domingo, 23 de março de 2014

"A dor é inevitável, o sofrimento é opcional." (Carlos Drummond de Andrade)

                                                              O padeiro

          Meu nome é João, tenho 11 anos, sou filho de padeiro. Meu dia começa bem cedo pois tenho que ajudar meus pais a fazer pão, para podermos ganhar dinheiro para sobreviver. O sonho do meu pai é um dia ter uma casa na cidade grande, mas falta bastante.
          Um dia quando estava cozinhando com meu pai, minha mãe apareceu gritando:
           - Venham rápido!
          Quando fui ver, meu irmão havia adoecido. Meses depois ele morreu e levou meus pais junto, pois não conseguiram superar. Fui o único que sobreviveu. Tive que continuar a minha vida.
          Anos depois eu continuei com o trabalho da família, sempre trabalhando muito, mas o dinheiro nunca sobrava. Continuo trabalhando para um dia realizar o sonho do meu pai.

                                                      (Raphael, 6° ano)
   
                                     
                                                        A garota e a música

         Um belo dia eu nasci, uma criança linda com olhos brilhando de esperança. Eu recebi o nome de Luana.
         Passaram-se muitos anos e cresci  sendo uma menina maravilhosa, tinha uma imensa bondade no coração, assim como meu pai. Tive uma infância maravilhosa ao lado dele, brincando e me divertindo. Meu pai teve um sério problema de saúde que ao consultar o médico descobriu uma doença sem cura. Comecei a chorar e a cantar para distrair minha solidão. Resolvi passar estes últimos dias ao lado do meu pai da melhor forma possível.
         Foi quando meu pai faleceu. Chorei bastante e gritei, não conseguia me conformar. Fiquei completamente solitária, pois minha mãe já havia morrido. Eu voltei a cantar e a escrever toda minha dor.
         Eu cantava e escrevia porque a música me trazia ótimas lembranças que me consolava para entender o que aconteceu com meu pai era normal. Eu escrevia letras de música que costumávamos cantar juntos. Uma das frases era: "Que seja eterno enquanto dure" e "A dor é inevitável, o sofrimento é opcional".
     
                                                     (Luciana, 6° ano)

sábado, 15 de março de 2014

                                                        Um amor maléfico

            Um dia a deusa da natureza, chamada Clara, estava em seu palácio com seus funcionários e o apaixonante rei. Clara era apaixonada por José, o rei, que também era apaixonado por ela. 
            Depois de se casarem a deusa descobre que está grávida. José promete tudo à ela: suas riquezas, seu amor. Meses depois ela tem seu filho, chamado de Felipinho. Só que Clara não estava feliz nem com o filho e nem com o casamento. Mesmo sendo apaixonada pelo rei, ela era má.
            Quando ela teve seu filho José ficou muito feliz. Um dia Clara jogou um feitiço sobre Felipinho, dizendo que este jamais se apaixonaria e que nunca seria feliz. Mas seu marido desejava toda felicidade do mundo para ele, incluindo sua mulher, pois dizia que era o homem mais feliz da Terra por estar ao lado de Clara, que era linda. Ela falava o mesmo para ele, entretanto era tudo mentira. 
           Quando o filho cresceu virou um belo rapaz, mas não era feliz e não conseguia se apaixonar por ninguém. Um dia sua mãe estava muito irritada, brigou com José e disse ao filho que iria matá-lo. Felipinho ficou muito assustado. Passaram-se muitos dias e nada aconteceu. O rapaz já tinha esquecido das palavras ditas, mas a mãe não, pois ela tinha esta intenção. 
           O casal estava passando por momentos difíceis, brigando muito. Em uma madrugada quando todos estavam dormindo, Clara matou o marido. Ao amanhecer ela fingiu desespero, mas seu filho estava desconfiado que havia sido a mãe. Clara mais uma vez ameaça o filho, dizendo que faria o mesmo com ele. Este, por sua vez, não acreditava, não sabia se teria coragem.
           E Clara realmente faz o mesmo com seu filho. Por fim ficou sozinha, sem filho e sem marido. Dizia que seria mais feliz sozinha, o que não aconteceu. Ela teve tudo, toda riqueza, mas não teve a felicidade. Quando não se tem felicidade não tem porque estar vivo. Ela não tinha amigos e vivia no palácio em completo vazio. 
            Assim ela viveu por muitos anos. Um dia ela tomou uma decisão em que resolveu se matar. E assim o fez. Todos no palácio ficaram desesperados. Alguns ficaram tristes, outros felizes, pois ficariam com joias e muito dinheiro. E assim teve fim a família do palácio.

