos de adolescência:
  _ Você lembra quando havia dito que amava uma pessoa e ela não correspondia? - lembrou Diego da antiga conversa.
  _ Sim. Até hoje tenho curiosidade pra saber quem é.
  _ Essa menina era você.
  _ Por que "era eu"? Ainda estou aqui.
  Numa demonstração de ainda amá-la ele perguntou:
  _  Você aceita se casar comigo?
  _ Posso te dizer a verdade? - perguntou Maya enquanto Diego aguardava silenciosamente a resposta. E continuou:
  _ Eu sempre te amei. Só que te achava muito sonhador, porém com você aprendi a sonhar. 
  _ Você está disposta a sonhar comigo, Maya?
  _ Claro, só se for agora!
 E assim acaba. O que basta viver a vida, se você não sonhar? Aprenda a sonhar... se arrisque!

                                       (Anne Carolyne)

Uma vida e o sonho

 "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada." (Mário Quintana)

      Era uma vez uma menina que adorava sonhar muito, seu nome era Doralice. Ela sonhava em ir para o Big  Brother Brasil e namorar o Nasser e Eliéser, mas coitada dessa garota, porque todo mundo falava que era impossível. Porém, insistentemente continuava a sonhar e falava para si mesma: "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada."
     Doralice não estava vivendo direito, estava ficando de recuperação na escola, etc. Sua mãe então deu um conselho para filha:
     _ Quanto mais alto você sonhar, mais forte será a queda.
    A garota começou a parar de sonhar de repente e seguir sua vida sem graça. Mas Doralice não aguentou muito tempo e voltou a sonhar novamente. E namorou o Nasser e Eliéser, o que deixou as pessoas de boca aberta, mas os sonhos podem se realizar.
   Ela, por fim, conseguiu ser estudiosa e sonhadora, entrou no BBB e sempre repetia a frase: "Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada."

                                              (Ana Cecília)





domingo, 10 de março de 2013

Apenas um sonho

"Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada" (Mário Quintana)

         
           Numa pequena vila havia um povoado chamado Tink Winkle, onde moravam dois irmãos: Tito e Tita, que tinham o sonho de construir uma fábrica de chocolate. 
          Desde pequenos brincavam de construir sua fábrica. Nos fundos de sua casa tinha um enorme quintal que continha caixas de papelão e qualquer outro material que pudesse ser utilizado. Lentamente construíam as instalações da fábrica. O chocolate era produzido com bolinhos de terra misturado com água e amassados cuidadosamente até que tivessem a forma adequada: corações, bonecos, estrela e tudo o mais que pudessem inventar. O zelo era tanto que depois de pronto eram decoradas com pequenas flores, folhas e pedrinhas que pudessem ser encontradas no jardim. 
          Acabada a produção, faziam lindos convites para a inauguração de sua fábrica. Vizinhos e parentes encantados com o trabalho das crianças sempre compareciam e compravam as maravilhas  do "chocolate". Elas eram conhecidas na vila pelo capricho e dedicação. 
          Um dia chegou no lugar um tio muito rico, que maravilhado resolveu fazer uma sociedade com os sobrinhos, para que a fábrica de faz de conta se transformasse em realidade. Todos ficaram muito felizes, o tio ficou ainda mais rico, as crianças realizaram seu sonho e a vila ficou famosa por ter os melhores chocolates do mundo.

                                            (Júlia de Aquino)

* Produção de texto do dia 4/03

          

segunda-feira, 4 de março de 2013

A história de Monalisa

                                                  (Monalisa, de Leonardo da Vinci)

          Era uma vez uma linda moça chamada Monalisa que morava na Itália e sempre ia para a casa de seus amigos. Certa vez, ela conheceu Leonardo da Vinci:
          _ Olá, você é o...?
          _ Leonardo e você?
          _ Meu nome é Monalisa!
          _ Monalisa, vamos tomar um chá?
          E assim os dois foram tomar um chá na padaria de Mário Alencar. Ao chegar lá, Mário fazia um pão francês em que sentia-se o cheiro a quilômetros dali.
          _ Esse cheiro é delicioso. - disse Monalisa.
          _ Sinceramente, vamos trocar o chá com biscoito pelo café com misto quente. - argumentou Leonardo.
         _ Tudo bem, já volto. - saiu Mário anotando os pedidos.
         Sentados na mesa, Leonardo e Monalisa começaram a falar sobre eles mesmos:
         _ Então Leonardo, o que você gosta de fazer?
         _ Eu gosto de pintar e desenhar, mas ultimamente não tenho pintado por causa das guerras.
         Sem comer nada ainda Monalisa perguntou:
         _ Você quer me pintar?
        _ Sim. - exclamou Leonardo.
        E então os dois foram para a ponte e Leonardo a pintou. Cinco dias depois Monalisa morreu.
                                                
                                  (Assucena)