                                                   (Lara, 8° ANO)



                                                         Quase impossível

          Em um  dia de muita chuva, Alice, a deusa das flores, estava correndo em busca de um telhado, pois estava chovendo muito e ela havia passado o dia todo no "Jardim flor", sua segunda casa. Lá cuidava das suas flores  que localizava-se próximo ao "Tormentis", onde Paulo treinava seus relâmpagos e raios. Alice era apaixonada por ele desde que começou a plantar suas flores e Paulo também era apaixonado por ela, mas ambos não sabiam.
        A mãe de Alice, Clarabel, deusa dos feitiços, não queria que ela amasse ninguém, pois ela matou o próprio marido com seus feitiços. Clarabel achava que Juseus, pai de Alice, tinha a traído e assim o matou.
        Alice ficou debaixo de um telhado esperando a chuva passar, quando de repente a porta se abre. De repente aparece um garoto alto, bonito, forte.  Quando Alice olha direito percebe que é Paulo. Como assim Paulo? Essa era a casa do pai que estava de viagem, no entanto, o filho ficou cuidando da casa.
        Paulo observa e vê Alice toda molhada, tremendo e a chamou para entrar até a chuva acalmar. Insistiu até que ela dissesse sim. Eles entraram e fizeram um lanche. Alice viu algumas pulseiras com flores lindas e perguntou porque ele tinha tantas. Paulo disse que era da sua mãe, ex- deusa da fofura. Ele deu uma pulseira para ela e disse que era especial para ele. Alice ficou muito sem graça e agradeceu por tudo mas tinha que voltar para casa. Combinaram de se ver novamente.
        No dia seguinte a mãe dela perguntou quem havia dado a pulseira para ela. A filha disse que foi Paulo e confessou que estava apaixonada.  Clarabel estava surpresa, mas teve de aceitar, afinal não queria proibi-la. Mas disse para Paulo que se ele machucasse a filha iria pagar por isso. E por experiência própria...
        Durante a semana eles se viram e almoçaram juntos. E foi em um destes dias que Paulo beijou Alice. Depois ele a pediu em namoro e ela aceitou. Clarabel gostou muito de Paulo e o mesmo com seu pai. E assim continuaram.

                                                        (Sol, 8° ANO)
* Produção textual de 26/02

terça-feira, 11 de março de 2014

A garota e o casamento


                                                   (Monalisa, de Leonardo da Vinci)

          Há muitos anos atrás nasceu uma menina com um sorriso discreto, tímida, repleta de tristeza e felicidade. Seus pais chamaram-na Monalisa. Lisa era herdada da família de sua mãe, Lorena Lisa, e seu pai, um famoso comandante de guerra.
          Em sua época, as mulheres não podiam ter opinião própria no que se refere ao casamento. Os pais escolhiam seus maridos e muitas vezes não eram de seu gosto, mas mesmo assim, eram obrigadas a se casarem.
          Mona cresceu e adquiriu sentimentos próprios, vontades. E determinou-se a casar com quem quisesse. Mas no dia em que completou 20 anos, seu pai a apresentou a Leonardo da Vinci, do reino ao lado. Como já tinha dito aos pais; casaria com o homem de sua escolha. Mas como eles não a ouviram, marcaram o casamento para dois meses depois. E lá estava ela no altar.
         Antes do sim, lembrou de quando tinha 15 anos. Quando teve seu primeiro namorado, escondido de sua família, pois Migué da Vinci era filho de empregados. Eles se apaixonaram, pois tinham um sonho em comum: pintar.
         Depois voltou a realidade, pois o padre já havia perguntado pelo "sim" pela quarta vez. Antes que Monalisa pudesse dizer qualquer coisa, Migué da Vinci entrou com seu cavalo e disse:
        - Pare este casamento!
        Mona saiu correndo do altar, montou no seu cavalo e fugiu com o seu amor para Londres. O pai espalhou guardas pelo mundo para encontrá-la, porém como já tinha 20 anos, mandava em si mesma.
       Juntos, Monalisa e Migué, viraram grandes artistas. Gostavam de pintar pessoas e retratar nelas seus sentimentos. Um dia decidiram pintar um ao outro. Migué pintou Mona e esta pintou Migué. Após alguns anos, Migué descobriu que tinha uma doença séria e os médicos disseram que era incurável. Uma semana e ele se foi, tão novo e cheio de esperança. Monalisa pegou a pintura que tinha feito dele e colocou em cima de seu caixão, como homenagem a ele.
       O tempo passou e ela se sentia cada vez mais sozinha. A tristeza e o medo tomaram seu coração. Até pensou em voltar para casa, mas lembrou que seria obrigada a se casar. Então se matou, restando apenas um quadro mostrando sua tristeza e sua felicidade.
       Depois de anos, seu quadro foi exposto em um museu famoso. Seus olhos te olham para qualquer lugar, pois Monalisa tenta encontrar a verdadeira felicidade em alguém.

                                                  (Christal, 7° ano)

quarta-feira, 5 de março de 2014

Monalisa

                                                  (Monalisa, de Leonardo da Vinci)

Gioconda Monalisa

          Paris, dia 22 de agosto de 1500. Este foi o dia em que tudo aconteceu. Gioconda estava em um passeio de barco com Pablo Picasso que adorava o seu  jeito tímido, porque ao mesmo tempo, era sedutor e atraente. Pablo decidiu fazer um quadro do rosto de Gioconda Monalisa, porém não deu certo.
          Após Pablo tentar fazer a pintura, ele buscou Monalisa, pois queria vê-la novamente. Ao encontrá-la mostrou a beleza de Paris, o que a atraiu muito. Só que alguns anos depois Paris estava em guerra, fazendo Pablo ir para um país mais calmo. Ele escreveu uma carta dizendo:
          "Nunca mais verei você Gioconda por causa desta guerra estúpida que separa muitos amores. Tente me enviar uma carta dizendo coisas bobas e tímidas para acalmar-me, pois gosto do seu jeito sedutor. Assinado: Pablo Picasso"
          Quando Monalisa leu a carta, sua timidez desapareceu e foi atrás de Pablo. Fugiu de seu lugar seguro e foi para uma verdadeira guerra. Uma guerra contra a solidão e os sonhos. Mas não conseguiu. Seus pais nunca deixaram- na partir. Só que persistente, Gioconda conseguiu chegar até Pablo. Só que quando finalmente estava cara a cara com ele, uma menina de cabelos ruivos gritou:
          - Gioconda!
          Uma bomba explodiu, deixando mortos e feridos, inclusive Gioconda. Por sorte Pablo não morreu. Alguns anos depois, Picasso conheceu Leonardo da Vinci que pintou exatamente o rosto da amada Monalisa. 

                                                          (PIETRA, 7° ANO)


                                                               La Gioconda

          La Gioconda ou Monalisa nunca existiu. Ou será que sim? Porém o quadro não a retrata totalmente, pois Leonardo da Vinci, "criou" Monalisa para significar o universo, os dois lados, observando o mundo, observando a vida, a morte, o ruim, o bom, a felicidade e a tristeza, o homem e a mulher.
          Da Vinci depois de passar anos buscando inspiração, sentou- se à beira de sua janela e observou até onde seus olhos alcançavam. Ao sair de lá começou a idealizar tudo o que há de bom, mas também o que há de ruim. Começou a pintar. De um lado idealizou a beleza de uma linda mulher e a pintou. Porém, colocou um aspecto ruim: as sombras, as trevas. Além disso, pintou a vida, as árvores. Assim atingiria o contraste de tristeza e felicidade. Do outro lado a morte reinou sobre ela. Na mulher há aspectos masculinos, tendo a outra metade como homem e nele está um leve e acentuado sorriso. Além de o lado masculino ter uma pequena elevação. 
           Ao finalizar, Leonardo deixou todas as emoções fluírem livremente. Agora estava entendendo sobre tudo, estava claro! O segredo de ter o extremo; felicidade, vida... É saber manuseá-las, saber deixar as emoções na pura metade, assim como existe o ying e yang, bom e ruim, vida e morte, tem de haver o ruim vivendo ao lado do bem para manter o equilíbrio. E assim, foi criado um grande enigma, a base do equilíbrio.
                                            
                                          (JOÃO PEDRO DE M. ZUZZI, 7° ANO)

* Produção textual de 17/02

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Texto narrativo. Tema: As dualidades do ser humano
Leia o poema "Traduzir-se", de Ferreira Gullar. 


Um fato que faz todos os meus erros

        Acordo pensando se de fato estou fazendo a coisa certa, sabendo que sempre acabo cometendo "besteiras". Minha autoestima sempre está baixa, pelo menos nesses últimos dias. Eu sei que uma parte de mim acredita que tudo vai passar e que nada me atingirá mais. 
        Sei que a outra parte de mim pesa, porque sabe e intui que a outra nunca vai acontecer. E sei que no fundo dos meus pensamentos há algo me dizendo para seguir minha vida e não pensar nisso. 
        As pessoas me perguntam porquê sou fraca com essas coisas e me "zoam" por vários motivos. Agora eu me pergunto: Por que sou assim? Por que sou tão fraca com essas coisas? Por que não consigo levar minha vida à frente, enquanto ando de lado?

                                                         (JULIANA, 9° ANO)


Segredos

         Ela acordou no meio da madrugada, lembrando- se de tudo o que aconteceu na noite anterior. O ar da noite estava frio e arrepiante. Tessa caminhou descalça até o espelho que ficava na cômoda de seu quarto. Seu cabelo estava solto em seus ombros , seus olhos grandes e amendoados carregavam tristeza e mágoa.
         Tessa perguntava se tudo o que Arya tinha lhe dito era verdade. Elas sempre foram melhores amigas, havia de confiar nela. Mas a cada vez que pensava nisso, ela ficava ainda mais confusa. Arya tinha pedido à Tessa para encontrá- la na ponte, onde sempre iam juntas.
         Quando chegou sentiu a amiga hesitar. Tessa ficou assustada, não era comum ver Arya assim como se estivesse escondendo algo.  Arya disse que não pretendia mais vê- la. Disse que estava correndo perigo, mas não poderia explicar, pois seria melhor que Tessa se afastasse. 
         Tessa voltou a realidade e estava em frente ao espelho novamente. Ela sentiu raiva pela amiga não confiar o bastante nela, mas também sentia- se culpada por talvez estar sendo injusta com Arya. Ela caminhou de volta para a cama e caiu no sono. 

                                                             (GIULIA, 9° ANO)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Dualidades

Texto narrativo
Tema: As dualidades do ser humano
Leia o poema "Traduzir-se", de Ferreira Gullar. 
Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/repofegu.htm#tradu

                                                          Mudou minha vida

          Numa casa escura e vazia, vivia um garoto de 9 anos que se chamava Diego. Ele ficava o dia inteiro trancado no quarto pensando e estudando, enquanto seu pai vivia trabalhando e trabalhando, sem tempo para o filho. 
          Um dia Diego acordou e foi para a escola, enquanto seu pai já estava no trabalho. Na escola, Diego era um menino estudioso, mas que se isolava, não fazia trabalhos em grupo, não se manifestava na sala e não tinha amigos. Já aos 18 anos, Diego entrou para a faculdade de direito. Ainda sim, continuava o mesmo garoto quieto, isolado e estudioso.
          Quando chegava em casa não via o pai, pois já havia saído. Não costumava ver muito a família, que no caso era praticamente seu pai. Não saía na rua, mas quando saía era maltratado pelos outros e no fundo sentia uma pequena dor por ser sempre excluído e solitário.
          Anos passaram-se e Diego tornou-se um belo advogado, mas continuava sem amigos, mesmo na fase adulta, formado e independente. Nunca teve um grande amor. Seu pai já havia falecido, o que não foi muito difícil, pois nunca lhe deu muita atenção. 
          Sua rotina era trabalho, casa, trabalho, casa. Depois de anos no isolamento, decidiu finalmente fazer um curso de inglês. Nesse curso ele conheceu uma mulher chamada Vanessa, que era uma ótima amiga e conseguiu fazer de Diego uma pessoa mais sociável. 
          Depois de anos de amizade, Diego casou-se com Vanessa, que foi a grande mudança da sua vida. 

                                                 (CECÍLIA, 8° ANO)


                                              Rafael, um menino maluco
      
           Rafael é um menino muito estranho, eu o conheci na escola, ele era aluno novo. No primeiro dia era muito quieto, não falava nada, não tentava se aproximar de ninguém. No segundo dia, chegou na sala como se conhecesse todo mundo, puxou conversa, como se estudasse por lá há anos.
           Um dia eu e meus amigos fomos até a casa dele, pois nos havia convidado para ir à praia. Quando chegamos lá, Rafael se trancou no quarto com medo, pensando que éramos ladrões. 
           No dia seguinte, na escola, chegou falando conosco como se nada tivesse acontecido no dia anterior. A situação repetiu- se durante semanas. Até que um dia eu e meus amigos fomos investigar o caso com os pais de Rafael.
           Eles nos contaram que ele sofria de uma falha na memória causada por um acidente de carro quando tinha 6 anos. A partir desse dia nós percebemos que devíamos nos apresentar e ajudá- lo em tudo. Nos tornamos grandes amigos a partir disso.

                                                 (THIAGO, 8° ANO)


                                                     

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Texto narrativo
Tema: As dualidades do ser humano


HOT`N COLD

           Amanhã é meu casamento, não sei o que esperar do Nash. Ontem eu estava "pensando na vida" e acabei criando um música sobre ele. Quando eu o conheci ele era engraçado. Mas atualmente ele é a pessoa mais bipolar que já conheci!
           Ele pode mudar seu humor em um minuto. Ele muda de opinião mais vezes que eu troco de roupa. Será que isso pode afetá-lo na hora do sim ou não? Sou uma das poucas pessoas que o Nash mostra suas "dualidades", o conheço melhor que a mim, sei o que ele sente. 
          Tem dias que ele acorda super feliz, faz meu café e tudo! Tem outros dias que eu saio até de casa e só volto para dormir, pra não ficarmos brigando. Eu espero que amanhã ele esteja de bom humor. Mas não posso reclamar, todos temos nossas dualidades. Algumas mais fortes, outras nem tanto. E mesmo que não seja sempre bom, temos que conviver com isso.
           Acho que ele não seria burro a ponto de dizer não... Vai dar tudo certo, eu espero!

                                                      (MARIA CLARA, 9° ANO)



A questão do amor

        Um garoto simples, na dele, porém com muitas perguntas não respondidas, com muitas dúvidas sobre as emoções das pessoas. Ele não compreendia porque as pessoas mudavam as decisões de um dia para o outro, porque mudavam seu comportamento, seu estado moral, sentimental. Ele não acreditava no amor ou  em qualquer outro tipo de sentimento, por isso, não entendia as dualidades das pessoas. Ele questionava com seu amigo, que dizia que não o compreendia pelo fato de nunca ter vivido um grande amor.
         Dias se passaram, até que o rapaz estava conversando com o amigo na sala de aula, quando viu e sentiu que a garota nova entrou na sala. Ele ficou mais feliz, não conseguia parar de pensar nela, mas se perguntava: 
         - Como assim? O que está acontecendo comigo?
         Seu amigo respondeu:
          - Está vendo? Te falei que isso era falta de amor.
         O garoto foi para casa pensativo, questionando seu sentimento, mas não parava de pensar na garota. 
         O dia se passou, ele ainda questionava- se, porém estava, de certa forma, mais feliz. Na escola, mais calmo, olhou para a garota. Seus sentimentos ficaram mais fortes, o brilho do seus olhos foram realçados. E com todas essas emoções, finalmente entendeu a resposta das questões sentimentais. 
         Depois ele conheceu a garota melhor, todos os dias saía com ela. Após se conhecerem melhor formaram um belo casal. Um certo dia estavam sentados juntos, quando o garoto falou:
         - Eu não acreditava no amor ou felicidade, mas quando te conheci, vi que tudo isto existe: o amor, alegria. Só precisei de alguém para mostrar e foi o que você fez comigo.

                                                    
                                                       (ANDERSON, 9° ANO)
*Produção textual do dia 12/02

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Tema: Continuação criativa do texto "A ESPADA", de Luís Fernando Veríssimo.
Texto disponível em: http://dc363.4shared.com/doc/El4JYgeL/preview.html



                                   Thunder Boy e suas aventuras

       O marido começou a falar com a esposa que seu filho tinha sido levado pelo raio. A mulher ficou muito assustada e perguntou:

       - Como isso aconteceu?
       - Eu estava com ele na sala, estava bem triste na cadeira, então fui falar com ele, quando me disse que era o escolhido.
       - Mas como? Pra quê?
       - Disse que era o Thunder Boy. Para quê, também não sei.
       A mãe do menino cai no chão e chora até não conseguir mais.
       Anos depois do desaparecimento do filho, eles estavam assistindo uma matéria na TV, dizendo que o Thunder Boy voltou para combater o mal.
       O menino apareceu e conversou com seus pais que ficaram muito felizes e o Cavaleiro Trovão ficou com sua família combatendo o mal, vivendo felizes para sempre.

                               (GABRIEL E RAPHAEL, 6° ANO)



                                             A espada de Thunder Boy


        O pai todo preocupado, foi com toda calma contar para sua esposa Rosie sobre o que tinha acabado de acontecer com seu filho, que foi levado pelo raio.

       - Rosie, tenho que lhe contar uma coisa, mas preciso que sente primeiro.
       -  O que foi, querido?
       - Nosso filho foi levado pelo raio!
       - Ah? Como?
       O marido de Rosie ficou muito tenso, não sabia o que falar... Foi quando veio um raio muito forte. Eles foram correndo para o quarto do menino e de repente ele apareceu. Seu pai perguntou assustado:
      - O que aconteceu filho?
      - Mãe, vem cá, tenho que te contar...
      - Sim filho!
      - Eu sou o Thunder Boy!
      - Como? Pare de inventar!
      - É verdade! O pai também não acreditou quando contei, mas pergunte a ele!
      - Marido, você não me contou nada!
      - Eu ia te contar!
      Todos em seguida disseram "boa noite". O menino foi dormir e teve um sonho maluco de que estava combatendo o mal. Meses depois ele arrumou uma Thunder Girl que formou uma dupla com ele. Viajaram pelo mundo combatendo o mal. Estavam muito contentes com sua vida nova. Mas ao passar do tempo o garoto já estava com saudades dos pais e decidiram visitá- los.
      O menino tocou a campainha:
      - Oi pai!
      - Filho, quanto tempo!
      - Estava com saudades. Cadê a mãe?
      - Está na cozinha.
      O menino correu e abraçou a mãe. Ele contou tudo, principalmente sobre a menina. Sua mãe estava super feliz. Então fizeram uma festa e convidaram os seus amigos. O Thunder Boy pediu à Thunder Girl em casamento e tempos depois se casaram. Ficaram felizes e depois tiraram férias.

                          (GISELLA E MARIA CLARA, 6° ANO)


* Produção textual do dia 10/02

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Escrever


                                             "Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei a escrever." (Clarice Lispector)


        Mais um ano e o tempo cicatriza os dedos, num ciclo perpétuo. As palavras continuam indomáveis ao movimento arbitrário da vida. Escrever encara os medos, afugenta-os. É intimista, revelador, secreto. Neste jogo metalinguístico e paradoxal, produzir um texto é liberar a alma para a vida; é reflexão, indagação, sofrimento. Sobrepujar as cicatrizes, ser humano. Escrever a vida!

                                    (Nayana Moraes, professora de Produção textual)  

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

AMIGO OCULTO LITERÁRIO

Relação e perfil dos livros preferidos de cada integrante do amigo oculto que acontecerá dia 6 de dezembro (sexta-feira). Vale destacar que cada um colocou mais de uma opção de livro, sendo que o amigo secreto escolherá apenas um. Porque alunos se ligam em ideias e palavras!

PROFESSORA NAYANA =  Michael Jackson: a magia e a loucura (Biografia), Livro de contos de Nelson Rodrigues, Perto do coração selvagem (Clarice Lispector).

MARCUS VINÍCIUS = Livros sobre Rock, Skate, carro ou futebol.

URIEL = x men, os vingadores, Naruto edição 63.
Dica: Uma dica da professora é uma boa coleção de HQs.

BRAYAN= Assasin`s creed 3, Livro de club penguin.

MÁRIO=  Mundo estranho, Revista e livros sobre games.

PEDRO= Dever de capitão, Feliz Natal Alex Cross, Ameaça Mortal.

JÚLIA= Garotas Gallagher 2, Diário de um vampiro, livro de suspense.

SERENA= A culpa é das estrelas (John Green), Sonhos de papel.

ANNE CAROLYNE = Extraordinário (Rj Palácio), Depois dos quinze (Bruno Vieira), As vantagens de ser invisível (Stephen Chbosky ).

MARIA SOL = A mediadora, A culpa é das estrelas, Biografia One Direction, Jogos Vorazes, Diário de um banana, Diário de um vampiro.

CECÍLIA = Livros de suspense ou romance. 
 Dica: Quem tirou a Cecília poderá consultar os livros da autora Agatha Christie, a melhor no gênero suspense. 

ANA CECÍLIA = Quem é você, Alasca?, Diário de uma garota nada popular (História de uma patinadora nada graciosa). 

ASSUCENA= Jogos Vorazes: a esperança, Diário de um banana 4, Romeu e Julieta (Shakespeare)

Para maiores informações sobre os livros pretendidos por cada um, indico o site da livraria TRAVESSA. Aqui está o link: http://www.travessa.com.br

                                    E não esqueçam da dedicatória!